PesquisaMorte:

ArquivoMorte

CadastroMorte

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

AnáliseMorte: Kingdom Hearts 0.2 - Birth By Sleep - A fragmentary passage

Eis um episódio complementar, que conecta e explica muita coisa que ficou em aberto tanto em Birth By Sleep quanto em Kingdom Hearts 1 e até mesmo o 2, além de trazer um baita gancho para KH 3.


Antes de ler, eu recomendo de verdade que leia ao menos a análise de Kingdom Hearts Birth By Sleep (Só clicar no nome) pois, essa é só um complemento, e não repetirei nada do que contei la. Ainda assim, tem alguns spoilers...

Boa leitura... ah, como o feedback das análises gigantescas que fiz de KH2 Final Mix foi ridículo, eu entendi o recado então, nem grila, ta curtinha. Além do mais, o jogo é curto também.




Apesar do nome, este é um jogo totalmente original e exclusivo (pelo menos por enquanto) para PS4, lançado como parte do pacote "Kingdom Hearts 2.8",que só traz material único pra plataforma.



Eu poderia esperar pra analisar todos de uma única vez, porém, como já analise o filme que também vem nesse mesmo pacote, não vejo problema em falar desse jogo agora.



Bem, este é um jogo complementar, e é quase uma DLC, porém ele é bem diferente dos demais, bem mais atual (foi o último lançado até então, em janeiro de 2017) com gráficos muito maravilindos da silva, sério, bonitões, porém... a jogabilidade é um pouco fraca.



Nós controlamos Aqua, podemos andar, e as ela pula sozinha e interage com plataformas por conta própria.



Pular (com Bolinha, que é um saco e não muda), dar Pulo Duplo também... 



Avançar no Ar ou Esquivar no Chão...



Defender e Rebater ou Contra-atacar ataques se apertar na hora certa...



Além disso ela pode atacar com a Keyblade, fazendo o mesmo combo sempre.



Onde ela sempre finaliza com um golpe de esferas de luz.



Também da pra usar magias...

De fogo, criando uma bola de Fogo fortona...



De gelo, criando um caminho de Gelo que da até pra patinar, e explodir...



E de raio, que faz uma tempestade de raio em área que eletrocuta geral.



Esses poderes mágicos consomem um tico de magia, que depois de zerar, demora um pouco pra recarregar mas se restaura sozinha e naturalmente.

Além delas, tem uma quarta magia que Cura, porém consome todo o poder mágico pra isso e restaura todo o HP.



Existem também os itens, que da pra escolher pelos direcionais e curar...

E tem um poder especial, em que após dar vários golpes e carregar 3 barras, Aqua pode fazer um poder fortão baseado nos ataques que mais utilizou por último.




Por exemplo, ela ganha uma magia de Fogo mais forte que não consome mana, ou um especial que faz ela dar golpes que causam mais dano por hit, depende de como ela luta.



Isso meus caros, é tudo! Aqua conta com esses movimentos pra avançar em sua aventura, e o único problema, é que aparentemente ela não pode mirar, e isso faz uma falta do caramba.



Alias, até pode, mas a Mira que ela faz é pra causar um golpe a distância com timer que precisa ser carregado previamente, e nem causa muito dano. 



Eu considerei uma falha terrível não poder mirar num jogo em que os inimigos voam, pulam, correm, teletransportam e ficam indo e vindo o tempo todo, e em todos os KH dava, menos esse, porém, aconteceu... durante minha primeira jogatina...




Acontece que da pra mirar sim, eu que joguei ele inteiro sem usar esse recurso pois sou uma anta. É preciso apenas apertar o R1, e da pra alternar entre os alvos apertando o R2.  Repito, eu sou uma anta! O pior é que tem um Controle enorme durante os loadings mostrando todos os botões e la ta bem claro: "Aperte R1 e Mire... Sua Anta". Pois é, eu sou uma anta. 



Ainda assim o jogo é muito legal, não é tão desafiador pois não tem tanto espaço pra desafios. A história é curta, e é mais rica pelo enredo do que pela jogabilidade (que já é entregue assim toda logo de cara). A própria Aqua já começa nível 50 e apesar de ter level up, isso nem faz muita diferença.



Alias, faz sentido ela já ter tal level afinal, o jogo é uma continuação direta do Birth By Sleep, mostrando Aqua e pelo que ela passou no Mundo das Trevas, explicando inclusive o porque dela ainda não ter saído de la.



A Trilha Sonora do jogo é boa, mas é simples, sendo apenas uma "sobra" remixada do que teve em BBS, com um tom mais sombrio. O legal mesmo fica pros gráficos, as paisagens sempre riquíssimas que dão um singelo vislumbre do que esta por vir em KH3. Alias, a Introdução de 0.2 é linda de mais, pra mim a melhor que já teve até hoje em KH.


Esse jogo tem inimigos novos, como a Onda de Sem-Corações, mas não vejo razão em citar detalhadamente os grupos pois, não são tantos inimigos assim. Da pra mostrar todos enquanto conto a história mesmo, então nem vou enrolar.

Sobre Personagens, não temos nenhuma novidade. Apenas acompanhamos Aqua mesmo, e apesar de Mickey, Ventus, Terra, Sora, Riku, Donald, Pateta, Kairi e até Lea aparecerem, não compensa explicar nenhum deles aqui pois não é o espaço pra isso. Na verdade, o foco é todo pra Aqua e as explicações do que ocorreu no meio tempo que ela tava la nas trevas.

Alias, tem um esquema de por acessórios em Aqua mas é puro fanservice então, nem vou mais mencionar.

Kingdom Hearts 0.2 - Birth By Sleep 
A fragmentary passage.

A história é contada por 6 partes, tecnicamente, porém todas se passam em um único mundo, o Das Trevas, que projeta diferentes partes do mundo da luz (na real são partes que foram consumidas).


Temos a Introdução, onde é explicado porque isso ta vindo a tona só agora...



Basicamente, Riku, Kairi e Mickey, após KH2 (ou seja, grandes) estão diante de Yen Sid, e o mesmo fala que eles precisam restaurar a ordem das Keyblades, buscando Aqua, Terra e Ventus para só assim vencer Xehanort e impedir seus planos.



Só que, Ventus ta sumido, Terra ta daquele jeito, e na hora de falar de Aqua, Mickey se pronuncia e diz que sabe onde ela ta, começando a contar a história.



Temos a parte em que Aqua visita o mundo de Cinderela, nas Trevas, mas calma, ela não passa por nada do que passou antes e é uma experiência pra mostrar como o Tempo passa no mundo das trevas.



Aqua, após salvar Terra fica caminhando no mundo das sombras, sem destino, mas confiante que acharia uma saída. Ela passa a falar com seus próprios pensamentos, mergulhada na solidão, e até meio desesperada. 



Então, ela chega no Mundo da Cinderela, distorcido e corrompido, nas trevas, cheio de Sem-Corações.



Ela luta, e entende que algo ocorreu, e o mundo foi parar la, mas sem os habitantes. Ela também aprende que o tempo corre diferente no mundo das sombras, na verdade, não há tempo la.



Através de um simples relógio, tudo se distorce e destrói com uma falsa passagem de tempo, e ela pode manipular o falso tempo produzido na cidade, rastreando e destruindo engrenagens do relógio enquanto luta com Sem-Corações.



No fim, ela chega na Torre do Relógio, onde se depara com Terra, mas apenas uma ilusão, de uma memória personificada dela, algo corriqueiro em meio à solidão e vazio da escuridão.



Temos a parte em que Aqua visita o mundo de Branca de Neve, e aprende como as memórias são afetadas no mundo das sombras, e como a solidão é cruel com quem fica preso la.



Ao avançar mais, ela chega no mundo da Branca de Neve, e da de cara com o caixão transparente da Branca, onde Ventus está.



Porém, ao se aproximar ele some, e ela entende que é mais um golpe de sua mente. As sombras torturam, as memórias se bagunçam e as pessoas que se perdem por la vão ficando cada vez mais solitárias. Ela passa a sofrer com isso (é mais uma indireta que ela deveria ter beijado Ventus!)



Então ela encontra um Espelho grande, é puxada por seu reflexo e obrigada a enfrentar vários desafios, para reencontrar o espelho certo que a reflete.



Em meio a esses desafios, além de Sem-Corações...



Ela também encontra versões dela mesma, que ficam cada vez mais difíceis, até ela vencer totalmente e quebrar todos os espelhos.



Aqua consegue recuperar seu reflexo porém, ela permanece sofrendo com a solidão na escuridão e as vozes negativas e pessimistas em sua mente.



Temos a parte em que Aqua visita o mundo de Bela Adormecida, e aprende que mesmo no mundo das Sombras ainda é possível se conectar com o lado de fora, e tem contato com seus amigos, além disso ela aprende exatamente como os seres das sombras se movem neste mundo.



Seguindo, ela chega num local onde avista Terra e Ventus, ambos juntos, andando pra frente em meio a um amontoado de plantas espinhosas, do mundo da Bela Adormecida. 



Ela luta para se livrar dos obstáculos, e seguir seus amigos...



Enquanto também enfrenta Sem-Corações diversos, inclusive o Grande Sem Coração Chefe, vários dele.



Ela entra praticamente num covil deles, mas luta com unhas e dentes, vence alguns, escapa de outros...



No fim, ela chega a enfrentar uma legião dos gigantes, e vence após causar uma enorme destruição.



É ai que Terra e Ventus aparecem, e Terra conversa com ela. Aqua consegue se comunicar com seu amigo, que não consegue vê-la.



Ele diz que pode escuta-la, mas está tudo escuro. Ele está longe, está nas sombras, mas bem, e ouviu ela, sentiu ela, conseguiu alcança-la mas não tem muito tempo.



Aqua fica feliz em saber que ele esta bem porém, ao perguntar porque ele está nas sombras, Xehanort assume seu corpo, e passa a perguntar de Ventus.



Apesar de Ventus estar la do lado, ele não falava ou se movia, pois estava sem seu coração, mas Aqua o havia colocado em segurança em um local que Xehanort jamais descobriria. 



Porém, Xehanort escuta ela pelo corpo de Terra, que ele tomou...



Aqua não entende bem o que tava havendo, mas Xehanort estava procurando por Ventus no mundo da luz, e aproveitou que Terra encontrou Aqua pra tentar pegar informações com ela. 



Só que Terra ainda resistia muito, e eles lutam feio nesse momento.



Terra e Xehanort lutam, e Aqua (e Ventus) é levada pra longe pelas trevas.



Temos a parte em que Aqua visita as Ilhas dos Destinos, onde encontra Mickey, e onde entende que os mundos que visitou antes são de fato os mundos reais, consumidos pelas trevas, e que no mundo da luz estão lutando pra desfazer isso. É onde é mostrado o quanto Aqua é importante pra jornada de Sora, tanto que é graças a ela que Mickey encontra a Keyblade das Trevas.



Quando ela volta a si, ela mergulha nas sombras, porém, Mickey aparece e a resgata.



Ele diz que sentiu ela, e foi ao seu encontro, e que agora que a achou não abriria mão dela nem a pal. Ele também explica que foi parar ali pois o mundo da luz está com problemas e eles estão em guerra contra os Sem-Corações, e ele busca pela Keyblade das Trevas para trancar o portão de Kingdom Hearts pelos dois lados.



Mickey conta pra Aqua que já se passaram 10 anos desde seu sumiço, e que não teve contato com Terra ou Ventus desde então.



Juntos eles caminham e lutam contra mais um monte de Sem-Corações, até chegarem nas Ilhas do Destino, recém capturadas pelas trevas.



La, Aqua diz pra Mickey que reconhece a região, e cita os dois garotos que ela e Terra escolheram como súditos das Keyblades, porém como Terra se perdeu nas trevas, seus planos acabaram indo por água abaixo.



No ato, Mickey pergunta quem foram os escolhidos, e ela diz que foram Sora e Riku. Assim, Mickey percebe que a Keyblade das Trevas, a oposta a de Sora, estava ali mesmo, e vai de encontro a ela.  Ele também comenta que é justamente Sora e Riku seus auxiliares no mundo da luz... por conveniência do destino.




Na lógica, se Sora herdou a Keyblade nas Ilhas do Destino, a oposta dela estaria na versão sombria das ilhas, as quais conveniente eles estavam pisando naquele exato momento.



Ele encontra a Keyblade na porta que Sora jamais abriu...



E com ela, se equipa pra finalmente trancar o Portão de Kingdom Hearts.



Eles porém precisam lutar contra uma horda gigantesca de Sem-Corações, praticamente um Sem-Coração Híbrido de Sem-Corações juntos, e mesmo vencendo, eles permanecem existindo, e aos montes.



Então, Aqua e Mickey correm pra selar o portal, e avistam Riku. 




Ele havia acabado de se libertar de Ansem e surgiu nas sombras, correndo em direção a Porta pra ajudar Sora a tranca-la.



Só que os Sem-Corações avançam nele, e pra dar tempo dele e Mickey completarem a missão, Aqua se sacrifica, prende a horda de volta pras Ilhas do Destino e assim...



Mickey, que perde a camiseta no processo...



Se levanta diante da porta e fala pra Sora tranca-la pelo mundo da luz, que ele e Riku trancariam pelo mundo das sombras.



Nesse meio tempo, Aqua peita a horda de sem-corações sozinha, confiante que estava dando tempo pros seus amigos vencerem, e dando forças pra luz vencer.



Ela diz, que como Mestre Keyblader, era seu dever ser a luz na escuridão pra eles, e ficaria la, lutando, nem que fosse pra sempre, mas o faria para que eles vencessem.



Então Aqua vence os Sem-Corações, e descansa na praia...



Até que as ilhas são restauradas para o mundo da luz...



 E Aqua mergulha na escuridão, feliz pois o mundo da luz aparentemente tinha vencido.



Depois de um tempo, ela consegue chegar no Fim do Mar, onde encontra o encapuzado, pra quem declara sua fé em Sora.



Por fim, temos o encerramento onde é explicado exatamente porque ainda não salvaram Aqua, e é montado o grupo de resgate. Além disso, Sora começa sua jornada de Kingdom Hearts 3.



De volta a torre de Yen Sid, Mickey lamenta por nunca ter revelado nada, isso depois de Riku ficar bem irritado.



Mickey diz que se tivesse contado, ele ou Sora iriam querer resgatar Aqua e eles não tinham poder para tal. De fato, o caminho que tiveram nas Sombras no final da batalha contra Xemnas quase os destruiu completamente, e eles nem ficaram tanto tempo assim nas trevas.



Porém, Yen Sid não deixa Mickey com a culta toda para si. Ele diz que ele mesmo ordenou seu pupilo a guardar segredo para bem maior, e como Mickey honra suas promessas, ele não teve escolha.



Agora, já era hora de resgatar Aqua, pra empolgação de Riku.



Kairi chega a dar moral pra Riku por ele estar mais "parecido com Sora" (cuidado Sora, Riku ta te imitando e ta conseguindo a mina!)



Alias, ela pede pra ser mais útil, diz que quer ajudar também, e Yen Sid diz que já imaginou isso, e já pediu pra Merlin preparar algo pra Lea e pra ela. Nesse momento de dúvida, Mickey explica que "Lea" é o Axel, só que agora de boa, reformulado, bonzinho.




Assim, eles partem, Riku e Mickey equipados com maletas especiais e misteriosas entregues por Yen Sid e fabricadas pelas fadas (provavelmente uniformes) e Kairi rumo a Merlin, pra treinar com Lea (provavelmente pra virar uma Keyblader mágica!).




Pouco tempo depois, Sora, Donald e Pateta aparecem, ansioso pra verem seus amigos, apesar de meio chateados (nem demonstram) por ter "fracassado" na última missão (é uma referência ao desfecho de DDD).



Eles perguntam sobre os amigos, e Sora fica bravo por não ter podido se despedir.




Em meio ao debate, Yen Sid indica a nova jornada de Sora, pra se tornar mais forte e preparado (na verdade é pra recuperar os poderes que perdeu... mas são tantos spoilers de DDD que eu simplesmente vou ignorar), e logo ele percebe que precisa ir atrás de Hércules pra treinar.



Então ele parte, pra nave Gummi... mas sem Keyholes, não há rotas pra seguir. Todos os caminhos estão trancados.




Daí Sora lembra de uma frase que Yen Sid disse, de uma importância milenar "Siga a chave do seu coração" e assim deduz que não precisa de Keyholes.




Pela primeira vez, ele se toca que pode abrir portais dimensionais usando a Keyblade, e ai começa sua jornada para se tornar um Mestre Keyblader!



É isso.



O que achou?


PS.: Na Introdução ainda, é mostrado Luxu, com a Keyblade do Olho e a misteriosa caixa, no Cemitério de Keyblades. O que isso significa?



Que KH Union X é importante pacas!

Alias, aparentemente, é nesse momento que ele elege o portador da Keyblade que tudo vê...

Tudo respondido né?! Agora é aguardar pra KH3!

Se bem que pra mim ainda faltam vários títulos pra analisar, por exemplo, Dream Drop Distance. Tem muita coisa e alguns spoilers até que foram tacados na minha cara nesse final, e eu preciso jogar ele o quanto antes pra entender tudinho.

Como assim Lea voltou?

Como assim Sora falhou no teste? 

Eu sei, as respostas estão em DDD, e eu irei joga-lo em breve! E assim que concluir, compartilharei com vocês.

Obrigado pela leitura, e viu, não ficou longo dessa vez.

Ps.: Tive de fotografar direto no PS4, e é um saco.

See yah.

2 comentários:

  1. Ok, eu não devia ter lido.
    Ok minha curiosidade foi mais forte.
    Agora preciso voltar e zerar o BBS. DDD, e novamente KH1 e KH2.
    Parabéns pela analise, na real nem sabia da existência desse jogo e foi uma enorme surpresa para mim. Posteriormente volto a ler ela e fazer um comentário decente.
    Abraços!

    Chaos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Perdão T_T.

      Sr, eu joguei tudo de traz pra frente. Eu deveria analisar o 2/358 e o Re-Coded antes de jogar o DDD, mas eu já comecei o DDD e tomei uma enxurrada de spoilers. Tive de ler o texto sobre 2/358 Days e provavelmente terei de ler o do Re-Coded. Dentro dos jogos eles oferecem resumos dos jogos anteriores, daí, apesar de eu não ter zerado eles (joguei um pouco só) to tendo de ler e me contentar com isso. Claro, irei analisar depois mas cara, que tristeza viu.

      O DDD é um jogo muito louco...

      Alias, sobre este game, o 0.2, tem duas curiosidades que não comentei:

      "0.2" é porque ele é uma história que se passa antes do 1, e depois do BBS, que é tecnicamente o 0.1. O jogo "0" mesmo é o Union X.

      O fato desse jogo ser mais "fraco" em dinamismo e jogabilidade, além de ter os controles menos adaptados ao sistema de PS4, apesar de ser um exclusivo, é o fato de ser um reflexo do BBS, que por sua vez é um jogo de portátil. A limitação dele se deve ao fato de migrar do BBS e não fugir muito do que ele apresentava.

      O mesmo ocorre pro DDD. Ele é um jogo de portátil (3DS) e por essa razão, muito de seu sistema é "inferior" comparado a jogos do próprio PS4. Talvez por isso esses 2 títulos não chamaram atenção quando lançados no PS4... mas eles são importantes pra um cara%#$.

      Falou sr Chaos.

      Excluir

Seguidores do Google+