PesquisaMorte:

ArquivoMorte

CadastroMorte

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner

domingo, 30 de dezembro de 2018

AnáliseMorte: Dark Souls - Prepare-se pra morrer.

Eu deletei o post original, logo após concluir.



Foi um desastre. O arquivo tinha ficado lindo, completinho, eu tinha conseguido descrever Dark Souls em seus mínimos detalhes e registrar minha experiência com ele da forma mais rica possível. Eu tava tão orgulhoso, e ai, deletei tudo sem querer.

Meu post morreu, mas... exatamente como aprendi em DS: Não importa o quanto falhe, jamais desista. Eu nem chorei, alias, pois, to anestesiado por enquanto, mas se eu não conseguir concluir este post, com certeza me sentirei um fracassado. Se você ta lendo, é por que eu consegui!

Então, meus caros, eu agradeço pela paciência e, lamento por este não ser o original. Jamais conseguirei fazer igual, inclusive pretendo tornar esta uma postagem bem mais reduzida (a original chegou a consagradas 19 mil palavras, revisadas.) Ainda não esqueci o jogo, mas muito do que eu digitei ta no limbo da minha memória... 

 Tem alguns spoilers... se é que pode-se considerar spoilers... 

Boa leitura.



Ah, o modelo da postagem era bem inovador, eu tinha descrito o jogo inteiro, pela minha exata e precisa perspectiva. Não tinha separado o post em "Gameplay", "Personagens", "Inimigos" e "História". Apenas tinha contato tudo, na exata ordem em que descobri. Cada reviravolta, cada aprendizado, cada mistério, cada surpresa, tudo tava no papel... eu... perdi isso tudo exatamente como as almas ao substituir por outras.



De fato, foi isso que ocorreu. Quando eu tava digitando a postagem de Kingdom Hearts Dream Drop Distance (sempre KH me ferrando), tinha selecionado várias imagens e ai, do nada, a postagem duplicou o rascunho. Eu conferi, e o rascunho duplicado carregava informações desatualizadas, logo, para evitar apagar ou substituir o post de KH, decidi deleta-la. Eu nem tinha notado que era um bug do Blogger, e na verdade, eu estava deletando o post de Dark Souls.

Provavelmente, o arquivo se substituiu pois deixei ambos abertos lado a lado. Ainda estou sem entender o que houve... mas... enfim...

Dark Souls é um jogo que eu gosto de chamar "Action Survival". Seria um tipo de jogo de ação, em que você precisa evitar ao máximo tomar qualquer dano, ou ser derrotado, apesar disso ocorrer com frequência.



O jogo é cruel nesse sentido, te matando em qualquer chance que surge, e pra piorar, ao morrer, você perde a exp acumulada caso não tenha utilizado ela ainda, pra compras ou up, exp essa representada por Almas.



Bem, o jogo tem uma movimentação bem fluída, apesar de ser meio lerda de tão realista, e o contato direto com inimigos não chega a causar dano, apenas caso eles estejam atacando, o que facilita, em seus sonhos, a possibilidade de esquivar.



Pra atacar, temos armas de vários tipos, todas coletadas de inimigos ou compradas em npcs, mas os controles são uma bagunça.



Esse foi o primeiro jogo que vi em que o botão de atacar é o R1. Até me acostumar com isso e outros movimentos, foi um saco, que eu até descreveria mas, nah. Só saiba que é bem ruim de aprender.

O jogo não se salva automaticamente, quando você precisa, mas quando não precisa ele adora te ferrar. Você pode salvar em Fogueiras, acesas tanto para esse fim, quanto pra recuperar a vitalidade do personagem (e restaurar umas poções que ele carrega consigo), além de restaurar todos os inimigos ao redor (apenas os mini chefes e npcs permanecem mortos).




Poções curam um pouco do HP do personagem e não podem ser compradas, mas sim restauradas apenas pelas fogueiras. Quanto maior a fogueira, mais poções ele carrega (daquela fogueira).



Ah, é, os npcs podem morrer, isso se não te matarem antes.

Irei contar minha história com o jogo, dessa vez bem mais resumida e cortarei as partes narrativas... deus... tinha ficado tão lindo... mas ok. Como o jogo não tem história, essa foi a alternativa que encontrei.

Alias, sim, Dark Souls tem um conceito narrativo, não uma história. Pra que você conheça a história do jogo, além de ter conhecimento prévio da série Demon Souls, que veio antes (eu acho que tem que ter, pois fiquei boiando em um monte de referências), você também precisa trabalhar sua capacidade de observação, e dedução. Não existem documentos, quase não existem diálogos (são bem raros) e pior, não há descrição de nada (da história, mas dos itens tem em tudo que tu pega). Você apenas vai andando, achando as coisas, matando tudo, e morrendo um monte.



Me lembrou um pouco Shadow of Colossus, pois o jogo tem um "Q" de contemplativo. Uma trilha sonora imersiva, uma atmosfera bem sombria, e um realismo gráfico de encher os olhos, bem envelhecido alias, o jogo não peca nesse sentido, mas em oferecer uma narrativa básica.



Você precisa se virar, se quer entender algo, e até mesmo pesquisar fora do jogo, o que pra mim, não vale. 

Eu vou contar exatamente como descobri coisas, e o que descobri...


 O Inicio 


Na introdução, é explicado que a muito tempo, um tio do fogo, uma mina do caos, um morto vivo e um dragão traíra travaram uma guerra contra os dragões, e deram origem à Era do Fogo, até mudarem de ideia e deixarem as trevas reinarem novamente.



E ai pronto, tudo começa.

 O Demônio da Prisão 

O jogo começa do nada, numa prisão, onde um carinha joga uma chave, e dai por diante é você por você e dane-se o resto. Há até umas poucas marcações no chão dizendo o básico do básico, mas o jogo praticamente te fala "Se vira".




Alias, antes mesmo do jogo começar ele já faz isso. Você cria um personagem, escolhe o sexo, a classe, e o presente, além de distribuir os pontos iniciais. Se você não prestar atenção nesse momento, se ferrou, pois durante o jogo nunca mais será explicado o que são atributos, o que são classes, e principalmente, pra que serve o presente.




Eu fiz tudo errado logo ai. Primeiro, criei um personagem feminino chamado ShayMorte, pois, nunca fiz personagens femininos, e quis ter uma perspectiva feminina do mundo... Não tem absolutamente nada haver com roupas... (antes que me acusem de pervertido). Mas, convenientemente, você escolhe a vestimenta inicial do personagem através da Classe, e eu escolhi "Ladrão", por ser a mais estilosa.




O presente que escolhi, foi um binóculo, pois eu gosto de enxergar longe, assim planejando e mirando melhor na hora de usar Arcos. Tudo errado...

Ladrões usam facas, não arcos, os atributos se auto-distribuíam tudo pra favorecer lâminas curtas e furtividade, justamente coisas que odeio fazer (gosto de armas de longo alcance e sempre lutar com quem aparecer). O Binóculo era um recurso inútil pra minha classe, dando uma visão inclusive menor que a do próprio arco quando equipado. Eu já comecei todo cag4do.




Mas quando descobri isso, já era tarde de mais, eu já tinha passado 4 horas no jogo, tinha matado o primeiro chefe (eu achei que matei), um Demônio Gordão que aparece duas vezes no começo, e você só derrota na segunda (me matei muitas vezes até pegar a manha da esquiva nele).



Depois de passar por ele, aparece um Corvo enorme e te leva pro mapa de verdade.



 O NPC 

E ai foi quando eu morri umas 30 vezes até conseguir realmente jogar.




Logo onde o corvo te deixa, tem uma fogueira. Ela serve pra salvar o progresso e ponto de retorno, então fiz questão de me assegurar nela. Logo do lado, tem um NPC, um carinha de boa que fala claramente "Filha, se veio la da prisão? Se é um morto né? Ta ferrada... quer sair dessa? Toque o Sino mais alto, e o Sino da cidade pestilenta, esse é o destino dos mortos que saem de la, se vira agora e me deixa em paz, vou chorar."




Ele fica reclamando da vida depois disso, e me insultando. Por causa disso, eu dei um tapinha de leve nele. Consequência: Depois do 3º tapa (tava com raiva ué) ele me atacou de volta e disse "Maldita, agora é hora de receber o troco!".




Pois é, eu tirava 1 de dano, ele tirava todo. Morri a primeira vez e disse "Poxa, que droga, até o npc me mata, vou evitar lutar com ele". Pra que?




O NPC continuou com raiva de mim depois de voltar pro ponto seguro, e pior, ele fica do lado da fogueira então, sempre que eu renascia, ele me matava!




Demorei umas 6 horas nele, tentando fugir (mas não sabia correr), tentando lutar (mas não sabia nem esquivar direito) e tipo, até fechar o jogo pelo alt+F4 eu tentei, pra ver se bugava o save, mas o cara nunca mais me esqueceu.




Então, eu tive de vencer, ou nem conseguiria prosseguir. Eu nem tinha conseguido sair de perto da primeira fogueira da fase, imagina! Foi ai que aprendi uma regra de Dark Souls: Observe, aprenda, e não desista.




Ele tinha um ataque mortal que contra-atacava quando eu batia nele, onde ele defendia bem na hora e me dava dano crítico, quebrando meu ataque e me atordoando por alguns milésimos de segundo, o que até fazia um barulhinho. Pois é, eu também tinha um golpe com o escudo e imaginei que podia funcionar, e funcionou. Eu aprendi a contra-atacar, defendendo bem na hora que ele ataca, com o "ataque de escudo" e ai, consegui acertar meu primeiro dano crítico nele.




Demorou mais umas 30 mortes até eu aprender o truque perfeitamente, e pegar o tempo certo... foi ai que, milagrosamente, matei o NPC, que nunca mais voltou.



E sim, quando um npc morre, ele jamais retorna.



Depois disso jurei nunca mais bater em npcs, e assim o fiz até o fim dos tempos.

 O Minotauro e o Dragão 


Avançando, achei alguns npcs, como o vendedor de Milagres (tipo magia, mas usa o atributo fé, foi um saco aprender a usar) e um cara fanático pelo sol. O bicho usava uma armadura enfeitada com ouro e admirava o sol. Mó maluco... porém, antes de chegar nele eu tive de enfrentar o Minotauro.




Cara, como foi demorado, foram mais umas 5 horas de jogo só pra aprender a chegar no Minotauro. Tinha um castelo, cheio de zumbis guerreiros, um Cavaleiro Negro que eu até matei, dropou uma espadona que eu não conseguia nem equipar (precisava de força) e um Cavaleiro Prateado, que tinha um escudão, uma espadona, matava num golpe só, e eu só consegui derrotar depois de dias de tentativa (inclusive, só o venci depois de ter derrotado vários outros chefes).




Ele inclusive dropou um Anel de Peso, que aumentava minha capacidade de carga, sem precisar do atributo respectivo. Isso foi ótimo pois consegui andar com armaduras e armas mais pesadas sem perder minha mobilidade. 




Alias, sim, em Dark Souls, você pode equipar e carregar o que quiser, só que quando você equipa, o peso te deixa mais lento se você não tiver força necessária, e a arma se torna inútil se você não tiver o atributo certo nos requisitos necessários. É tipo a nova temporada de Sword Art Online (Alicization).




Enfim, eu upei muito nessa parte, foi inclusive quando aprendi que quando você morre, sua alma fica onde você morreu, com todos os pontos que você já coletou. Se você morre outra vez sem pegar ela de volta, se ferrou, pois sua nova alma substitui a anterior, com o que você conseguiu. Como eu perdi exp nisso viu.




Enfim, quando achei o Minotauro, depois da Porta de Neblina (que demarca os chefes, e as regiões mais perigosas), me lasquei pois era uma batalha numa ponte finíssima, onde o bichão era enorme, e matava com 2 golpes na martelada, tinha 2 zumbis arqueiros na retaguarda, e pra piorar, podia empurrar pra fora da ponte, matando no ato.




Até tentei lutar com ele diretamente, mas eu só venci quando consegui achar um mercador, que vendia Arcos e Flechas, e usei essa arma contra o Minotauro (eu atirava de longe, e quando ele chegava bem perto, esquivava por baixo dele, corria pro outro lado da ponte e repetia o processo).




Alias, o Arco virou minha primeira arma favorita, e foi comprado. Eu até dropei uma Balesta, mas ela era uma porcaria pra se usar, quando eu descobri como usar. Acontece que a Balesta equipa Dardos, e o Arco equipa Flecha (comprei um monte de Dardos pro Arco e perdi grana). Só que a diferença entre ambos é o tipo de ataque: O Arco Mira, e usa as duas mãos. Você fica em primeira pessoa pra atirar, ou pode atirar com a mira travada em alvos mais ou menos próximos. Já a Balesta usa só 1 mão, porém é bem lerda pra recarregar, e por, não permite a mira.




Enfim, depois de muito tempo, venci o Minotauro, e sai todo feliz pra nova região a explorar, onde conheci o cavaleiro do Sol e segui pela ponte logo atrás dele, morrendo queimado pra um Dragão enorme.




Pois é, pois é, ele nem era chefe, mas me matou várias e várias vezes (como tudo no jogo). Era impossível resistir às chamas dele, mas eu precisava passar por baixo dele pra conseguir chegar na porta e continuar explorando. Foi um saco, eu cheguei a explorar outras alternativas, mas no fim, consegui passar por ele, correndo.




Eu provoquei ele com o arco, me escondi atrás do muro no meio da ponte, e depois, corri feito louco. Ele soltava fogo quando era provocado, ou quando se aproximava muito, mas a mureta protegia. Depois, ele voava pra ponte, saindo de cima da porta, e procurava o alvo, soltando mais fogo. No intervalo entre ele soltando fogo e pulando pra ponte, foi quando consegui passar.



Depois disso ele vai embora, mas sempre volta se tentar passar pela ponte de novo.




Só consegui vencer ele quando nem era mais preciso (tinha uma escada que conectava a primeira região com a fogueira na porta que ele guardava), porém, eu descobri que de baixo da ponte tinha um canto que dava pra atirar nele, e apesar dele se curar depois de alguns disparos, quando eu peguei um arco realmente bom, atirei tantas vezes seguidas que mesmo a regeneração dele não deu conta e ele faleceu.



Deu nada de mais também, mas foi demorado viu.

 O Demônio da Cidade dos Ladrões 

Durante minhas buscas por rotas alternativas com o dragão frustrando meu caminho, me deparei com uma cidade de ladrões (opa, olha minha galera la) onde até dropei um set completo igualzinho o que eu equipei de fábrica. O bicho la envenenavam e se escondiam, era como eu deveria lutar mas Shay é uma anta.




Enfim, no final da cidade tinha uma porta de neblina, que levava pra um beco bem pequeno, onde tinha um monstrão com cabeça de cabra e duas espadas, e alguns cachorros venenosos.




Deus, ele era rápido, forte, e nem dava pra esquivar direito naquele local pequeno. Inclusive já vi vídeos dizendo que ele é considerado um dos chefes mais difíceis de Dark Souls, porém, ele não é não.




Eu não matei ele no primeiro encontro, só depois que upei e me equipei mais com outros chefes vencidos, porém, a estratégia que usei contra ele foi até que bem simples, mais do que a costumeira "Correr, mirar e atirar". Eu apenas fui na espadada mesmo, na verdade, na Lança, a segunda arma que favoritei.




Apesar do espaço pequeno, esquivar é possível pois contato físico não causa dano (imagina se fosse um Mega Man da vida, ai sim seria tenso). Eu apenas rolei pros lados quando ele atacava (nunca usava contra-ataque em chefes, por medo de falhar e eu morrer numa só). Depois matava os cachorros pra não atrapalharem e por fim, atacava ele.




Legal que ele não leva pra nenhum lugar. A entrada pra região seguinte fica antes mesmo da porta de neblina, ou seja, ele é um chefe não obrigatório. Mas matei.

 As Gárgulas da Torre do Sino 

Depois da ponte, tem um tipo de Igreja, um grande templo repleto de mais zumbis guerreiros, arqueiros, uns servos zumbis que morrem fácil, e vários Cavaleiros Negros. Foi difícil passar? Como tudo em Dark Souls, claro. Porém depois de enfrentar os cavaleiros, entrar na igreja, matar um mago no arco, e salvar um NPC que promete dar uma recompensa, mas nunca mais vi na vida...




Cheguei no topo da igreja, com uma porta de Névoa. Era o chefe, um Gárgula grandão. Legal que nessa parte eu tinha restaurado minha humanidade, e alias, no jogo você é um zumbi, mas pode voltar a ser humano quando quiser, oferecendo Humanidade (um item pego de chefes, encontrado em alguns corpos e também, derrubado por monstros na região do chefe, se o chefe ainda existir). 




Esse item também é essencial pra melhorar a Fogueira (aumenta o tamanho dela, o que aumenta em +5 o número de poções restauradas por ela).




Bem, como humano, você pode invocar aliados antes dos chefes, por umas escrituras na entrada. Eu invoquei o cara do Sol, que virou meu parça, mas, apesar dele dar mó coro na Gárgula, enquanto eu podia mirar de longe de boa, ele não suportou a segunda Gárgula que apareceu do nada, e morreu, comigo indo junto na sequência. 




Se bem que, se não me engano, eu fugi da luta pra não morrer e perder a exp que tinha pego, usando um Osso Sagrado. É um item que leva de volta pra fogueira sem perder as almas.




Covardia a parte, não invoquei mais o carinha do sol pois, faltou humanidade. Então tive de vencer as Gárgulas na raça. Eu consegui, e nem foi difícil, mas só fui capaz de fazê-lo quando me senti mais seguro pelo level não pelos equipamentos. Eu simplesmente tirei tudo e fiquei peladona, com o mínimo de peso pra me esquivar e atacar.




Por incrível que pareça, funcionou, nem mesmo usei meu arco, apenas fui na lança e matei elas esquivando (essa foi uma estratégia corpo-a-corpo que usei por muito tempo até pegar o Anel do Peso).




Após vencer as Gárgulas, dropei um Elmo que usei por muito tempo, mó estiloso, e uma lança bem legal. Em seguida fui pra Torre do Sino, o primeiro Sino, que era minha única pista do que eu deveria fazer no jogo, dita pelo falecido NPC.




Na própria torre tem um sacerdote que oferece perdão pelos pecados, e eu cheguei a usar ele, mas só bem mais pra frente. O perdão dos pecados apaga seus atos malignos da mente dos npcs, ou seja, ele faz com que eles voltem ao normal. Além disso, ele vendia outros itens, mas nada de importante, agora.



 A Borboletinha da Floresta Sombria 

Então, em minhas jornadas por informação e rotas alternativas, encontrei uma floresta, após passar por um Ferreiro que refinava e reparava armas, e um mini chefe.




Alias, armas podem quebrar no jogo e se tornar inúteis. Da pra reparar elas conforme são gastas, pagando bastante almas pro ferreiro (almas são também a moeda) ou usando um pergaminho de Magia que repara armas (só peguei ele perto do fim do jogo). Enfim...

O mini chefe era um bicho feio numas ruínas antes da floresta, que jogava magia, mas matei ficando escondido atrás de uma pedra e atirando flechas (só depois de rever as imagens que fui notar que é o mesmo demônio feio que rasteja que vou encontrar outras vezes).




Depois, a floresta é repleta de arbustos andantes, gigantes de armadura, e até umas árvores vivas (que achei só depois de muito explorar) e uns cogumelos. Passando por isso tudo, chega-se numa torre pequena, em ruínas, com uma porta de neblina que da numa ponte bem mais fina que a do Minotauro.




Daí aparece a borboleta, com uma música muito calma, soltando pólen, voando lentamente e serenamente, quase como se não fosse um inimigo. 



Achei até que era um chefe "falso", mas não, ela é mesmo um chefe.




Ela lança bolas de energia e lasers, de vez em quando, só pra se defender, e tem horas que até pousa na ponte, pra comer algo, ficando completamente vulnerável. Ela nem tenta fugir dos ataques e flechadas... é meio triste.




Depois de vencer, e superar o sentimento de culpa, tem outro ainda pior no restante da floresta, que deveria ser chamada de "Floresta dos Inocentes, seu Monstro".

 O Lobo do Cemitério 

Tem um portão, esse portão só abre com uma chave que o ferreiro vende. Atrás dele tem um monte de fantasmas de guerreiros antigos, de várias classes diferentes (me lembrou muito os monstros da BioLab de Ragnarok Online).




Eu upei pra caramba la, achei um bug que dava pra jogar eles no penhasco e nem precisava lutar, e eles davam muita exp. Alguns eram até mini-chefes, e droparam armas incríveis como o Arco de Longo Alcance. Enfim, eu passei por eles, explorei, e cheguei na porta de neblina da fase.




Então, ela leva pra um tipo de cemitério de espadas (Keyblade War rs), porém com o campo bem aberto, e grande, circular. No meio, tem uma lápide gigantesca e uma espada enorme. Só de se aproximar, surge um Lobo colossal, pega a espada com a boca e começa a nos enfrentar.



Ele pula, da golpes na diagonal, na vertical, na horizontal, gira, avança, da investidas, esquiva... 



Ele é um bom guerreiro.




Porém, o mapa é grande, e a Lápide me serviu de escudo. Eu venci ele me escondendo atrás dela e atirando flechas, até ele morrer.




O tenso é que perto de morrer, ele começa a mancar, e continua tentando lutar mas, muito enfraquecido. Não da pra poupa-lo, mas da vontade.




Depois de assumir o fardo da culpa, Shay recebe um Anel pra andar no Abismo (Pacto de Artorias), que permitia andar no abismo, pela descrição, mas... onde ficava?



 O Feiticeiro e as Caveiras 

Bem, ainda em minha jornada de exploração, encontrei um outro cemitério, este cheio de caveiras vivas, com uma gruta escondida. 




Essa gruta era uma enorme caverna, repleta de caveiras imortais, que retornavam a vida por causa de Necromantes que se escondiam.




Custei pra notar isso, e matar os necromantes, mas ao fazê-lo tornou-se possível explorar melhor o submundo sombrio dos mortos... 



E ai, me deparei com uma enorme caverna, cheia de pontes de pedra, e muitas, mas muitas caveiras.



Tinha um carequinha também, que achei mó estranho estar la e só não ataquei, pois era um npc.




Enfim, depois de me aprofundar no abismo de caveiras, cheguei num ponto em que tive de dar um salto de fé, e alcancei um Ferreiro Caveira. 



Até fiquei com medo dele ser um chefe (ele aparece quebrando tudo), mas ele é de boa.




Depois disso tem umas rodas caveiras, e duas rotas, uma pra um sub-chefe, que é um monstro grande, escondido no escuro, que se arrasta e joga lasers, o qual matei de longe no arco, dando passinhos pro lado pra escapar dos lasers (e é o mesmo demônio que achei outras vezes e nem percebi).




O outro levava pro chefe, um bruxo, um tipo de necromante talvez... não sei, pois matei ele muito rápido quando ele começou a se mover e multiplicar. 



Eu buscava o verdadeiro e matava as copias na lançada giratória mesmo.



Foi realmente rápido, e no fim ele dropou uma lanterna de caveira.




Essa lanterna seria pra explorar mais a região, que se tornara ainda mais escura, só que tinha uma caveira gigante e fiquei com medo, daí joguei a caveira fora e fui embora.



Eu até achava que la era a cidade pestilenta mas, achei melhor passar pra mais tarde.

  O Dragão do Esgoto  

Bem, lembra da rota depois da cidade dos ladrões? Então, ela levava pra um esgoto, cheio de bichos de esgoto (ratos), e uns monstros parecidos com lagartos que causavam Maldição. 




Esse debuf é uma droga, pois deixa o HP pela metade, pra sempre, mesmo se restaurar a humanidade. Porém, da pra reverter usando um feitiço daquele sacerdote da torre, através de um item que ele vende.




Bem, quando passei por eles tudo, achei um cara que vendia armas de gelo, mó roubo pois essas armas são as únicas no jogo que não da pra restaurar se quebrarem ou desgastarem, e ai, achei o chefão, um dragão, que sai com uma cabecinha de um abismo nos esgotos, e é feio que só.



Ele tem dentes na barriga! 



É grande, lerdo, da medo, mas o mapa dele é grande de mais, da pra ficar só no arco, e foi isso que eu fiz.




As vezes ele da investidas e bate na parede (burro) ficando atordoado, dai dava pra bater de lança (que era mais forte que o arco).



Depois de vencer, da pra descer mais ainda no esgoto e chegar na Cidade Pestilenta.

 A Mulher Aranha de Fogo da Terra Pestilenta 

Bem, o lugar era fundo viu. 



Cheio de estruturas suspensas, pontes de madeira que balançavam, e muitos orcs que jogavam veneno.




Depois de descer tudo com um medo enorme de morrer e ter de andar tudo de novo, salvei na primeira fogueira que achei, e ai, desci mais e mais, até chegar numa parte em que o chão era veneno puro.




Tinham insetos pra caramba, e nem dava pra andar sem se envenenar. Por sorte na floresta coletei bastante ervas que curavam veneno e isso me deu tempo pra andar mais e chegar no chefe.




Depois deu ma toca cheia de teias, surge o chefe, uma Aranha Mulher, que só pra variar, usava fogo como elemento principal.




Cara, a melhor forma de matar insetos e bichos peçonhentos deveria ser sempre fogo, mas agora pensa, e se a criatura for do fogo, como faz!?



Matei no arco, fugindo das colunas e fossas de lava dela e das investidas. Não foi tão difícil.




Depois dela, temo Sino da Cidade Pestilenta, e ao toca-lo, é mostrado um portão (perto do ferreiro da floresta) se abrindo. É ai que a missão ganha uma nova e misteriosa direção. Subir tudo era meu dever, mas decidi dar uma fuçada melhor nas profundezas e cheguei no inferno, com uma fogueira, que me recusei a acender (pra não ficar preso la).



Foi ai que andei um pouco, e vi de longe, depois deu ma porta de neblina, um bicho enorme de fogo. 




Ele não parecia me ver, então peguei meu arco e atirei, e na hora, a barra enorme de HP dele apareceu, tocou música de chefe, e ele me matou com um único sopro de fogo.



Voltei pro meio da cidade pestilenta e sai de la o quanto antes.

 O Gigante de Pedra da Torre das Armadilhas 

Bem, depois de passar pelo enorme portão, onde tinha até um soldado de armadura gordona, que era NPC mas parecia mó preguiçoso, eu enfrentei vários Reptilianos, achei uma penca de armadilhas, lutei contra meu primeiro Baú carnívoro (injusto existir isso) e por fim, cheguei no topo da torre repleta de armadilhas.




La, enfrentei alguns cavaleiros negros, e 2 gigantes que jogavam pedras e explosivos. Por fim, cheguei no chefe, salvando em uma fogueira próxima.




O Chefe era um Gigante, bem forte, tão forte que só de mover sua arma, fazia projéteis de vento. Isso impossibilitou ficar de longe atirando.




O mapa era pequeno, com abertura pra cair, porém, o truque nele era justamente ficar perto de mais dele. Quando ele atacava, era só esquivar e continuar batendo, tomando cuidado com ataques em área que causam dano altíssimo, ou com as agarradas.



Logo após vencer ele, surgem uns diabretes que carregam você forçadamente pra outra região.



 O Caçador de Dragões e o Carrasco 

A Terra dos Gigantes, como chamei essa linda cidade, completamente vazia, tirando é claro as armaduras gigantes com vida, um gárgula mini boss, e os Cavaleiros Negros, além dos diabretes, e uns guerreiros de branco... é... é bem cheia pra dizer a verdade.




Custei pra aprender como passar por la, inclusive tive que viajar pelo mapa anterior buscando outros caminhos, imaginando que ali não era o objetivo ainda, mas, depois de passar por uma ponte improvisada, por dentro das construções e por fim, pelos cavaleiros negros, cheguei no chefe.



Dois chefes, alias, logo de cara. 



Um era um lanceiro, rápido, pequeno, e muito forte, e um carrasco grandão, lento, e igualmente mortal.




Cheguei até a invocar o carinha do sol pra me dar uma força, mas nem assim conseguimos vencer. Por sorte, eu aprendi um truque legal pra matar eles.




Bem, nesse chefe, quando um morre, o outro suga o poder dele e fica muito mais rápido e forte, sem contar que ambos atacam sem sincronia nenhuma, apenas atacam.




O mapa é repleto de pilares, que se quebram com os ataques deles, porém mantém as bases intactas, ainda obstruindo a passagem.




Meu truque foi matar o lanceiro primeiro, na lança mesmo, esquivando e batendo contra ele, sempre fugindo pro outro lado da sala quando o gordão chegava perto de mais, assim dava tempo de atacar o lanceiro tranquilamente (ele demorava pra nos alcançar).




Depois, com o arco em mãos, fiquei atrás de um pilar de coluna, contra o gigante, e ele tentava dar a volta, ou dar investidas, sempre sendo bloqueado pelo pilar.




Só precisei manter uma distancia básica entre o pilar, Shay e ele, e atirei flechas até ele morrer, sempre dando uns passinhos pro lado caso ele tentasse dar a volta.



Parece fácil né? Mas até descobrir morri pra caramba.

 A Mulher do Teletransporte e o Minhocão 

Após vencer eles, surge um elevador que leva pro andar seguinte, onde tem uma mulher enorme deitada, a qual da pra olhar através da fresta da porta. Foi por pouco que não atirei e matei ela, mas lembrei do cara do fogo ai, apenas entrei na sala.




Ela conversa conosco, nos reconhece como o Escolhido para derrotar o Senhor das Chamas atual, e pior, ela nos recompensa com um item que permite Teletransportar através da fogueira.




Se eu tivesse atirado, ela morreria no primeiro golpe, o mundo dela inteiro ficaria sombrio (a cidade dos gigantes) e pior, inimigos mais fortes apareceriam por la, e ela viraria um chefe! Sorte a minha que não a ataquei, e assim, mantive minha vida por mais tempo, além de ter um papo legal (o que é muito raro em Dark Souls... alias ela é filha do chefe final).




Com o item de teletransporte, e após restaurar a moça da fogueira inicial (sim, a primeira fogueira era protegida por uma guardiã, que acabou tendo a alma roubada, e isso manteve a fogueira apagada. Pra restaurar foi preciso lutar contra o cara que roubou, pouco antes de enfrentar a dupla de chefe) Eu fui pra uma fonte perto da fogueira, e cara, tinha um minhocão bigodudo la!




Antes dele aparecer, eu lembro de ter escutado vozes naquela água, e fiquei procurando por algo por um bom tempo, chegando ao cúmulo de achar que o Corvo falava (ele fica ali perto). Isso ocorre logo depois de se tocar o primeiro sino...



Mas na real era o minhocão que só aparece depois do segundo sino aparecer.




Ele era feio, falava estranho, mas falava! Ele explica que está la para me ajudar em minha missão destinada, e agora que toquei os 2 sinos, só era preciso a vasilha da moça gigante. Com ela em mãos, ele engole Shay, leva ela pra um buraco enorme e la, vomita ela, dizendo pra oferecer as 4 almas dos Lords na vasilha, pra então acessar o grande Lord das Chamas.



Pois é, ainda faltavam no mínimo 4 chefes, e ai seria o fim, mas eu tava longe de terminar.

 A Moça da Foice no Mundo Pintado 

Enquanto buscava pelos chefes restantes, explorei melhor a cidade dos gigantes e me deparei com um enorme quadro. Ele passou a ser acessível depois que descobri como voltar la pra prisão. Pois é, achei uma forma de voltar, foi quando perdi a Caveira Lanterna, mas a história é longa e não quero escrevê-la outra vez.




Mas eu vou resumir: Eu tentei pegar um Anel de Invisibilidade pra derrotar a Hydra (depois vou contar dela) porém, ele nem funcionou. O tenso é que troquei a Caveira por ele, e ai, ela foi útil pra outro local. Mas foi uma bagunça que fez-se perda de tempo no final das contas.




A única vantagem dessa desventura, foi a descoberta de como voltar pro mapa inicial, a prisão, pois era uma rota toda complicada.



Enfim, la inclusive o Demônio gordo reaparece, e é morto outra vez.




Depois, encontramos uma boneca, que ressoa com o Quadro Gigante. Ela nos leva pra um mundo novo, o mundo da pintura, repleto de criaturas que envenenam, harpias, e uns demônios feiosos.




O mais tenso de la é que, uma vez que se entra, não da pra sair, nem mesmo teleportando. A Fogueira salva, mas não teleporta de la, então eu era obrigado a explorar.



Foi demorado pra caramba, mas quando cheguei no chefe, ele falou comigo.




Era uma moça, meio dragão, bonita, com uma Foice maravilhosa ao seu lado. Eu queria muito aquela foice, mas ela foi tão simpática, disse que não queria briga, e ainda falou que pra sair de seu mundo, era só pular no buraco atrás dela.




Cara, ela deu a saída do mundo onde eu tava preso, quando que eu iria mata-la? Depois da borboleta? Depois do lobo? Nem a pau. A primeira oportunidade de poupar um chefe, eu o faria. Se bem que aquela foice me chamava...




Eu até voltei la, dedicado a pegar a foice, mas me arrependi de meus pensamentos sombrios e apenas deixei a moça la, na dela. Pra que matar?!



 Os 4 Reis e o Abismo 

Por outro lado, os 4 Reis matei sem dó. Eles eram um dos lords, que são encontrados no Abismo, aquele correspondente ao Anel, e pra andar sobre ele, que é um buraco de escuridão, só da usando esse anel.

Chegar nesse local foi legal, pois eu só descobri quando notei a existência da Guardiã da Chama. Quando a fogueira do começo apagou e não quis mais acender, dizendo que alguém matou a guardiã, explorei um pouco e descobri que tinha uma escadaria logo atrás, levando pra uma nova fase inteira, com o corpo da guardiã dentro de uma pequena prisão.




Cara, eu tinha passado tantas vezes ali e não tinha notado essa rota, mesmo explorando tanto, e ai, passei a fuçar... encontrando um elevador, pra uma região inundada e lotada de zumbis pedindo clemência (e pacíficos) e fantasmas (imortais, a menos que se use o item que transforma a arma em sagrada por um tempo).




Então, tem um ponto que não dava pra avançar pela falta da chave, que só é oferecida por um mago, o qual pede como simbolo de merecimento o Vaso da Moça Gigante. Só depois que consegui ele, pude avançar, drenando a água do local, graças a chave, e por fim, enfrentando vários Cavaleiros Negros e Fantasmas.




Daí aparece o abismo, depois de uma longa escadaria espiral pra baixo, que termina em um buraco negro de queda livre.




Com o anel equipado, é possível sobreviver a queda sem levar dano algum, porém, se tirar, é morte instantânea. La, aparece um chefe, que se demora muito pra derrotar, ele simplesmente se multiplica, invocando mais um, e mais um, e mais um, e mais um, até te massacrar.



Ele nem é forte, sozinho, mas com tudo junto é um terror. 




Matei ele na lança, usando as duas mãos (ficava mais forte assim) que custei pra aprender, e usando uma magia que dobrava meu dano (praticamente), enquanto sugava meu HP. 




Era complicado usar Magia, Milagre, Lança e Arco, tudo junto, pois pra cara recurso tem um esquema diferente:




Arcos precisam das duas mãos livres e flechas equipadas. Magia precisa de um Cajado Equipado, um Pergaminho selecionado e um tempo pra conjuração, além de ter que ter Inteligência pra lançar. Milagres precisam de um talismã equipado, tempo pra conjurar, o pergaminho respectivo (alias, pergaminhos tem limite de vezes pra uso, tipo Goblin Slayer, porém eles se restauram na fogueira) além de ser preciso investir em Fé, e por fim, Lança precisa de Força pra carregar, Agilidade pra mover, e usa uma, ou duas mãos, dependendo da pose de luta.



Aprendi a lidar com isso tudo e venci. Daí acendi a fogueira e sai de la.



 O Dragão Cobra  e a Música da Vitrola 



Seguindo pela terra dos gigantes, chegamos numa câmara aberta que leva pra um elevador e depois, pra uma Biblioteca enorme, repleta de zumbis cristalizados. 



Lá, é tudo um saco.




Mas ao encontrar o chefe, um dragão branco com semblante de serpente, o miserável mata e envenena rapidamente, sem nem tomar dano. Ele era imortal.




Pra piorar, ao morrer, ao invés de voltar pra fogueira da biblioteca, somos levados pra uma fogueira numa prisão subterrânea, repleta de zumbis, reptilianos, e cobras assassinas.



Daora que ao fugir da cela, uma Vitrola é tocada pelos reptilianos que encanta as Cobras, fazendo elas enlouquecerem. 



Na hora imaginei que era preciso tocar a Vitrola pra enfraquecer o chefe, e andar até ele, da prisão até o topo da biblioteca.




Eu fiz isso... foi demorado pra caramba mas eu fiz isso, e a música da vitrola até ressoava pela biblioteca, mas no fim, eu tava errado em minha estratégia mirabolante.




Morri num golpe só, voltei pra prisão, e ai decidi explorar mais, encontrando uma saída secreta, que dava pra uma floresta bem clara, a qual levava pra uma caverna de cristais, com chão invisível (e sim, minha armadura tava mó daora já).




Foi um saco descer, eu lembro que la embaixo encontrei um monte de ostras gigantes, bem fortes, tentei lutar, me ferrei, e ai corri pro chefe, na porta de neblina adiante, onde apareceu um Cristal, e o Dragão Branco surgiu do nada pra defendê-lo.




Quebrar o Cristal era o truque pra tirar a imortalidade dele, mas na primeira vez eu morri justamente por ter levado as ostras pro mapa junto, eles que me mataram.




Ao voltar, matei um por um antes de enfrentar o chefe, e matei o chefe na flechada, dando voltas nele e atirando enquanto ele virava lentamente.



Daí, acendi a fogueira e sai de la.



 O Aglomerado das Caveiras 



No abismo das caveiras, depois que peguei uma magia de iluminação me senti seguro pra explorar. Tinha caveiras gigantes pra caramba, e até umas caveiras bebês, mas o que importa é que no fim, achei o terceiro lord.




Ele foi o mais fácil de enfrentar, era basicamente um amontoado de esqueletos se mexendo, que invocava caveiras comuns e gigantes pra dar suporte.



Na primeira vez morri pro mob que se formou em mim quando tentei ir pra longe e atirar...



Mas na segunda vez fui pra cima dele com uma Lança de Fogo e pronto, ele morreu.



Então acendi a fogueira perto do caixão dele, e voltei pra superfície.



Observação: Aquele cara careca aparece pra nos trair ali embaixo, da mó empurrão, mas ele é gente boa.



 A Criatura de Fogo e o Corpo no Inferno 

Só restava explorar o quinto dos infernos, e ai fui dar um salve pra criatura do fogo. Nessa altura do campeonato, eu tinha usado o Sacerdote da Torre pra me purificar, pois sem querer tentei salvar um mago de uma jaula na torre com armadilhas, e ele ficou bravo comigo porque bati com a lança no pé dele, sem querer. Eu fui no sacerdote, paguei, e ele me perdoou, assim o mago me esqueceu e pediu pra eu salvar ele. Nunca salvei ele.


Bem, isso também reverteu o comportamento do chefe do fogo que eu tinha atacado, então cheguei mais perto. Ele apenas me olhava, não fazia nada, e ai explorei, e vi um corpo de uma mulher, num altar, com um monte de itens pra pegar.




Peguei, ignorando o monstro flamejante que me observava ameaçadamente. Pois é, ele atacou, a batalha começou no instante que peguei os itens do corpo, mas, curiosamente, ele não soprou fogo dessa vez.




Provavelmente por eu estar na frente do corpo carbonizado, ele não quis danifica-lo mais. Creio que ele sentia algo pela pessoa morta e protegia seu corpo, então ele não usava fogo, apenas batia com os tentáculos de lava nessa parte do mapa. Me aproveitei disso, e esquivei dele, pra bater nele, usando o túmulo como "escudo". Cruel né?



Vencendo, uma boa parte da lava da região se dissolve, e da pra explorar mais fundo. Ele ainda não era o lord.



 O Demônio da Prisão, versão Infernal 

Descendo mais no inferno, chegamos num templo satânico repleto de estátuas vivas e demônios. La, também aparece o Demônio Gordo da prisão, só que pegando fogo (bicho).



Ele é fácil de destruir, seguindo a mesma estratégia apelativa dos chefes mais simples: Desce a lança!




Algo mais importante do que ele, é o Cavaleiro do Sol, aquele cara la que me ajudou, ele aparece como inimigo pouco depois, com um parasita reluzente na cabeça. Ele tinha sido controlado pelos parasitas do inferno.




Depois de matar ele, pegamos o parasita como capacete, que faz o mesmo que a magia de luz, iluminando o caminho, mas permanentemente. Ele não chega a nos controlar (eu acho).



 A Centopeia de Lava e o Anel 

Então, explorando como sempre, cada vez mais fundo nas chamas, surge uma Centopeia andando livremente na lava, e usando isso contra Shay.



Ela arremessa fogo, ataca aproveitando que não tem pra onde se mover sem tomar dano, e é bem chatinha.




Porém, até da pra andar na lava, só que levamos bastante dano com isso. Da pra tentar passar pra um território mais largo onde é possível esquivar das investidas dela e assim, vencer na lança.



Arco não funcionou com ela por causa do fogo que ela joga de volta.



O legal é que depois de morta, ela libera um Anel que permite andar na lava sem levar dano.

 A Árvore do Caos 



Por fim, passando por um território satânico, cheio de dinossauros infernais, e lava, chegamos no território do Lord de la. É preciso enfrentar estátuas vivas, e umas plantas carnívoras, além de uma moça feiticeira estranha, que nunca mais aparece depois de morta.



Esse é o primeiro chefe e único, que não tem HP, mas sim, é formado por fases de luta.




Primeiro, entrando na área dele depois de um escorregador, ele é uma grande árvore com 2 bolhas protegidas com galhos. É preciso chegar perto delas, quebrar os galhos, enquanto escapa dos empurrões que ele da varrendo a tela inteira com seus braços de madeira.




Depois que de destruir a primeira bolha, ele pega fogo e ai fica tenso. O chão começa a desmoronar em vários pontos, matando na hora. Ele permanece com os buracos em retornos posteriores, e o chefe continua flamejante, e com a esfera danificada.




Tem uma fogueira mais ou menos perto dele, mas o caminho sempre exige passar pelo mar de lava e os dinossauros. É chato, então eu passei a usar outra rota, por uma ponte com um demônio rastejante (tipo aquele das sombras), que eu evitava e corria até ele.




Voltar até o chefe é sempre a parte chata nesse, e é frustrante pois, ele sempre da um jeito de matar, seja com fogo, seja varrendo com o braço de madeira, jogando no penhasco, derrubando em buracos, ou batendo com tentáculos de lava que ele invoca.




Depois de milagrosamente destruir a segunda esfera, tudo piora pois ele passa a usar 2 tentáculos de lava e fica ainda mais forte.




Só é preciso então pular num buraco que se abre bem no meio dele, torcer pra cair em cima da raiz dele, e andar, cortando os galhos tudo, até chegar num inseto pequeno que morre num hit só.




É bem difícil, pois tudo pode matar ali. A Lava, as pancadas, as colunas de fogo que ele invoca (mesmo na raiz) e por ai vai.



Vencendo, acende-se a fogueira e fim, saímos de la.



 O Alvo Final 



Com toda as almas, o chefe final é encontrado.



O portão se abre, e da pra ver fantasmas de cavaleiros andando, que não atacam (são apenas sombras).



Depois, o mapa dele é uma cidade coberta por cinzas, toda destruída, como se o fogo tivesse consumido tudo.



Tem cavaleiros negros defendendo mas, passar por eles nem é desafiador a essa altura.



Então, chegando na câmara do chefe, eles nos encara, o chefe mais fácil de todos.




É só um cara com uma espada de fogo. Ele usa movimentos de cavaleiros negros, pulando, esquivando, atirando fogo, mas, é realmente fácil.



Da pra esquivar e contra-atacar de boa, ele praticamente avisa quando vai bater, e ele toma muito dano com os golpes.



Matei ele na primeira tentativa de tão fácil que é.



Ai, surge a fogueira. Acendi e fui explorar... pra que?



Ao acender a fogueira, o jogo termina... As chamas consomem Shay e pronto, ela vira o sacrifício pra chama renascer.




Basicamente, o Lord das Chamas estava mantendo ela apagada pra dominar o mundo, e nós nos sacrificamos para acende-la e salvar o mundo, impedindo que as trevas dominassem tudo.




Só que, não há aviso nenhum. Quando ela é acesa, nem há pergunta se realmente queremos isso, ou alerta que é o final. Tipo, ela acende, o jogo acaba, rolam créditos e ai voltamos la pra prisão, com tudo que pegamos é claro, mas de volta ao início.



Pensar que tem outro final, em que da pra sair pela porta e ignorar a fogueira. Só de voltar, o jogo acaba também, um monte de minhoconas bigodudas te condecoram como novo Lord das Chamas e dizem que agora, nós dominaremos o mundo diante da escuridão eminente.

Tenso né?!



Bem, o jogo termina aqui mas, tem uma DLC, e algumas considerações finais:

 A Hydra, a Moça e a Quimera 

Tem um mini chefe que me marcou muito, o qual eu preciso dizer que consegui matar: A Hydra.




Ela aparece logo após aquele Cavaleiro Prateado, que guardava uma porta pra uma outra entrada da floresta, cheia de golens de cristal.



Ela é bem forte, pois lança esferas explosivas de água, de longe mesmo, de fora do campo de visão, e elas rastreiam. 




Não da pra atacar ela de perto, eu tentei, e cai na água, e não da pra atacar ela de longe, pois ela acerta antes (cheguei a tentar usando um anel invisível, que li que funcionava em um site, mas não deu nada certo comigo).




Matei ela dando a volta no mapa do Lobo (quando abri a porta), e mirando nas cabeças com o Arco de Longo Alcance (ele vai bem mais longe). Ela não me via, e demorei 3 horas, mas destruí todas as cabeças e ela morreu, antes mesmo do HP do corpo descer totalmente.



Ela nem é uma Hydra de verdade, é mais um dragão de múltiplas cabeças (Hydras criariam novas cabeças).



Depois de derrotar ela, tem um Golem dourado logo atrás do lago dela (da pra contornar) e ai, quando ele é destruído... 



Uma moça aparece no lugar dele, dizendo que você quebrou sua maldição, e pedindo aliança.




Depois ela simplesmente some, mas aparece um portal um tempo depois, que puxa Shay através do tempo e espaço, levando pro passado! 



La, tem uma Quimera logo no comecinho, que é bem fácil de derrotar mas, é preciso mencionar.



Essa é a DLC do chefe realmente mais difícil de todos.

 Artorias 


O dono do Anel do Abismo, uma lenda, o primeiro que caminhou no abismo e sobreviveu. Artorias de alguma forma virou um zumbi. Ele ta sem um braço, sem consciência, e tomado pelas trevas, porém é muito forte.




Ele ataca na vertical, horizontal, diagonal, girando, pulando, dando investidas e até estourando com a escuridão, e triplicando seu dano causado.



Ele é como o Lobo Gigante, porém menor, mais rápido, e muito mais forte.




Na verdade, aquele túmulo é dele, aquela espada é dele, aquele lobo é dele. Artorias era um herói que foi destruído no passado por uma entidade diabólica, a qual precisamos caçar e restabelecer o curso da história.



Demorei pra vencê-lo. Alias, ele era meu treinamento entre um chefe e outro, depois que o encontrei (na metade do jogo).




Foi graças a ele que dominei a arte da esquiva e contra-ataque, porém, confesso que só o derrotei apelando pra força bruta: 




Equipei Lança com duas mãos e usei magia de potencialização de dano, o que me permitiu mata-lo com 4 golpes rápidos, antes dele me matar.



Após derrotar Artorias, o caminho da DLC fica livre e, aparece uma mulher pra velar o corpo dele.



 O Dragão Negro e o Arco Gigante 

Seguindo, tem um Dragão Negro, que alias aparece várias vezes pelo caminho antes mesmo de se chegar em Artorias. Tem vários espantalhos vivos no caminho e ele surge no inicio, só pra assustar, mas não é desafiável.



Ele fica disponível depois do Artórias, graças ao amigo Gigante dele.



Antes, até da pra tentar enfrenta-lo, mas ele mata com um sopro de fogo voando baixo, e é impossível feri-lo.


O Gigante quem ajuda, usando seu arco Gigante (que eu queria muito) pra atirar nas asas dele, e assim, prejudicar seu voou.




Ele ainda assim é bem difícil, consegue planar brevemente, e atirar fogo de várias formas, além de bater com o rabo, asas e dentes.




Matei ele apelando da mesma forma que com Artorias (apesar de ter tentado usar um Arco Gigante nele, que eu tinha conseguido na Terra dos Gigantes, mas foi inútil).



Alias, ele era pra ser o último dragão da história, por isso o Gigante da o arco dele, de caçar dragões, de presente pra Shay.




Só que, Arcos Grandes são um saco de usar, pois é preciso fincar eles no chão, ficar parado, e atirar. São lentos e nem tão fortes assim, além de usarem Arpões, que são caros pacas.




Mas, como esse é o passado, sabemos que ainda tem dragões. Tem aquele da ponte, e um outro zumbi que matei rapidão, além daquele dos esgotos, e o imortal.




O mais legal de tudo, é que o Dragão Negro da de presente uma porcaria de um anel que Dobra o Dano Recebido. Tipo, é um anel suicida.

 O Inimigo que Jamais Enfrentei 

E bem, depois dele, tem até um grande castelo, cheio de inimigos, legal de explorar, que eu me aventurei e fucei todo canto, menos 1 porta, pois acabei morrendo sem querer perto dela, antes de abri-la. Ignorei ela e pensei "Só uma porta, não me levaria pra lugar nenhum" e fui pro chefe final do jogo.




Pois é, essa porta levaria pra um abismo, onde enfrentaria seres do abismo, encontraria o Lobo de Artorias e salvaria ele (no passado) e no fim, peitaria o chefe verdadeiro, do Abismo, da DLC...

Nunca o enfrentei... então não tenho como falar dele com maior propriedade. O que sei foi de pesquisas posteriores... pra ver os chefes que esqueci de derrotar... e fiquei tristão.

Não mais que após deletar meu post.

Porém, aqui estamos nós, no final... eu, consegui.


Não ficou a mesma coisa, de verdade, mas estou feliz em conseguir compartilhar ao menos um pouco do que recordei contigo.

Espero que tenha curtido... e sinto muito.

FIM

16 comentários:

  1. Uma hora dessas e eu rindo aqui com sua experiência em jogar Dark Souls. Quase tive um troço logo no começo quando cê atacou o NPC huahuahuahuahu

    Ai meu deus hehehe. O pior é que sempre ouvi falar desse jogo e até cheguei a ver uma rápida gameplay dele (se não me engano foi numa live que a Monique Alves, do site e canal Resident Evil Database, fez ao jogar Dark Souls 3). Ela dava um passo e morria. Toda hora. Toda hora...

    Na época eu pensei: "Mas é nunca que vou jogar isso!". Então leio sua análise e reafirmo que não vou jogar mesmo. Sua descrição do game ficou muito bem escrita e explicada (à sua maneira), e sinto muito por você ter excluído a primeira versão do texto. Mas ah lá! Joga o jogo do contente: apesar de frustrado você não desistiu e escreveu tudo novamente, mesmo que de forma resumida, superando mais um obstáculo.

    Tá, mas por que não pretendo jogar DS? Simples: é difícil pra carvalho! Cara, faz uns 2 meses que comprei a versão remasterizada de Crash Bandicoot (jogo de criança!), mas eu morro tanto que fico irritado e paro de jogar hahaha. Não consegui sair do primeiro mundo ainda. Chega mais e pensa aqui comigo: a pessoa passa o dia inteiro trabalhando sob estresse, daí chega em casa a noite e só quer relaxar de boa. Pega um jogo bobinho tipo Crash e começa a morrer 20 vezes seguidas porque o infeliz do bicho não sabe atravessar uma ponte toda caindo aos pedaços. O que era pra ser um momento de paz, lazer e diversão se torna puro estresse.

    Então não, não pretendo jogar Dark Souls, embora sua análise tenha deixado o jogo mais interessante. A não ser que venha com um chazinho de maracujá como brinde...

    Forças, guerreiro!

    Ah, uma dica rápida! Já passei por algo semelhante com meu blog. Então as vezes, só as vezes, depois que escrevo tudo, eu copio o texto inteiro e colo no Word ou no Bloco de Notas. Só pra não correr o risco de perder o trabalho. ;)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ufa, que bom que gostou kkk, rir com Dark Souls é algo complicado pois cara, que jogo frustrante. Se bem que sempre que eu realizava o milagre de acabar com um inimigo fortão, eu sentia tamanha realização que compensava as 20 horas de vida desperdiçadas nele.

      Deixei tanta coisa de fora desse texto... tantos eventos legais, tantas curiosidades. Claro que eu consegui resgatar as melhores partes mas enquanto eu estava selecionando as imagens, fui lembrando de alguns pontos (que acabei decidindo não incluir no texto, caso contrário iria prolongar o tempo e vai que eu perdia tudo de novo... traumatizei). Eu deixei o texto pronto, na geladeira, por 4 dias... depois de 2 meses escrevendo... foi mais um dos milagres que me deixaram realizado... nesse caso depois de exatas 12 horas escrevendo sem parar, apenas usando minha memória como base.

      Fico realmente feliz por ter conseguido transferir a experiência de forma digna. Fiquei um pouco receoso que o modelo não ia valer, pois muitos poderiam sei la, pedir pra que eu explicasse pontos que não compreenderam de Dark Souls, e de fato, confesso que dei uma boa pesquisada dentro do jogo, posteriormente, pelas imagens (foram 88 mil fotos que vi 2 vezes, cada uma... uma porrada repetida, tipo figurinha kkk) e acabei entendendo algumas coisas que na primeira jogatina não saquei, por exemplo, os 4 seres do inicio do jogo, citados na lenda, que lutaram na guerra, são os 4 desafiados no final... eu nem tinha sacado isso quando joguei. Porém são coisas que eu simplesmente não posso incluir no post diretamente, afinal, ele é um post de experiência.

      Depois do ocorrido, to passando a criar backups dos arquivos. Eu já deveria ter me acostumado a isso.

      Quanto a dificuldade, eu entendo... jogos são pra entreter... mas cá entre nós, DS nem é tão difícil assim. Depois que você encontra um método de derrotar os inimigos e conhece o caminho, fica mó fácil... Nunca mais jogarei o um... mas é mó fácil!!! (Aham, é que não marca o tempo de campanha mas se não me engano, demorei umas 72 horas corridas e morri no mínimo mais de 1000 vezes... o tanto de tela de Game-Over das fotos num era brincadeira kkkk).

      See yah sr João, e que bom que curtiu!!!

      Excluir
  2. Meu Deus tive um ataque de risada quando você falou que atacou o primeiro Npc, Dark Souls ele é um jogo meio que pra testar sua sanidade pois as vezes você pode tá mo upado mais pode morrer por besteira,engraçado que eu já vi youtubers chorando quase pra tentar derrotar o chefe final e morrendo trocentas vezes e ai vem a Shay e mata ele de primeira kkk, e olha que esse foi o primeiro jogo ainda.

    Parece que dá História do jogo não há muita coisa e não sei se os outros jogos ou até mesmo Bloodborne tem relação, mesmo você tendo apagado o post original,esse aqui ficou muito bom.

    Eu viciei geralmente num jogo que é muito inspirado em Dark souls e um pouco de castlevania (mais pelo menos em história você não fica tão perdido) que é dead cells, ele até que é curto, mais bem ''demorado'' tipo Shadow of Colosus,ele é 2d se quiser ver um dia.

    Bom é isso,See Yah.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu tive um ataque de pânico quando tentei escapar. Até pular no laguinho eu pulei pra ver se o bicho saia da minha cola e nada. Cara, como foi tenso vencer aquilo. Posteriormente, após zerar o jogo, eu vi em sites que em caso de atacar o npc, uma alternativa pra vencê-lo é se jogar do abismo e torcer pra ele ir junto... agora fala isso pra uma mina zumbi desesperada que só que saber onde ta!

      Eu te juro que não consegui entender o último chefe. Eu realmente esperei uma segunda fase, até tomei poção quando derrotei ele, pra me preparar pra algum bote ou algo do tipo... não foi algo comum. Ele não bugou, ele realmente lutou, ele me acertou algumas vezes mas até contra-ataque eu fiz nele, era um chefe deveras fácil... como que pode ser o último? E como pode ser um pesadelo pra alguns jogadores e pra mim não? Sendo que Dark Souls não tem nível de dificuldade (até tem, ele no Plus, que é depois que salva, fica mais hardcore mas, ainda na primeira rodada ele é tenso), e eu sou um lixo como jogador estrategista... será que foi mera sorte? Será que o Lord do Fogo tava com pena pelo tempo que eu demorei? Será que ele ficou feliz por eu ter polpado a filha dele e quis me dar uma colher de chá? Nunca saberemos... pois Dark Souls 1 já foi.

      Mas, sr Vini, fico bem feliz por ter gostado do artigo. Foi a segunda leva, mas ficou tão divertida quanto eu imaginava, e pra mim ta valendo! Eu ainda não chequei todos os erros e caso tenham muitos, peço perdão tá, eu tava tão ansioso pra publicar que nem me segurei.

      Bem, sobre história, fica tudo nos itens, eu acho... mas é tudo muito... poético... sabe quando tudo é descrito como se fosse uma história antiga e tal? É difícil unir tudo isso em um único contexto. Tem detalhes visuais e personagens que se você prestar muita atenção, ajudam a compreender o enredo, mas isso pra mim não vale muito. Não que eu goste de tudo mastigadinho e tal, mas DS é muito caótico e meio morto nesse sentido, provavelmente como uma característica da série. Talvez em próximos jogos eu busque entender melhor o enredo.

      Sobre Dead Cells, não conheço, vou dar uma olhada. Jogos "demorados" são interessantes pra criar rotina (todo dia depois do trampo, joga um pouco, é legal) mas, não sei se to pronto pra mais um dark souls da vida.

      See yah sr Vini, e muito obrigado por ter curtido.

      Excluir
  3. Em primeiro lugar eu imagino o quanto foi frustrante pra vc escrever um post inteiro tudo detalhadinho durante muito tempo e chegar na hora de publicar e... acontecer isso. Engraçado que passei uma coisa parecida aqui mesmo no seu blog em um comentario que matei pra fazer e dps o perder antes de publicar... e foram duas vezes na segunda foi até melhor, depois disso deu um puta trauma(por isso que é bom copiar o texto antes de publicar caso isso ocorra, é beeeem frustrante).

    Segunda coisa agr sobre o game realmente da pra compara-lo a SoTc tanto em aprender a derrotar os chefes com estrategias tanto em partes da jogabilidade(que acaba deixando bem lerdo infelizmente).

    Vc falando do anél do dragão "grego" nao sei pq me fez lembrar da boneca de sh4 que quando vc pega é impossivel se livrar e só atras mais espiritos.

    Agora sobre o npc... kkkkkk esse é um dos tipos de coisas q demonstra o quanto DS mostra coisas sobre o jogador, vc o atacar em vez de o ignorar mostra que se(na sua cabeça nesse caso)vc tiver a oportunidade de fazer algo que nào é nada legal apenas pra sua satisfaçao ja q sabe que nao vai da nada(onde vc se ferrou kkkk) vc vai fazer!

    Sobre o ultimo chefé, lembro que matei a mina da foice, e na batalha contra ele deu um trabalho danado pra vence-lo, fico me perguntando se isso tem aver ou se foi só uma conhecidencia...(e vc querendo mata-la mesmo com pena só pra ter algo que achou bunito, mesmo sem necessidade, mostra mais uma coisa sobre vc... seu egoismo... mas vc se segurou nessa entao da pra relevar)

    Eu prefiro os jrpgs mas tambem adoro esses rpgs (que são chamdos de rpgs americanos, que sao mais dinamicos que os japoneses) onde vc pode meio que moldar seu proprio percurso na historia mesmo tendo ja uma base definida, e definir sobre classe e sexo e etc desde o inicio...

    E por falar nisso acho q vc nao tava querendo que eu lesse esse post(ou pelo menos não percebesse uma parte) por uma coisa... DA ONDE RAIOS VC TIROU A IDEIA DE SEU PERSONAGEM SER UM LADRAO QUE USA ARCO???? Isso foi uma puuuuta noobice kkkkkkkkkk

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Foi bastante, e aprendi com a falha. Nunca mais termino algo sem fazer backup. Repito que a coisa mais frustrante foi ter terminado o artigo inteiro depois de meses digitando pouco a pouco, todo paciente, edita-lo, e deixa-lo de molho (eu tava ansioso pra digitar o outro post) por apenas 4 dias... se eu tivesse me focado plenamente nele, teria conseguido publicar mas, no meio da empolgação me ferrei inteiro. Nunca mais esqueço backups... foram 19 mil palavras T_T, cheguei a mostrar para meu irmão o texto, e um leitor chegou a elogiar o rascunho quando eu o mostrei... fiquei tristão.

      Em alguns momentos lembra mesmo o Shadow, inclusive na questão de se perder. Porém no Shadow da pra se guiar pela espada, em DS nem isso tem.

      "Grego"? Bem... de fato lembra a boneca... um item inútil que ta la pra te atrapalhar. Eu até achei que podia ter algum efeito especial mas ele só existe pra deixar o jogo mais difícil, se você equipar. Pior recompensa ever!

      Foi vacilo de minha parte, e depois disso nunca mais ataquei NPCs propositalmente. Só pra constar, ele tinha sido o segundo npc que eu matei no jogo, porém o primeiro era o cara que deu a chave pra fugir da jaula la no comecinho, e por alguma razão tinha ficado muito machucado e estava morrendo. Ele diz que irá morrer, e virar um zumbi, e se tornar uma ameaça, e ai eu decidi mata-lo, mesmo ele me ajudando. Ele até grita "porqueee" mas tipo, quando o jogo resetou, eu deixei ele vivo e sai da sala, e ele morre do mesmo jeito. Pelo que reparei, os npcs podem se converter em inimigos a longo prazo, como aconteceu com o cara do Sol... As vezes esse cara vivaria vilão... porque não? Ele era bem negativo... mas eu me lasquei kkk. Moral da história: Melhor não mexer com quem ta de boa.

      jRPG são legais mesmo... agora sobre RPGs Americanos, eu não consigo gostar dessa descrição... apesar de sim, fazer muito sentido. Lembra RPGs de mesa, com você montando seu personagem e criando seu próprio trajeto na história, porém... to bem acostumado com o "jRPG" ao ponto de chama-lo apenas de "RPG". Pra mim RPG é todo jogo com grupos e estratégias... é bobagem minha.

      E sim... ladrão com arco. Nem é tão absurdo assim, em Ragnarok Online podemos criar Gatunos com arcos e, suas evoluções também usam arcos... pif...

      Obrigado pela leitura srta Lockhart.

      Excluir
    2. Ainda mais vc sendo sensivel pra quase qualquer coisa ne msm? Mas realmente não é bom fazer qualquer tipos de trabalhos diferentes ao mesmo tempo, acaba gerando confusão e se complicando. Eu mesma to jogando quatro jogos diferentes e a partes q me da uma bugada no cerebro!

      Grego de tipo um presente grego sabe kkk

      Vc é cruel demais e revoltado demais nessas coisas(eu entendo, vc ja passou por varias coisas que moldaram sua personalidade é uma de suas formas de se expressar, mas chega a ser cruel), e acaba forçando coisas tragicas demais(tipo escolhendo opçoes mais tragicas, e teorisando mais "tragicamente")

      JRPGs e RPGs americanos é a forma de diferenciar os rpgs do oriente e ocidente, exemplo: Final Fantasy, Dragon Quest(jRPGs/oriente); The Elder Scrows, Fallout(RPGs americanos/ocidente), mas sao todos rpgs no final de tudo...

      E obs:eu usei o termo "rpg americano" pro DS mas ele na verdade é do oriente, apenas é do tipo dos que sao feitos no ocidente.

      Agora entendo pq suas influencias te ensinaram mal, a alguns que mudam alguns padroes de mitologias medievais, e vc se inspirou justo em um destes rs

      You're welcome sr rs

      Excluir
    3. O chato é que ficar focado em apenas um projeto também acaba sendo meio chato... eu vou dar um jeito de fazer ambos. Focar em vários, e não me confundir.

      Entendi agora kkk. De fato, um belo de um presente grego.

      Lamentavelmente, eu tenho tendencia a decisões mais negativas... é uma verdade apesar dos pesares.

      Eu ainda não consigo considerar DS um RPG, sei la, tem muito mais teor de action do que RPG... mas entendi a diferença.

      Minha base nesse sentido é meio desajustada... rs

      Thanks...

      Excluir
    4. O que frustra mais é o que vc fez pararalemente nao teve um bom feedback ne mesmo? O que frustra é que teoricamente foi por causa dele que vc perdeu o outro post(esse ficou bom, mas da pra notar que vc fez mais rapidamente e resumidamente demais em certas partes).

      Ao contrario, da pra perceber que tem mais coisa de RPG do que action(classes,exp,escolha de sexo coisa que começou bem dizer nos primeiros rpgs, entre outras coisas que começaram mesmo nos rpgs de raiz, alem dos proprios criadores os definirem assim), ja que as coisas de action é só a dinamica nos combates mais que ja é uma coisa que os novos RPGs usam.

      É kkk logo logo vc vai fzr mais combinaçoes "nonsense" pra eu rir mais kkkk(apesar de isso ser vergonhoso e frustrante... pelo menos pra mim... rs)

      Excluir
    5. Tecnicamente, sim. Mas na verdade o post que foi responsável por essa derrota é outro que eu ainda não postei. Mas ele tem relação com o feedback do anterior sim. Isso desanima um teco mas, nah... no fim o que importa é que os leitores curtiram, e eu registrei tudo... mas é, tiveram pontos que resumi pacas... pois eu não tinha mais como me estender... tanto por causa do outro post que sim, me deu um mal feedback, quanto por causa do material perdido que me assombrou.

      Vendo por esse lado, faz sentido.

      Combinações nonsense...

      kkk

      Excluir
    6. Temos um sherock holmes aqui...

      Excluir

Seguidores do Google+