PesquisaMorte:

ArquivoMorte

FeedMorte

CadastroMorte

Cadastre seu e-mail aqui:

Delivered by FeedBurner

quarta-feira, 5 de julho de 2017

AnáliseMorte: Fatal Frame / Project Zero / Zero - Tudo sobre Fantasminhas.

Pois é, chegou a hora de falar de um dos games que eu tinha medinho de jogar desde criança, mas agora como sou hominho, e recebi alguns pedidos, tomei coragem e finalizei o game!



Então, bora falar de "Fatal Frame" (versão americana), que na versão original (japonesa) se chama "Zero" e na versão européia (que foi a que eu joguei, porque tem múltiplos idiomas) se chama "Project Zero".

Essa analise é baseada em fatos reais. 
Tem spoilers. 

Boa leitura!


Vamos começar falando do nome do jogo. Por muito tempo evitei jogar Fatal Frame principalmente pelo fato de não possuir uma versão em inglês do mesmo. O único DVD que eu tinha era em japonês e eu não manjo nada de japonês. Por conta disso, eu não via muita motivação pra jogar algo que muito provavelmente eu não entenderia nada da história, além de nem saber como jogar. Eu me lembro de ter visto um monte de kanjis, uns vermelhos, uns brancos, uns verdes, umas fotos do que fazer e dava pra perceber que aquilo era um tutorial de movimentos, mas tipo... eu não manjo nada de japonês!

Então eu evitei todo o tipo de contato com a coisa. Inclusive eu evitei filmes que lembrassem Fatal Frame, pra não ficar com vontade de jogar... mas depois de alguns pedidos e recomendações eu comecei a cogitar a possibilidade de jogar mesmo sendo tudo em japa, e até pesquisei por alguma outra versão, nem que fosse em inglês, até que em um belo dia, descobri que tem sim versões em outros idiomas, e até em espanhol, mas era algo difícil de encontrar (principalmente para leigos na franquia) pois o nome do jogo muda completamente nessas versões, para "Project Zero".


O game foi originalmente lançado pra PlayStation 2, em 2001, desenvolvido pela Tecmo.
Mas o jogo é o mesmo, não muda nada no enredo nem tem nenhum tipo de censura, no máximo ele recebeu áudio em inglês e uma retocada nos gráficos (e isso veio da versão em inglês). Mas ele é totalmente traduzido pra espanhol (que pra mim, facilita bastante o entendimento, já que eu manjo um pouco de espanhol) e tem áudio em inglês também, o que ajuda bem mais que no idioma oriental.

Foi por conta disso alias, que eu entendi que as versões Europeias são as mais "ricas" em idiomas, e consegui romper a barreira da comunicação. A análise de Final Fantasy XII, Rule of Rose e até o Zelda Breath of The Wild foram bem facilitadas graças às versões "EUR", só pra você ver o quanto esse jogo me influenciou e significou bastante, mesmo antes de eu conhecer sua história e jogabilidade.

O jogo é, basicamente, uma menina fotografando fantasmas numa mansão japonesa totalmente assombrada. Claro que, há razões pra ela estar bancando a paparazzi e também, tem motivos mais do que suficientes pros gasparzinhos darem as caras (quando tem...) sempre que a mocinha é avistada.



O nome do jogo, o nome original "Zero", é uma referência ao "Estado Zero" da câmera, que é quando ela foca com perfeição um momento agressivo dos fantasminhas. Surge os dizeres "Zero" quando a foto consegue um feito desses, e equivale a um ataque crítico. 



No caso de "Fatal Frame", a essência do nome foi captada na tradução, pois é justamente isso que ele significa: "Quadro Fatal", o enquadramento mortal dos fantasminhas pela câmera. 

Mas a tradução européia, que mandou um "Project Zero" parece ter se inspirado erroneamente em outra fonte. Pelo que eu entendi, o nome com "Project" pertencia a equipe de arte do jogo,  e os caras usaram esse mesmo título pra versão multinacional. O problema é que, isso foge ao tema, pois  o nome faz parecer que o jogo fala de um projeto de alguma coisa, algo com ficção científica e tal, o que passa longe de ser verdade.

Trata-se de um survival horror composto pelo mais refinado terror japonês, com bastante seres pálidos de cabelos escuros com olhos vazios, rezas diabólicas recitadas por vozes horripilantes, fantasmas contorcidos das mais variadas, desconfortáveis e assustadoras maneiras, rituais bizarros com tortura extrema, etc. 



O objetivo, é sobreviver a uma jornada repleta de mistérios sobre rituais do passado que influenciaram na aparição dos muitos fantasmas, enquanto busca por uma pessoa querida, perdida na mansão, com uma câmera em uma mão, e uma lanterna na outra.



Apesar de ser um jogo de terror, Fatal Frame não busca assustar com jumpscary, gore e essas modinhas que dominaram os games do gênero atualmente, mas sim criar todo uma atmosfera macabra, com uma trama entupida de segredos maquiavélicos e espíritos que mais perturbam pela forma de se movimentar e pelo som que produzem, do que pelo dano que podem causar. Além disso, há uma constante exploração sobre o que levou os fantasmas a ficarem da forma como são vistos, e acredite, os bichos sofreram.



Mas, infelizmente este não é um jogo pra qualquer um. Ele meio que exige paciência e atenção exageradamente, e sua riqueza gráfica não é meramente ilustrativa, já que praticamente tudo que há nos cenários, tem um motivo e um significado pra estar la. Tudo é usado de um jeito ou de outro, e apesar do mapa meio limitado (é apenas uma horripilante mansão), tudo é devidamente explorado... e este é um dos pontos fortes e fracos ao mesmo tempo.



É preciso andar pelo mesmo quarto dezenas de vezes, de um lado pro outro, numa mansão que de tão explorada, se torna até familiar pro jogador. Cada cantinho esconde algum segredo que passa longe de ser opcional, e por mais simples que alguns enigmas possam ser na teoria, na prática ficam bem complicados de se decifrar. 



Alias, muitas horas do jogo me vi perdido, desorientado e sem entender o que precisava ser feito, sendo que em todas estas vezes, só era preciso um tiquinho de atenção a alguns detalhes específicos da campanha. Foram coisas tão bobas que eu fiquei pasmo ao descobrir (e envergonhado por em uma delas, ter buscado ajuda de terceiros). 

Me recordo de três momentos que servem muito bem pra exemplificar:

Durante uma parte, é preciso acessar uma sala com uma tranca codificada com kanjis na maçaneta, e é preciso selecionar 4 deles corretamente pra que ela abra. São no total, 10 símbolos japoneses sem significado aparente, mas em forma circular, o que lembra bastante um relógio. O enigma consiste em descobrir o código de 4 dígitos com base em pistas de um texto semi-legível que a personagem lê. 



Essa porta surge logo no começo e é impossível prosseguir sem passar por ela, e tem mais algumas ao longo da campanha mas depois que o macete é revelado, as outras viram piada. O segredo estava em um documento, junto com um pouco de lógica. No caminho até essa porta, um documento relatando um ritual é encontrado, e ele é o único documento que tem números em vermelho, alguns números. Curiosamente, os números em vermelho seguem palavras que são as mesmas do texto semi-legível. 



Em outro documento, encontrado logo no comecinho do jogo, é dito que um certo personagem usava símbolos para representar números, e todos eles são mostrados com seus respectivos significados. 



A charada fica fácil de resolver, mas ainda tem mais um detalhe: O "Relógio de Símbolos" é invertido. Tipo, são 10 símbolos, de 0 a 9, posicionados como um relógio, mas o diferencial é que eles ficam em sentido anti-horário. A lógica por trás disso talvez esteja no fato de ser a cultura oriental e la, as coisas são lidas no que pro ocidente é visto como ao contrário... mas o fato é que o puzzle é muito fácil de executar, mas bem tenso pra decifrar. 



Eu me vi olhando os kanjis do artigo que os comparava a números e tentei encontra-los na tal maçaneta, mas a caligrafia era ligeiramente diferente, além de no documento ficar um pouco desfocado pela resolução do game, em comparação aos números da maçaneta (que ficam escancarados na hora de colocar o código). E tipo, não batia. Depois que entendi o puzzle, passei a encontrar as semelhanças... mas confesso que depois de 3 horas vasculhando o que tava liberado da mansão, em busca da forma correta pra passar por ali (e torcendo pra que a porta fosse um enigma opcional), acabei por apelar pro google e tipo... morri de vergonha.

Eu sou daquele tempo em que ou você descobria como passar, ou desistia, ou esperava até um amigo seu aparecer com uma revista de games que explicasse o tal puzzle. Sério, é questão de honra... mas eu mesmo disse "A mano, 3 horas já ta bom poxa..." e desisti de decifrar. Mas eu até que tava perto... eu só não tinha me ligado no documento com os símbolos explicados, mas eu tava lendo um a um dos papeis tudo, parei na metade pra pesquisar e ai vi que um dos últimos me daria a dica de ouro.



Poxa.... me lembro quando fiquei meses sem passar de uma parte do Mario RPG e fui salvo por uma revista gamer, de um amigo do final da rua... os tempos atuais tão facilitados de mais. Mas eu sou contra guias e detonados, pelo menos eu não costumo nem consultar, e apesar de não ter frescura alguma com spoilers, eu torço o nariz pra guias... mas né... de vez em quando vale consultar os universitários.

Enfim, outro enigma que me fez perder horas e no final, tava ali, na cara, foi o das malditas bonecas. Tem uma parte que você sabe o que tem de ser feito, é só por uma quinta boneca numa estante de bonecas, mas a quinta boneca não é encontrada nem mencionada em parte alguma do jogo até aquela parte. Mas, a sala onde tem esse pequeno altar de bonecas, tem bonecas pra tudo quanto é canto, e tudo que é preciso é ir na estante do outro lado, pegar uma boneca, e colocar na porcaria do altar!



Deus eu fiquei 2 horas andando pela mansão, buscando algo que deixei passar, e na real, tava la na mesma sala, o tempo todo. O problema é que pra conseguir pegar uma das bonecas, tem que apertar o botão de interação num ponto específico da prateleira.



Eu, no meio da euforia, passei rápido de mais e não interagi no ponto certo. Isso custou muito tempo, mas no fim, descobri! E pode parecer algo bobo, mas cara, isso toma muito tempo se você se perde.



E por fim, um terceiro exemplo é a parte dos Budas. Meu, tem uma parte em que é preciso encontrar uma quinta estátua de Buda pra por num altar (mesmo esquema das bonecas kk) só que novamente, não há menção de estatueta alguma na mansão inteira.



Porém, pouco antes de chegar a esse puzzle, um fantasma chefão é enfrentado e ao ser derrotado, a foto dele muda e mostra um local, na frente do ponto em que ele apareceu. 



Era um monumento budista simbólico para templos, como um tipo de portão, sem portas, vermelho. Pois é, andei 2 horas pela mansão, buscando o budinha, e ai fiquei pensando "Pra que ele mostrou essa foto se ele já foi derrotado la?" (curiosamente, a foto que tirei dele morrendo foi na frente do mesmo local que aparece na foto "substituída" o que me deixou ainda mais encucado)




E ai fui até o local e inventei de checar, só de curiosidade, e BAM! 




Tava o budinha ali, escondidinho atrás do negócio vermelho. Mano...



E olha que, na hora que matei o tal fantasma, eu tirei ele do templo, e por pura curiosidade, o bicho definhou exatamente na frente do local onde o maldito budinha tava!



São coisas assim que fazem você ter raiva de jogos assim. Mas eu mantive a paciência e entendi que, na dúvida, só fale com tudo que tiver perto que uma hora aparece o que você precisa e tipo, seguindo essa dica, 90% dos outros puzzles foram solucionados. Alguns eu fiz até automaticamente sem nem entender o que ocorreu...



Mesmo assim, mesmo sendo um jogo que em sua jogabilidade não agradaria pessoas que não curtem passar pelo mesmo ponto repetidamente, eu gostei, pois ele trabalha com um terror focado nos mistérios. Isso me prendeu ao enredo, e eu consegui ir até o fim, bem feliz por isso alias.

E olha que eu me questionei se entenderia o que o game queria me mostrar, pois pareceu complexo e ramificado de mais, porém, por mais que hajam dezenas de pontas soltas, no final a trama se amarra certinho.

Então, bora pra jogabilidade que essa introdução já ficou longuinha de mais.

Jogabilidade

Como um bom e velho survival horror, o jogo é em terceira pessoa, com mapas estáticos, em ângulos diferentes. Cada parte do mapa tem várias coisas que precisam ser checadas mais de uma vez, liberando itens e artigos, ou apenas diálogos (a garota fala em voz alta saca).



Pra variar, a história se divide em 4 partes, quatro noites (cinco se contar a da introdução que é com outro personagem), e a mesma casa precisa ser vasculhada novamente em cada noite que passa. É frustante descobrir que os mesmo locais e pontos já checados guardam novos itens, novos artigos e novos diálogos, mas faz parte, e isso não prejudica a diversão.



No menu, da pra rever cada documento já encontrado, e pra uma maior compreensão do enredo, é preciso lê-los, as vezes mais de uma vez. Sem contar que eles são essenciais pra jornada, pois como mencionei anteriormente, alguns revelam detalhes cruciais pra passar por puzzles.



Há a sessão com itens, com alguns consumíveis e alguns objetos do enredo. No caso dos consumíveis, há um potinho com ervas medicinais que cura um pouco da energia vital, uma poção de água benta que recupera a energia vital completamente e uma pedra espelhada, que recupera a energia vital completamente e automaticamente caso a personagem "morra" uma vez.



Todos esses itens ficam escondidos pelos mapas, e no meio da checagem básica são encontrados ocasionalmente. Mas enquanto os itens se acumulam no inventário, a pedrinha da ressurreição é a única que só pode ser carregada sozinha. Então, mesmo encontrando outras, elas não são recolhidas, e ficam la no chão brilhando até o jogador perder a que já tem e precisar pegar uma nova.

Também há as fotografias, que se dividem entre as que o personagem não pode descartar pois fazem parte do enredo e carregam pistas importantíssimas, e as descartáveis que são as fotos tiradas ao longo do jogo.



Tem uma opção de formar Álbuns, com direito a personalização de capa e tudo mais, com até 24 fotos pra serem salvas, mas eu não entendi o propósito disso, pois essas fotos são realmente descartáveis e é algo burocraticamente chato de se fazer, pois é preciso ir no menu de salvamento, selecionar a opção do álbum, carregar um arquivo do memory card com os álbuns prontos, e selecionar uma a uma as fotos desejadas pra guardar.



Alias, pra salvar, é preciso ir até uma câmera (pura simbologia) em locais fixos no mapa, e gravar o progresso. Não há auto-save nem save-state (a menos que você seja trapaceiro e use um emulador com essa opção) e no caso de morte, o jogo volta pra abertura, sem continue.




É Game Over na hora.



Isso força um retorno constante aos mesmos quartos com essas câmeras, e mesmo a maioria sendo pontos seguros, alguns desses locais podem gerar fantasmas e as câmeras de salvamento param de funcionar (ficando com luz vermelha) até o inimigo ser eliminado. Isso é tenso, pois geralmente o jogador ta desesperado pra gravar seu progresso e tipo, surge um fantasma na última hora...



Por sorte há o mapa, por onde da pra se orientar com marcações simples, como portas abertas ou fechadas e locais com câmeras de salvamento, mas infelizmente não há apontamentos de "Destino Atual" nem qualquer direcionamento pro jogador, exceto a sinalização de onde o personagem está.



Bem, o personagem tem uma câmera, que além de ter forte significado na trama, serve de arma e equipamento pra exploração. É uma câmera técnica antiga, que trabalha com rolos de filmes/películas e tem limite de fotos.



Essa câmera em particular tem a capacidade de capturar fantasmas, além de conseguir revelar coisas que não podem ser vistas normalmente. Ela é a única coisa que consegue atingir os fantasminhas, e a potencia dos ataques diferem por base nos filmes utilizados.



Tem 4 tipos de filmes, o mais comum é o de 14mm que tem uma capacidade renovável de 30 fotos, e pode chegar até 99 fotos. Como que funciona esse esquema: As fotos são consumidas, e quando terminam, não é possível tirar foto alguma (ou seja, fica impossível se defender de inimigos ou coletar certas informações)  e é preciso trocar o rolo de filme, seja por um rolo de outro tipo, ou indo até a Câmera de Salvamento e renovando. Mas, ao fazer isso, as fotos tiradas são perdidas (a menos que sejam postas em um álbum personalizado ou façam parte das imagens essenciais que vão pra outra parte do menu) e o refil volta pras 30 fotos.



É possível ir além de 30, encontrando mais filmes pelos mapas e o único tipo que pode ser renovado é o de 14mm, que é o básico, e os demais são limitados até 99 também, mas quanto mais forte, mais difícil de encontrar.



Tem o de 37mm, o de 74mm e o de 90mm, e o que difere neles é a quantidade de quadros pré carregados. Pra tirar as fotos, é preciso focar o fantasma, quanto mais focado/carregado, mais dano a foto vai tirar. As películas com número maior vem com quadros pré carregados, o que significa que tiram um dano maior dos fantasmas com menor tempo carregando.

A de 90mm é a mais poderosa, mas eu só encontrei dois filmes no jogo inteiro (e olha que eu fucei pacas em todo canto nas 9 horas que passei). Cada rolo vem com um número fixo de filmes, se não me engano o de 90mm vem com 12 filmes por rolo...

Como mencionei, o "Fatal Frame" seria um golpe completamente carregado (todos os quadros) e pra variar, no momento mais agressivo do fantasma. Seria o momento que ele ataca, e a marcação muda da cor normal (azul) pra amarelo e vermelho, simbolizando que o fantasma ta bem violento.



A câmera pode ser melhorada com base na pontuação do jogador, que funciona como "moeda de troca" pra comprar os upgrades. Cada foto tirada gera uma pontuação, e existem fotos de fantasmas pacíficos, espíritos presos ou simples memórias, que além de revelarem coisas sinistras, também dão uma pontuação bem maior. Com isso, da pra fazer a câmera ficar com um carregamento de frames mais rápido, um limite de frames maior ou um alcance de foco mais distante por exemplo.



Ela também oferece algumas habilidades especiais, algumas compráveis, outras liberadas após terminar o jogo pela primeira vez e fazer algum dos pré-requisitos, mas nenhuma delas é tão interessante, principalmente pelo fato de, as básicas, necessitarem de pedrinhas vermelhas pra funcionarem, o que as limita pra caramba. As habilidades extras liberadas após o término do jogo e etc, não precisam desses itens, mas exigem pré-requisitos meio chatos, como terminar o Modo Batalha (que é um modo bem chatinho, mas depois falo disso).

Daí, fica a critério do jogador enfrentar os fantasmas pra conseguir pontuação e melhorar a câmera, ou tentar fugir o máximo possível. Por ser survival horror, a opção de fugir é sempre válida, exceto na hora de enfrentar os chefões, que não podem ser evitados. Pra mim, compensa mais sair lutando com tudo que aparece pra assim treinar as habilidades com a câmera e ter mais facilidade na hora de enfrentar os chefões.

O problema é que, cada fantasma tem um jeito de se mover diferente, alguns são tão rápidos que a câmera tem dificuldade pra acompanhar. O foco se trava neles, só sendo preciso mirar, mas ainda assim, se eles saem do alcance do visor, é preciso localiza-los pra focar tudo de novo.



Tem fantasmas que teletransportam pro local em que o jogador está, e como o modo Câmera muda pra primeira pessoa, fica bem difícil escapar, mesmo sendo possível andar usando o analógico direito (no modo câmera) e acelerar o movimento da câmera pelo analógico esquerdo, junto ao botão de correr (Quadrado). Com o triângulo da pra virar rápido, o que ajuda a mirar pra trás quando o fantasma teleporta, e pra tirar a foto é só apertar X ou R1.



Daí, cada fantasma precisa de uma estratégia de captura e dependendo do momento, vale mais a pena tentar escapar mesmo (pra salvar em algum lugar ou simplesmente evitar perder energia vital), do que arriscar a energia vital lutando.



A energia vital da personagem não se restaura sozinha, exceto quando se passa de capítulo/dia. Daí, deve-se administrar os itens de cura (que são escassos) e evitar perder energia atoa.

Tem fantasmas que drenam energia só de ficar perto (o chefão final do jogo por exemplo, te mata só de se aproximar) e outros lançam energia e conseguem te matar sem precisar chegar perto. Tem alguns que afetam os sentidos da personagem, escurecendo tudo ao redor, prejudicando a visão, travando os movimentos, enfim, cada fantasminha tem um jeito de te matar.



Algo que ajuda o jogador, é o sensor da Câmera (em cima no modo 1° pessoa, embaixo no canto direito em 3°  pessoa), que sinaliza quando ela fica apontada pro fantasma, ou quando eles ficam perto. Também há os sons dos fantasmas, da câmera, e da respiração da personagem, tudo isso ajuda na localização dos mesmos, mas ainda assim, as vezes, fugir é a melhor opção.



Mas pra escapar, só é preciso correr e atravessar portas rápido. Normalmente os fantasmas seguem, mas com 2 cenários eles já desistem.



Apesar de ser aterrorizante o fato de, a qualquer momento, ao atravessar uma porta, haver a possibilidade de um fantasma surgir, existe um padrão facilmente perceptível ao longo do gameplay, o que entorpece quanto ao medo do desconhecido. Geralmente, a cada 3 ou 4 cenários/quartos passados, um fantasma aparece. Essa é uma regra que possui exceções, como na hora de enfrentar um chefão ou quando um evento gera um fantasma propositalmente, mas sabendo do padrão, fica mais tranquilo de se explorar.



E bem, a personagem só precisa andar e interagir com as coisas, lutar contra fantasmas, fotografar objetos e correr (segurando o quadrado, nem é preciso segurar o analógico pra se mover quando tiver correndo, só é preciso apontar pra direção que se deseja correr), passar por portas (lentamente, não da pra acelerar e isso é bem chato, mas provavelmente é o "loading" do jogo) e por fim, subir escadas (que são terrivelmente demoradas, mas tem poucas então, da pra suportar).

Dito isto, bora falar dos personagens e enredo.
  
 Personagens

São poucos personagens, e a maioria já ta morto, só aparece pra aterrorizar geral, e cada conjunto de personagens pertence a um "tempo" diferente. São várias pequenas histórias que juntas, formam o grande enredo de Fatal Frame, e por mais confuso que possa parecer, a própria protagonista faz uma Grade de Eventos que aponta cada conjunto de personagens, com suas descrições e ligações uns com os outros, e com demais conjuntos.



Se eu quisesse poderia pegar essa mesma grade e colocar aqui, descrevendo os personagens da mesma forma que a protagonista faz e tipo, ficaria fácil de entender. Mas quero ser mais detalhista então, vou fazer do meu jeito mesmo, com auxílio da mocinha exploradora.

Miku Hinasaki



Começando pela protagonista, ela é uma garota jovem (não me pergunte idade, pra mim ela parece ter uns 17 anos) que vai até a mansão do mal pra procurar seu irmão.



Ela encontra a câmera mágica, que estava com seu irmão, e ai começa os 4 dias mais tensos da vida dela, com todo tipo de fantasma aparecendo e ela quase morrendo a todo tempo.



Tecnicamente, ela não tem nada de especial, tirando o fato de enxergar fantasmas com mais facilidade e também, sua ligação sanguínea com o cara que desapareceu. Mas no fim, é graças a ela que a maldição da mansão termina.

Mafuyu Hinasaki



Esse é o irmão mais velho de Miku, que é o primeiro a ser controlado pelo jogador. No começo, é mostrado como ele sumiu. Ele foi até a mansão, buscando por um investigador que ele era fan, e que havia sumido recentemente na mansão.




Ele vai equipado com uma câmera antiga da família, e ai é atacado pelos fantasmas de la.



É ai que a irmã dele começa sua jornada, e as vezes Mafuyu aparece, andando como um dos fantasmas, deixando relatórios pra Miku mas nunca falando diretamente com ela. No final, ele é finalmente encontrado, mas ele tava bem ferrado.



O cara é idêntico a um homem do passado, e por causa de sua semelhança, tem um tratamento especial pelo grande fantasma mais poderoso de todos. Ele morre, independente do que o final mostre.



Na real, Fatal Frame tem um final alternativo liberado após se jogar no "modo pesadelo", onde Mafuyo é salvo depois de tudo que ele passou... mas na verdade, o primeiro final é o verdadeiro final, e é o melhor final possível, considerando tudo que é mostrado.

Eu vou explicar tudo depois, mas em resumo, o cara morre e fica na mansão, junto ao fantasma do mal todo poderoso, por escolha própria.

Junsei Takamine


Takamine é o investigador que foi até a mansão pra fazer uma matéria sobre os desaparecimentos. É atrás dele que Mafuyu vai. Pelo que da pra entender, o cara é escritor e Mafuyu é fan dele, dai ele foi investigar os casos bizarros da mansão junto com sua equipe, e nenhum deles saiu de la. 



Mafuyu vai com a câmera de sua mãe e some la, mas ele consegue descobrir bastante coisa sobre seu ídolo, e alias, as mesmas informações que ele obtém, sua irmã também consegue. 



O próprio Takamine é visto várias vezes pela mansão, na forma de Eco, como Espírito Preso e como Fantasma. Ele é inclusive um dos chefões, por conta da maldição da mansão.



Ele orienta Miku, como os demais de sua equipe, guiando ela aos seus documentos, pesquisas, diários, fitas (no caso, fita cassete mesmo, com toca fitas também) e ajuda a entender o que houve com ele, e com sua equipe. Ele tava morto, e tinha sido aprisionado pela maldição da mansão, transformado em fantasma e condenado ao sofrimento eterno. Miku o liberta no fim de tudo.

Koji Ogata


Membro da equipe do Takamine, ele é o editor que também vira vítima da maldição da mansão. O tempo inteiro ele aparece suplicando por ajuda à Miku.



Ele aparece tanto como Eco, quanto Espírito Aprisionado e como Fantasma, mas não chega a ser um chefão, apesar de ser hostil por conta da maldição.




O cara morreu tentando se esconder da Dama de Branco, num armarinho. 


Depois disso ele virou um espírito vagante e também, um Fantasma, mas não é nada forte, então eu não o considero um "chefão".


Sem contar que ele aparece várias vezes, mesmo depois de ser derrotado, e apesar dele ser um Fantasma que assusta constantemente, fica parecendo até que ele é apenas um modelo genérico de Fantasmas, mas na verdade é o Editor, aparecendo várias e várias vezes.

Tomoe Hirasaka


Tomoe é a assistente de Takamine, último membro da equipe que morre na mansão. Como os demais, ela é vista vagando pela mansão e ajuda Miku a encontrar os documentos das pesquisas e tudo mais.



O que a equipe de Takamine descobriu e estudou foram os documentos da última família que residiu na mansão, como diários e fotos. Eles descobriram sobre como eles foram mortos e sobre a maldição, até que eles mesmos acabaram afetados pela maldição.



Eles não morreram todos ao mesmo tempo, foi um de cada vez, primeiro Ogata, depois Tomoe e por fim Takamine. Um depois do outro, até que todos foram vítimas da Moça de Quimono Branco. Por fim, todos eles viraram fantasmas presos à mansão.



A maldição consistia em marcas de corda aparecendo nos pulsos, tornozelos e pescoço das vítimas, e no fim todos morrem pelas mãos da própria Dama do Quimono Branco. Miku passa exatamente pelo mesmo, mas ela consegue, graças às pesquisas da equipe de Takamine e seu irmão, vencer a maldição.



A Tomoe foi quem morreu de forma mais sofrida, tendo as marcações de corda (parte da maldição) pelo corpo e depois, foi amarrada a uma roda (daquelas de moinho d'água)...




E tudo isso na frente do Takamine. Essa moça aparece como um Fantasma também, várias vezes, e não da pra considera-la um "chefão". Os chefões meio que são marcantes de mais, e ela aparece em vários momentos diferentes, o que a faz parecer, como o outro cara, um tipo repetido de fantasma.


Ryozo Munakata


A família que viveu na mansão era a Munakata. O pai era um Folclorista, que teve a ideia de levar sua família pra viver na mansão a muito tempo atrás, para assim estudar os segredos da mansão e da família que construiu a mesma.



O que ele não esperava era que a mansão estivesse amaldiçoada, e ele, sua esposa, filha e amigos de sua filha seriam as primeiras vítimas depois de muito tempo. Alias, ele descobre bastante coisa também, sobre os rituais antigos, dentre eles as máscaras e o Espelho. Ele até consegue um dos espelhos, e morre com ele nas mãos após ir longe de mais... só que depois falo disso.



Ele é o último a se lascar, e depois de morto, sua alma se converte em um fantasma atormentado pela eterna lamentação por sua família.



Ele é um fantasma bem simpático, fica falando "E AÊ!!!" o tempo todo e apesar de ser mortalmente assustador, ele parece gente boa. Me lembrou pacas o Pânico de "Todo Mundo em Pânico"...

Yae Munakata


Yae (hah, agora entendi porque ele falava "E AÊ!!!") era a esposa do fantasma legal, e ela cometeu suicídio numa árvore da mansão. Na descrição da imagem diz que ela tinha uma doença e que isso foi uma das razões pro Ryozo ter se mudado pra mansão, mas na real, tinha nada disso não (o cara chegou a escrever que a mansão faria bem a saúde de sua esposa pelo ar fresco, mas ele queria mesmo era investigar os lendários rituais da família anterior).



Yae era uma mulher paranormal, que passou a ver fantasmas depois que conseguiu uma câmera, que tinha sido encontrada por sua filha na mansão. Ela usou a câmera (o que estimulou sua paranormalidade) e passou a ver os fantasmas tudo, além de atiça-los e com isso provocar a morte de um monte de crianças por eles. Antes de usar a câmera geral vivia de boa la... ela até tinha ficado melhor da sua doença, mas ela foi vacilona.



Tecnicamente, ela reinvocou a maldição usando a câmera e mexendo com os fantasminhas, e sua filha acabou usando a câmera também. Depois do que ocorreu com ela, a moça se sentiu culpadaça e se matou, achando que sua filha tinha morrido... isso só agravou os problemas tudo, mas a história vai mais além.




Ela vira um fantasma, eternamente enforcado.


Mas não chega a ser desafiador ao ponto de ser marcante.

Mikoto Munakata


Essa é a pirralha que achou a maldita câmera e levou pra mãe dela, depois ela viu sua mãe fotografando fantasmas e achou legal brincar com isso também. Não deu outra, ela e seus 4 amigos (crianças vizinhas que brincavam com ela) foram abduzidas por fantasmas hostis.

Mikoto foi a primeira vítima da casa (junto com as outras 4 crianças), depois sua mãe (que na verdade se matou) e por fim seu pai, mas por incrível que pareça, Mikoto foi a única sobrevivente! Ela foi encontrada longe da mansão, resgatada e adotada posteriormente. A única coisa que ela tinha em mãos era a Câmera.

Olha como o mundo é pequeno, a Câmera de Mikoto é a mesma que Miku usa no jogo. E pior, essa câmera tem uma ligação bem profunda com a maldição mais antiga da mansão, mas falemos por partes...



Mikoto que achou a câmera, depois de um tempo morando na mansão sem nenhuma perturbação. Na real, ela recebeu a câmera de presente de uma garota misteriosa de kimono branco, que apareceu pra ela enquanto ela brincava de (se liga no nome da brincadeira) "Pega-Capeta", uma variação de "Pega-Pega", só que mais sinistra. Mikoto levou a câmera pra mãe, dai começou o furdúncio da fantasmaiada, a Yae passou a ver os bicho tudo, e ai Mikoto inventou de querer ver também, e mostrar pros seus amigos, e ai geral foi sequestrado por fantasmas.



Na real, cada uma das crianças ficou em um ponto diferente da mansão, e os fantasmas os alcançaram, daí geral morreu. Mas Mikoto conseguiu sobreviver, e escapar.



A brincadeira sinistra era parte do folclore da cidadezinha, e as crianças brincavam sem saber o real significado, mas por pura ironia do destino, essa brincadeira teve origem nos rituais da família fundadora da mansão. Talvez isso que chamou a atenção da menina de kimono branco, que na verdade era um fantasma, um dos mais importantes (na real, a mais importante!).

E como se tudo isso não bastasse, Mikoto é avó de Miku e Mafuyu. Sim, a menina sobrevivente passou a câmera pra sua filha, que por sua vez deixou de herança pros seus filhos. Alias, a filha de Mikoto, mãe de Miku e Mafuyu, cometeu suicídio se enforcando numa árvore, exatamente como a mãe de Mikoto. 

E acredite, essas coincidências só vão se tornando ainda mais conexas com o passar dos games, mas toda essa informação já aparece logo no primeiro jogo. E olha que nem é tudo ainda, pois a família Himuro, a fundadora da mansão, é a maior detentora dos mistérios tudo.

Kirie, Sacerdotisa da Corda


A família Himuro era muito antiga, e a misteriosa e demoníaca entidade que aparece matando geral que entra na mansão da família, após as mancadas de Yae, é conhecida como "Sacerdotisa da Corda", também chamada de "Mulher do Kimono Branco" ou simplesmente "Vai dar Ruim".



Kirie é essa entidade, uma antiga sacerdotisa pertencente a família Himuro, que sem delongas, foi sacrificada mediante um ritual no mínimo violento, e como ela não tava afim de morrer, acabou dando tudo errado.



Posteriormente explicarei um pouco melhor isso, na verdade falarei disso várias vezes e vai ser impossível não entender, mas já adianto que na mitologia de Fatal Frame, não existem apenas Fantasmas após a morte, existem os já mencionados Ecos, os Espíritos, as Almas Atormentadas e por fim, os Demônios. E isso tudo é só o que da as caras no primeiro jogo.



Pois bem, a família Himuro foi responsável por manter o mundo dos mortos afastado do mundo dos vivos, simples assim. O objetivo da milenar família era fazer com que um portão ficasse eternamente trancado, impedindo assim que todas essas entidades sobrenaturais invadissem o mundo dos vivos e assim, causassem o que eles chamaram de "Infortúnio".  



Destas, o tipo mais temido eram os Demônios, basicamente formas de energia malignas capazes de influenciar almas e Espíritos, para que estes se convertessem em Fantasmas. Pois bem, a família Himuro adotou vários rituais que se tornaram tradicionais, porém, nenhum deles era politicamente correto.


Dois rituais são os principais para manter o portão trancado, mas existem várias outras coisas que influenciavam esses rituais, e se uma dessas coisas saísse errado, tudo daria errado. Por muito tempo, tudo funcionou, mas o último ritual feito foi terrivelmente prejudicado por alguns pequenos erros, e no fim, todo mundo da família Himuro morreu, e deu-se inicio ao Infortúnio, também conhecido como Maldição da Família Himuro.



Kirie, a mocinha que deveria ser sacrificada, se converteu em um Demônio e deu inicio ao Infortúnio. Tecnicamente, ela quem abriu o portão do outro mundo... ta, ela não chegou a abrir, mas também não fechou... vou explicar:



Para trancar a porta por décadas, era preciso usar Cordas, simples assim. Mas essas Cordas precisavam ser abençoadas com o sangue puro de uma sacerdotisa, voluntária e ciente do processo para que essa benção fosse concedida. As Cordas precisavam ser amarradas no pescoço, pulsos e tornozelos da sacerdotisa, e deveriam ser puxadas até arrancar cada um dos membros da moça, ainda viva.



A sacerdotisa era escolhida aos seus 7 anos, e depois disso era afastada da civilização por 10 anos, para no fim ser sacrificada para abençoar as Cordas. Desde a seleção da menina até o momento em que os portões seriam trancados, haviam vários rituais datados, detalhados e minuciosos, dentre eles o Ritual de Seleção, Ritual de Suporte, Ritual de Purificação e Ritual de Trancamento. Os nomes não são exatamente esses, mas a essência é.



Só pra começar, a própria mansão foi construída em cima do Portão do Submundo, propositalmente para facilitar todos os rituais da família. Alias, a família era enorme, com dezenas (e creio que até centenas) de membros, todos cientes e de acordo com as regras.

Sem enrolar, todas as crianças (femininas) eram candidatas à sacerdotisas, mas não tinha apenas a Sacerdotisa da Corda, tinha a Sacerdotisa do Demônio Cego. ambas selecionadas num pré-ritual, posteriormente conhecido como uma brincadeira de criança, a tal "Pega-Capeta".



Primeiro, um monte de meninas com mais de 7 anos eram postas numa sala sacerdotal, com uma mulher cega. Essa mulher, vestindo uma Máscara com duas Estacas nos Olhos (Máscara do Demônio Cegueta) corria atrás das crianças e conforme as pegava, definia quem seria a próxima Sacerdotisa do Demônio Cego e a próxima Sacerdotisa da Corda. A primeira pega se tornaria a próxima Sacerdotisa do Demônio Cego e a última seria a próxima Sacerdotisa da Corda. O que acontecia com as demais azaradas mocinhas, não fica claro.

10 anos após esse ritual, a nova Sacerdotisa do Demônio Cego tinha a Máscara do Demônio pressionada contra seu rosto, furando seus olhos, algo que era feito por seu próprio pai (na verdade, pelo patriarca da família, que podia ter uma ligação familiar próxima ou não) e mais 4 membros diferentes da família, todos com máscaras (para evitar que ela os reconhecesse ou esboçasse alguma reação indesejada). Então, a máscara com estacas era posta na porta pra sala onde o Ritual da Corda ocorreria, servindo como Chave e Talismã, ungindo a sala para que nenhum demônio visse o que seria feito la, evitando influencias negativas.



Em seguida (cerca de 2 semanas) ocorria o ritual da Corda, e a Sacerdotisa da Corda era desmembrada viva. Depois disso as Cordas abençoadas com sangue eram levadas para o ritual de selamento da Porta do Submundo, onde a Máscara servia de chave e tal.



Alias, havia uma entrada alternativa partindo do Poço da Lua, onde o corpo da primeira Sacerdotisa da Corda estava sepultado, na real, mumificado.



O Poço da Lua fica no Templo da Lua, que tem a entrada secreta pra todas as salas onde os rituais eram feitos. Miku acaba tendo de passar por essa entrada, pois a que os sacerdotes usavam, nos confins da mansão (por onde Mafuyu e até o Folclorista passaram), acaba sofrendo um desmoronamento no meio, por conta de terremotos que se tornam frequentes na última noite.



Bem, todos os membros da família, trajados adequadamente, caminhavam lado a lado para testemunhar todo o processo até o ritual de selamento, onde as cordas eram apresentadas ao Espelho Sagrado frente a Porta do Submundo e por fim, usadas pro selamento. 



Pouco antes disso, a nova Sacerdotisa do Demônio Cego, permanecia viva (só que cega) e fazia a seleção pras mocinhas sortudas pro próximo ritual que se passaria após 10 anos.

Toda essa frescura, pra fazer um espírito bancar o porteiro.

Sim, todos esses rituais eram pra certificar que a Sacerdotisa da Corda se convertesse em um espírito incumbido de segurar as portas do submundo até que a próxima Sacerdotisa da Corda chegasse.

Alias, se os caras fossem espertos faziam uns cadeados daora, se quisessem até ungidos com sangue mesmo, e mandavam ver na porta. Ou quem sabe uma Pedra, Paredão, Forte, Cofre, Muro de Concreto Revestido com Chumbo... ah mano... pra que tanto sofrimento?!


Enfim, Kirie não queria morrer, por isso quando foi desmembrada, só de birra, ela não foi bancar a porteira e ai, deu tudo errado, as cordas arrebentaram, os demo invadiram tudo, e pra ajudar ainda mais, a própria Kirie se juntou a eles pra se vingar de seus familiares tudo, mesmo depois de mortos.

Kirie, Menina do Kimono Branco


Tem uma criança fantasma que aparece fazendo som de sinos, e ajuda Miku, apontando a direção pra algo importante, guiando em alguns momentos de dúvida (bem que podia ter o comando "Invocar a Menina" pra saber pra onde ir...), e essa moça é ninguém mais ninguém menos que a própria Kirie, só que em sua versão infantil.



Esse seria um Eco Espiritual consciente (eu chamo de "fantasma" as vezes mas, fantasma mesmo é outra coisa kkk). Semelhante à equipe do escritor la, outras vítimas da mansão acabam por criar ecos espirituais espalhados pelos cômodos. Esses ecos são memórias, gravadas no tempo, que repetem seus movimentos por toda a eternidade. Isso chega até a ser explicado no jogo como uma "brecha temporal" mas, tecnicamente, são memórias personificadas.



No caso, a mocinha é o eco de Kirie, que tem como objetivo principal fazer com que o ritual funcione. Ela se tornou a Sacerdotisa da Corda e era dedicadíssima ao seu honroso propósito. Tal posição e obrigação era vista por ela como honrosa, mediante a sua educação desde bebê e provavelmente, a toda a influência que seus familiares mais próximos fizeram. Como toda sacerdotisa, ela não aprendeu a amar e presar pela vida, e ela foi educada a se dedicar apenas ao seu propósito como sacerdotisa. 



Ao longo de sua infância, esse era seu único objetivo, mas tudo desandou durante os estágios finais da longa preparação de 10 anos (por esses anos, ela foi aprisionada em um quarto, e isolada de tudo e todos. Seu único contato era com o grande sacerdote que poria o ritual em prática.) daí chegaram os convidados, para o grande dia do ritual. Ao que parece, não eram só os familiares que testemunhavam a cerimônia final, e foi justamente por causa de um desses convidados que tudo saiu errado.



Kirie, em sua idade final (18 anos) se apaixonou por esse tal convidado, teve contato com ele através da janela de seu quarto e com o tempo, se aproximou dele, se encantou pelo que ele ensinou à ela e no fim, passou a desejar viver. 



Mas ai, a família Himuro, os sacerdotes e tal, perceberam a influência negativa desse tal convidado e se livraram dele. Kirie acabou descobrindo, e ai se enfezou de vez, desejou vingança por seu amado, e acabou sabotando o ritual. Ela foi sacrificada, mas seu espírito estava corrompido, dai deu tudo ruim.



Daí um dia, a Kirie do passado, o eco de sua infância, se personificou ao ver a brincadeira da pirralhada com a Mikoto, e nesse momento passou a tentar finalizar o ritual a muito fracassado. Em contrapartida, a Kirie corrompida se personificou justamente pra impedir que isso fosse feito, e ai o Infortúnio voltou, e a maldição da família se consolidou.



Enquanto uma Kirie lutava pra que ela honrasse o sagrado ritual, a outra Kirie lutava pra que todo mundo morresse e fosse condenado em nome de seu amado perdido.

O Convidado (Namorado da Kirie)

Por hora essa é a melhor foto ilustrativa do personagem que encontrei in-game
"O Convidado", também chamado de "Kirie's Lover" ou "Mino da Kirie" é um rapaz muito do sapeca, que decidiu dar em cima da única garota que ele não podia dar em cima, nos 45 minutos do segundo tempo. 



O cara chegou a tirar Kirie de seu quarto e leva-la para passear pela mansão... 



Mano, o cara fez tudo o que não podia ser feito, e pelo que parece ele nem fez por maldade. Talvez ele nem sabia da situação da garota, mas ele fez e por conta disso, ele foi morto.



Os sacerdotes pegaram o cara, levaram pro abismo (um lago perto da mansão) e após mata-lo, descartaram seu corpo la. Curiosamente, o espírito desse cara não chegou a aparecer como fantasma na mansão, mas seu espírito pode ser fotografado como uma alma condenada la nesse mesmo lago. 



Pra Kirie eles contaram que o cara voltou pra casa dele, sem prévio aviso nem nada, o que deixou ela encucada afinal, ele tava la como convidado então, não fazia sentido ir embora antes do ritual se finalizar. Mas ai ela descobriu que o cara tinha sido de alguma forma assassinado, e apesar de não ter encontrado seu corpo, alma, ou nada do tipo, ela decidiu se vingar e ai rolou a sabotagem.



Geral morreu, anos depois apareceu a família de Mikoto pra invocar os espíritos e trazer a maldição a tona, depois apareceram os investigadores e morreram um por um, e ai surgiu Mafuyu. 

Só que, Mafuyu era a cara do amante de Kirie, ele era tipo, idêntico. Daí ao invés de mata-lo, Kirie decidiu pega-lo. Claro que Kirie não tem controle sobre seus demônios (em sua forma fantasma, ela tem um monte de encostos e braços que matam as pessoas só de chegar perto) mas, ela conseguiu manter Mafuyu bem, até que Miku apareceu e ai ela decidiu engolir seu querido amante reserva.



Mafuyu morre, independente do final alternativo, mas acontece algo até que bem legal no final de tudo.



Como deu pra ver, tem personagens com backgrounds narrativos bem profundos mas no final, todo mundo tem uma ligação de alguma forma. Eu não me espantaria se descobrisse que o Editor do Escritor fosse primo do avô do Sacerdote que puxou a corda da perna esquerda da terceira Sacerdotisa da Corda. 

Enfim, bora pros inimigos...

Fantasmas

Tem um monte de fantasmas, tipo, um monte mesmo, alguns até já descrevi. Mas tirando a mina que fica com a cabeça pendurada pra trás e gosta de encarar a lente da câmera antes de te matar (não olhe pra trás agora...), não tem muitos memoráveis não...

Quem quero iludir? Mano tem o Samurai que teletransporta, os 4 caras sem cabeça que na verdade tem cabeça mas ela fica pendurada atrás deles (é tipo o Nick Quase Sem Cabeça do Harry Potter), tem as crianças sequestradas que se arrastam pelo chão, tem a mina cega mano, que fica gritando "My Eyes" e da o bote quando escuta a Miku respirando (sério, ela só ataca se escuta barulho) e tem mais uma penca de fantasmas que, na boa, dão medo só de lembrar.

Eu to evitando jogar o modo Batalha só por causa deles mano... mas belê.

Eu vejo os seres sobrenaturais de Fatal Frame da seguinte forma:

Ecos Espirituais


São fantasmas, mas sem hostilidade. Geralmente ficam observando de longe ou andando sem destino. Mas eles não são os verdadeiros seres que morreram, são apenas uma remanescência de suas verdadeiras almas, repetindo seus últimos passos na vida.

Almas Condenadas



Esses são como os ecos, porém imóveis e só são vistos pela foto. Eles não influenciam fisicamente em nada, apenas ficam parados nos pontos onde morreram. Almas que geraram Ecos também podem ficar condenadas, e o que difere elas é o simples fato dos Ecos se moverem e comunicarem, repetindo seus feitos. As Almas Condenadas nem isso conseguem fazer, apenas emanam energia.

Fantasmas Hostis



Nesse caso são os mortos flutuando e atacando tudo que se move. Eles não podem ser mortos (afinal já tão mortos), mas a câmera consegue enfraquecê-los e expulsa-los. Condenados e Ecos podem ter suas versões fantasmas, a vilã do jogo por exemplo é assim, mas não são a mesma coisa. Fantasmas são influenciados por energia negativa, demônios, ou apenas pensamentos negativos, e por conta disso são extremamente violentos, apesar de se restringirem a locais de grande importância em vida.

Existem os chefões, mas cada fantasma tem um diferencial que faz dele mais marcante. Eu não quero falar de todos eles pois, sei la, eu to com medo. Mas vou falar dos que me lembro por ter tido mais cagaço, que são pra mim os grandes chefões:

Takamine

O primeiro fantasma chefão que realmente foi difícil de derrotar é o próprio Takamine. Toda sua equipe aparece como Fantasmas Hostis, mas o único que passa aquele gostinho de chefão é o Takamine, com uma introdução fod4, apelador, cheio dos movimentos poderosos, com direito ao puzzle que custou horas da minha vida pra ser resolvido.



Ele foi morto pela Dama de Branco (mano são muitos títulos mas, se sabe quem é, é aquela moça da corda, Kirie), num templo budista dentro do terreno da mansão. Ele aparece pendurado no teto pelas mãos de Kirie, e tipo, ele cai e ataca Miku com tudo que tem. 



Eu tive de levar ele pra fora do templo (na verdade eu tentei fugir... mas ele me seguiu) e quando o derrotei, foi na sorte (é ele o desgramento que me deu dor de cabeça com o puzzle dos budinhas).



Eu sai tirando foto desesperado e de alguma forma acertei ele... pois bem, eu lembro que tem um ataque que ele da que escurece tudo, e só da pra mirar porque a câmera consegue detectar ele apesar de não mostra-lo, mas ainda assim, ele se move bem rápido.



Mas depois de derrotado, diferente dos outros da equipe, ele não fica aparecendo mais. Ele encerra a fase, deixando o puzzle do budinha, que é o último da primeira noite.

Yae

Outro fantasma marcante é a mina que se enforcou, mas não por ela ser assustadora ou difícil de bater, mas pelo fato dela lembrar Miku de sua mãe.



Ela vê a mina enforcada e lembra da própria mãe, o que é a melhor sugestão do que houve com a mãe dela. Seja parte de uma maldição ainda não mencionada, ou mais daquelas coincidências Fatal Framáticas, algo que marca a luta é essa comparação.



Lembrando que todos os outros personagens tem uma versão fantasma, e elas sempre funcionam como "chefes", mas nem todas são memoráveis o suficiente pra ter uma menção em particular, pelo menos é isso que eu acho.

Moça do Pescoço Quebrado

Esse fantasma por exemplo, é um tipo comum, nem vale como chefe, pois aparece o tempo todo, mas ainda assim, é um dos mais memoráveis, só pelo fato de ser extremamente assustador.



É uma moça que fica com a cabeça jogada pra trás e voa de costas mas curvada... e pra piorar, geralmente ela vem flutuando na direção correta pro seu corpo, e só vira quando ta perto de Miku, dando aquele sustinho com sua expressão morta.




Ao que parece, ela representa moças que tiveram o pescoço quebrado na mansão.

Moça Cega



A Sacerdotisa do Demônio Cego é um chefão corriqueiro. Ela é forte, e aparece em vários momentos específicos da trama, com direito a múltiplas introduções e tudo mais. Ela também tem grande importância no enredo, sendo uma das sacerdotisas mais importantes e tal.



Ela ataca quando escuta barulho, mas como a Miku vive sussurrando e se assustando, é difícil não fazer barulho. Legal que ela da uma investida relâmpago quando a câmera faz som de flash então, tirar foto dela é pedir pra ser atacado...



Ela morreu depois de ter realizado seu papel como Sacerdotisa do Demônio Cego, mas como o ritual final de selamento falhou, tudo o que foi feito foi tecnicamente em vão, daí junto ao tormento demoníaco sediado pela Dama de Branco, ela passou a sofrer eternamente pela falta dos olhos.




Daí a frase marcante dela "Meus zói, meus zói".

Sacerdote da Máscara do Diabo



Um dos fantasmas mais marcantes e fortes é sem dúvida, o com uma máscara de demônio. Ele era o patriarca da família Himuro, responsável pelos rituais tudo.



Ele por exemplo é aquele que usa a máscara que fura os olhos pra cegar uma das sacerdotisas, e ele quem oferece as cordas, liderando os demais sacerdotes da família.



Ele vira um fantasma com uma kataná samurai e é todo cheio de marra, sendo um dos mais poderosos, fazendo golpes combados e matando fácil.



Ele foi afetado pelo Infortúnio como todos os outros, mas sua importância era tanta que se converteu praticamente no último chefão. Claro que Kirie ainda é mais poderosa que ele, mas ele é osso duro de roer... ou seria ectoplasma viscoso de beber? (eca mano).



A máscara que ele usa, na verdade é a "Máscara Espelhada", que reflete a personalidade daquele que a usa. Nos Flash-Backs e também, no seu estado fantasma, ele tem a cara de um demônio, pois é assim que ele passou a ser visto por Kirie e pela maldição. Mas a própria máscara é encontrada por Miku posteriormente e usada como chave pras câmaras secretas da casa, e ela não tem qualquer expressão.



Outra coisa importante, é que ele assassinou os outros 4 sacerdotes que o acompanharam, pessoalmente, após a maldição ser liberada. Ele foi possuído pelo mal e decapitou geral, escondendo as cabeças dos seus ex-aliados e separando seus espíritos delas, forçando-os a um tormento eterno em busca de suas próprias cabeças. Esses 4 fantasmas aparecem posteriormente, onde é preciso ir até o túmulo de cada um deles. Acho que ele enterrou suas cabeças ou algo assim, o que importa é que os caras aparecem, e são chatinhos de se derrotar, mas não chegam a ser considerados chefões...



É que na última noite (onde eles aparecem) os fantasmas já são mais hardcore... então é de se esperar uma dificuldade maior.

Antiga Sacerdotisa da Corda



Esse fantasma é bem especial, mas não tem uma introdução toda loucona. Ela apenas passa a aparecer, na última noite.



Pelo que entendi, ela é a antiga sacerdotisa que segurou o portão, mas após o surto de Kirie, seu espírito virou um fantasma, que se arrasta pela mansão, condenada a sofrer por seu trabalho em vão.



Ela tem pernas, braços e cabeça, mas não os usa. Ela tenta agarrar Miku, mas não consegue, tenta andar, mas não consegue, e tenta teletransportar, mas sempre sai num ponto perto, porém longe o suficiente pra impedir que ela acerte.




Pelo que observei, é uma fantasma meio fraca, mas quando consegue pegar, tira bastante energia. E creio que ela é a primeira Sacerdotisa da Corda, a mesma que tem a múmia na entrada do Poço da Lua.

Kirie

Por fim, o fantasma mais poderoso é a própria Kirie, que só pode ser realmente enfrentada no final do jogo, mas ela encerra todas as noites realizando ataques impossíveis de se escapar.




Na primeira noite, ela surge e num dura nem 2 segundos, ela se aproxima muito de Miku, que desmaia. 




Mas ela não a mata, apenas mostra relances de seu passado, colocando Miku em seu lugar.



Daí Miku acorda num quarto da mansão, segura, mas com a primeira marca da maldição das cordas, nos seus pulsos...



Na segunda noite, Kirie aparece no local onde a Porta para o corredor do Portão do Submundo ficava, e onde o corpo do Folclorista estava. Junto com ela surge uma multidão de fantasmas atormentados, e Miku tem um pouco mais de tempo pra tentar fugir (mas é impossível, pelo menos da pra tentar fotografar a chefona).




Daí Kirie aparece por trás e Miku desmaia de novo, acordando só na próxima noite.


Com mais uma das marcas da maldição, dessa vez nas pernas. Detalhe que as cordas aparecem nitidamente no inicio, depois desaparecem e ficam só as marcas, e depois as marcas somem, mas ela permanece amaldiçoada.


Na terceira noite, assim que Miku descobre a múmia da primeira sacerdotisa da corda, e também o fragmento de espelho, Kirie surge, e Miku tenta fugir pela escada.



Miku sobe muito devagar, mas Kirie também flutua muito lentamente, e ela quase consegue escapar sozinha, mas chega a escorregar e quase cai...



E ai a Mini-Kirie aparece pra tentar ajudar, oferece sua mão e tal e a salva. Ainda assim, Miku só acorda na noite seguinte.



Mas dessa vez ela acorda sem a maldição final, a "corda no pescoço", e a Kirie infantil aponta o que ela deve fazer pra ajuda-la.




Na quarta noite, a monstruosa Dama de Branco é encontrada duas vezes. 



Na primeira, Miku consegue finalmente escapar sozinha, mas é uma correria bem tensa, toda monocromática, e com uma trilha bem macabra. Da medinho... mas depois de fugir, Kirie só aparece de novo no fim.




Ela é enfrentada diante o pedestal do Espelho, frente a Porta do Submundo, como um chefe final que só sofre dano se o disparo for completo...



E ela não faz nada além de andar na direção de Miku, porém só de chegar perto, ela drena completamente a energia vital da mocinha, o que é literalmente mortal (derrota-la sem uma pedra da ressurreição é difícil, e pior ainda se for no emulador por conta de um bug da batalha final). Kirie não da chance nem de usar consumíveis de restauração, e rola uma cena de morte caso Miku perca. Detalhe: Isso mostra o quão letal a fantasma demoníaca é, o que só reforça o fato de Mafuyu estar morto, afinal ele teve contato direto com ela.




Mas mesmo derrotando Kirie, ela não é realmente derrotada e quebra a câmera.




E ai, vem o grande segredo e plottwist do jogo... mas antes disso preciso falar sobre algo...

O Espelho Sagrado




Ao longo do jogo, são encontrados fragmentos de um espelho. 



Ele chega a ser mencionado em alguns poucos documentos, e é dito em um jornal alias, que haviam cinco Espelhos Sagrados em cinco templos sagrados, usados no "Festival dos Cinco Deuses" pois acreditava-se que eles protegiam a região ou algo assim, mas que foram destruídos por um terremoto e ai nasceu um mal agouro. Sabe o esquema de quebrar um espelho e ter azar? Então, é tipo isso, mas os espelhos eram sagrados, e ao invés de mero azar, ganha-se o tormento eterno.

A questão é que os fragmentos são descobertos ao acaso, e a história tem tantas grandes revelações, sobre os rituais e os mortos, itens especiais e afins, que o espelho em si fica em segundo plano, até que tudo se volta pra ele no fim.

O primeiro fragmento é encontrado no final da primeira noite, após derrotar o fantasma do Takamine e resolver o puzzle dos budinhas. Ele é a recompensa, mas logo após pega-lo, Kirie aparece pra tentar matar Miku. É tudo muito rápido, e pra variar depois disso o caco é roubado por um fantasminha de uma das crianças sumidas, e tipo, tudo se volta pras crianças, pra história de Mikoto, e o espelho vira apenas um misterioso item jogado no inventário.



O segundo fragmento é encontrado no corpo do pai da Mikoto, o folclorista, mas novamente, após tocar no espelhinho, Kirie aparece, e no fim, Miku desmaia e só acorda na noite seguinte, e o fragmento fica la no inventário, sem explicação do que ele é.


O terceiro fragmento é encontrado na frente da múmia da primeira Sacerdotisa da Corda. Ele é recolhido e logo em seguida, adivinha! Kirie aparece e persegue Miku. Alias, Miku tenta até escapar subindo a escada até o poço, mas escadas são lerdas de mais, e ela cai. Mas, a outra Kirie (criança fantasma) salva ela. O espelho fica no inventário também, sem sentido, sem explicação.



E o quarto fragmento é encontrado no quarto de Kirie, na quarta noite, onde ela ficava trancada e tal. Só que logo em seguida, Kirie de novo, aparece e persegue Miku. Nessa parte é até legal pois ocorre a corrida pela vida, mas depois da pra explorar tudo de boa.



Depois disso Miku vai até o poço da lua, e passa pelos locais dos rituais, enfrenta um monte de fantasmas e por fim, encontra e enfrenta Kirie, onde ela vence mas, a mina quebra a câmera. Ai que o quinto fragmento do Espelho é encontrado... e ele era a lente da câmera.



Ele é a chave pra derrotar Kirie também, pois a luta ocorre na frente do suporte do Espelho Sagrado, diante a Porta do Submundo, e como Miku tinha dado a sorte de encontrar os cinco fragmentos, ela consegue montar o espelho de novo.



Tem um documento que diz que os cinco espelhos sagrados que quebraram eram tipo, falsos, e o verdadeiro Espelho Sagrado era o que bloqueava a porta do Submundo (o jogo chama de inferno também). Esse é o espelho que Miku consegue remontar, e no fim, Kirie é purificada e decide completar sua tarefa. É como se o espelho retirasse toda a malícia da Kirie e ela decide ouvir seu lado infantil e puro...

Acho que agora é uma boa hora pra contar a história do jogo.

História


Tudo começa no "capítulo 0", com Mafuyu sendo controlado e guiado pra morte.



Ele vai na mansão, fuça a mansão, e depois de lutar contra um fantasma e usar a câmera da mãe, ele é atacado por Kirie e é fim de Mafuyu.




Depois começa o capítulo 1, na primeira noite.


Miku vai atrás de seu maninho, descobre sobre o ritual do estrangulamento (o da corda) e vê o fantasma do seu maninho algumas vezes, enquanto também enxerga e enfrenta os fantasmas tudo. 


Ela descobre toda a história da equipe que sumiu na mansão, além de enfrentar cada um deles, inclusive o Takamine. No fim, ela encontra um fragmento do espelho, algumas toneladas de artigos, tira uma pá de fotos, se borra um pouco, e então, capota dura depois de dar de cara com Kirie, pela primeira vez.


Daí ela acorda na segunda noite, onde é forçada a explorar sobre a pirralhada sumida e os rituais do demônio.


Ela já acorda sendo furtada, com um fantasminha infantil levando o espelho pra longe. Em busca do espelho, ela encontra um monte de fantasmas, e conhece a história da vovó e os amiguinhos dela, além de ajuda-los a descansar em paz, achando seus espíritos e tirando foto deles.


No fim, ela recupera o fragmento do espelho que tinha e ainda acha mais um, além de abrir uma porta com umas máscaras malucas que serviam de chave (falta de chaveiro mano, só pode). Ela encerra sua caçada adentrando na portinha onde seu irmão e o seu bisavô tinham entrado, e por fim, Kirie surge pra assustar de novo.


Ela acorda na terceira noite então, onde ela descobre sobre como tudo terminou pra família Himuro e ainda da de cara com uns fantasmas sem cara.


Ela passa pelo portãozão do mal e vê que o caminho ta todo obstruído, daí ela tenta descobrir outra forma de chegar onde seu irmão estava (ela vê ele por uma fresta) e aprende sobre os 4 caras decapitados, o tiozinho que decapitava geral e chega no poço da lua, que ela abre usando as tatuagens dos fantasmas sem cabeça, que só aparecem nas fotos.


Daí ela desce uma escada, acha mais um espelhinho, e uma porta que ela nem sabia pra onde levaria, mas que levava pro local onde o irmão dela estaria. Não sei como ela viu a porta, pois eu mesmo nem tinha percebido, já que Kirie aparece logo depois, fazendo a cena da escadinha.


Daí ela acorda na quarta noite, onde ela entende de vez quem é Kirie e acha umas passagens secretas.


Ela toca uma musiquinha daora, guiada pelo fantasma bom de Kirie e abre uma passagem secreta num dos quartos pelo qual ela passou dezenas de vezes. Daí a moça passa por cima das salas tudo, enquanto descobre os segredos de Kirie e acha mais um espelhinho.


Ela invade o quarto de Kirie pra isso, e lê todos seus diários, daí a fantasma fica com raiva, e expulsa a curiosa do seu território. Daí a moça decidi ir até o poço da lua, onde consegue abrir a porta secreta pros santuários de sacrifício e assim, chegar onde seu maninho estaria.


Aí ela tem visões de tudo o que houve, o que a faz entender tudo de uma vez, mas mesmo assim, também tem um caderninho que ela acha de seu irmão, que explica tudo com todas as letras (caso ela não tenha entendido ainda), e também, seu próprio irmão aparece, mas ele vem junto com sua cunhada.


Ai rola a luta do chefão, onde a câmera quebra e ela quase morre, mas ela consegue pegar o fragmento final do espelho, guiada pela Kirie boazinha...


Ela corre, monta o espelho, bota no pedestal, tudo enquanto a Kirie malvadona tenta mata-la...


Daí o espelho brilha e Kirie vaporiza.


Na verdade todo o mal dela que vaporiza, e tanto Mafuyu quanto Kirie (normal) aparecem.


Daí Miku comemora o retorno de seu irmão, ao mesmo tempo que Kirie levanta.


Mas ela tava de boa, e a outra Kirie aparece, a criança, e as duas trocam uma ideia. A Kirie criança diz pra mais velha tomar vergonha na cara, parar de chorar por causa de homem, e ir pro portão fazer seu trabalho.


Aí ela desabafa, diz que vai segurar a porta mesmo.


Ela pega as cordas e se prende como um cadeado pra porta.


Aí o Infortúnio é detido e Kirie é condenada a permanecer presa ao portão, por toda a eternidade.


Tudo começa a desmoronar, mas Mafuyu havia se apaixonado. Então ele decide ficar com Kirie, apoiando-a por toda a eternidade. Assim, ela não sofreria enquanto trabalhava.


Aí tudo treme e Mafuyu fica ao lado de Kirie, e ambos trancam os portões, pra sempre, por opção.


E assim o jogo termina, com Mafuyu explicando espiritualmente tudo o que houve (outra vez kk)


Miku acorda do lado de fora da mansão, sozinha.


E testemunha as almas penadas indo ao seu descanso.


E após se despedir de seu irmão, Miku vai embora, livre da maldição.


E fim.

Pois é, essa é a história do primeiro jogo.

Não é nada complicada, tudo é repetido tantas vezes que fica muito claro, e apesar de tudo, a história não termina aqui.

Ah, o jogo afirma que a história é baseada em fatos reais, mas na boa, isso é balela. No máximo, teve base em lendas urbanas japonesas com fantasmas, mas nada que valha a pena comparar. A história de Fatal Frame é por si só, muito original e rica em detalhes, todos eles fictícios

Após terminar o jogo surgem novas opções no menu, como um mural com todos os fantasmas já fotografados (no total, são 108 se não me engano, mas tudo é repetido, tipo, tem 5 só do Takamine).


Também aparece o Modo Batalha, onde são 20 lutas contra fantasmas fortinhos, com recursos limitados (tipo, 10 fotos do tipo 14mm, sem cura... só pra começar).


E tem também uma roupa extra que surge (e da pra liberar outras fazendo outras tarefas no jogo). 


Em pesquisas, vi que terminando o modo batalha de qualquer forma, libera o modo "Pesadelo" do jogo, com um final alternativo. Porém esse final é muito, muito idiota, mostrando Mafuyu ao lado de Miku e abandonando Kirie pro seu sofrimento eterno, e solitário.


Te juro que me perguntei porque o amante de Kirie não foi atrás dela, já que todos ficaram livres no fim, mas ai percebi detalhes que fazem deste um final muito alternativo inválido e cruel de mais...

Mafuyu tava morto. Ele teve muito contato com Kirie, e ele sabia de sua condição.

Provavelmente, ele decidiu ficar la, não só por Kirie, mas por sua irmã também. Imagine, ela ficaria andando com um encosto que só ela via, e se prenderia ao irmão, já morto.

Foi uma forma heroica de partir, e ainda por cima deu conforto a Kirie. Ela não era má, não merecia sofrimento. Até as antigas sacerdotisas da corda tinham la suas mordomias, tanto que o ritual era renovado justamente pra liberta-las. Kirie iria sofrer pelos outros, em uma punição injusta e muito cruel. O melhor final possível é esse com Mafuyu ao lado dela, e é o mais coerente.

O amante dela, estava longe, foi jogado num lago, o cara também nem tinha uma ligação tão profunda com ela. Entenda que eles se apaixonaram em questão de dias, e tipo... nem ficou claro se ele tava afim dela mesmo. O fato dele nem aparecer como fantasma deixa claro que, ele tava bem longe dali. Então não faria sentido ele voltar também... sem contar que há teorias de que Mafuyu seja reencarnação dele... mas isso... fica pra outra análise.

Espero que tenha curtido. Eu sei que ficou simples, mas espero que tenha sido claro. Eu estou satisfeito... e se você curtiu, por favor não esqueça de comentar. E se eu errei em algo, fiz algo que você não achou legal, ou apenas esqueci algo, por favor me diga, farei questão de corrigir, ou ao menos responder.

Obrigado pela leitura!

See yah!

56 comentários:

  1. E ae!

    Boa análise, esta aí mais um dos jogos que eu era curioso em saber sobre, mas nunca tive tempo (e paciência) para jogar.
    É interessante para conhecer o folclore japonês, e a forma como eles tratam o sobrenatural. Apesar de serem rituais bem bizarros, em varias religiões é presente o sacrifício de uma vida pelo bem de todas as outras. a merda é ter que fazer isso a cada periodo de tempo kkkk eventualmente vai dar merda.

    Fantasmas e coisas do gênero não me incomodam, agora na minha infância eu tinha um cagaço inacreditável de zumbis. passei longe de Resident evil 1, 2 e 3. Mas depois de me forçar a enfrentá-los, agora curto muito haha.
    Você chegou a jogar The Evil Within?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sr Gabriel, valeu!

      Eu custei pra fazer essa análise, tinha uma pá de preconceitos com o jogo mas, no final, até que curti. A história é legal e completa.

      Algo que achei bizarro foi a naturalidade que o game deixou com relação aos rituais. Tipo, os sacrifícios são justificáveis e a crueldade também, tanto que me fez ver o final "ruim" como o mais positivo, e poxa, nele há mortes, sacrifícios, e ainda assim, é algo puro. Diferente dos survival que eu estou acostumado, os rituais não eram com fins satânicos, corrompidos ou obscuros. É uma coisa santa, honrosa... tipo... mano isso é tão estranho, mas legal ao mesmo tempo.

      Eu não curto Resident Evil, e no meu caso é pela jogabilidade mesmo. Na real eu não gosto de ficar explorando, pois me perco muito facil (inclusive na vida real kkk) e os RE clássicos eram nessa pegada. Mas ultimamente to fazendo tanta coisa que eu não curtia no passado que tenho certeza que uma hora ou outra vou chegar nos REs clássicos.

      The Evil Within... sim, cheguei a jogar, mas não fui nada longe. Por alguma razão o game não me segurou. Ele até é legal, tem bons gráficos, é cheio de gore e parece ter uma trama bem complexa, mas ainda assim não me atraiu, pelo menos não me deu aquele gostinho de "quero mais, vou continuar". E eu tentei duas vezes, um no x360 e outra no PC, e parei... semelhante ao Outlast. Esses games são terror, são bonitos, mas algo (creio que o fato de puxarem prum estilo stealth no inicio) não me agrada em nada.

      Eu sou um cara chato kkkk. Mas eu num curtia FPS, e já analisei games do gênero tipo Half-Life (que nem sonhava que um dia jogaria)... então tipo, creio que é questão de paciência, esforço e persistência. Quando chegar a hora... eu jogarei! rs...

      See yah sr Gabriel e muito obrigado por ler e comentar sr.

      Excluir
    2. Por nada, estou aqui na minha maratona de leitura dos seus posts.
      Já terminei sobre o Nier Automata(que zerei semana passada, excelente game), 12 reasons why, "como eu interpreto" e do Zelda BOTW.
      Posts muito interessantes, muito bons mesmos. Então se curte comentários pode esperar por mais.

      Eu acho o Japão um lugar curioso. Toda a cultura deles é muito intensa, tudo tem um motivo. E sim coisas que para outros lugares são violentas e crués, lá é questão de honra, pureza e tradição. Vide o clássico Seppuku. um dia pretendo visitar esta parte do planeta haha

      Eu comecei no Resident Evil a partir do 4, onde os inimigos não são exatamente "zumbis" kkk e fui seguindo, mesmo não sendo minha série favorita.

      Entendo seu lado, tem jogos que simplesmente não nos prendem.
      Eu zerei o The Evil Within, e sim é meio stealth no inicio mais depois que consegue umas 2 ou 3 armas é só sair por ai explodindo cabeças. A história me decepcionou bastante no final. O plot explica os acontecimentos, mas eu não curti muito. Depois de saber a verdade o jogo perde todo o terror que construiu, e pior, deixa varias pontas soltas que só são explicadas em DLCs e talvez na sua sequencia. a cena final também é um enorme "?".

      Qual foi o game mais assustador que já jogou?

      Eu também me perco muito facil, ainda bem que existe GPS na vida real kkk

      Enfim, vou seguindo para outro post, Analise de Alan Wake me aguarda, outro game que sou grande fã.

      Abraços!

      Excluir
    3. Maratona de leitura bem louca essa hehe... legal que ta curtindo. Legal também que se ta indo regressivamente, daqui a pouco vai chegar nos posts iniciais do blog e nas minhas vergonhas (o inicio foi muito brizado... o post de abertura então kkk... eu aprendi e evolui muito com o tempo). Não te culpo se nem tudo lhe agradar mas, agradeço muito por seu apoio e leitura sr. Vejo que você realmente curtiu o blog.

      Comentários são ótimos pra me motivar, e também são o melhor meio pra me comunicar com a galera, compartilhar ideias extras, conversar. Eu gosto muito e sr, valeu!

      Seppuku me faz pensar imediatamente naquele filme dos 47 Ronins, lindo filme, mas que me deixa inconformado com as tradições mais milenares, e o quão o oriente é honroso. Mesmo nos tempos atuais, os caras são orgulhos e igualmente respeitosos... a honra ta acima da vida mano... isso é lindo e assustador. Eu tava conhecendo melhor o japão por um canal no youtube chamado "Japão Por Outros Olhos", feito por um brasileiro que mora la, chamado Velberan, mas ele encerrou o canal praticamente, e vai focar num de games, pois ta voltando pro Brasil, por opção (fiquei mó triste), mas... a cultura japonesa me atraiu muito a atenção, eu adoraria um dia ir pra la... seria louco...

      Meu primeiro RE também foi o 4, mas eu nunca terminei. Já vi o final 4 vezes, por amigos que jogaram do meu lado, mas eu mesmo nunca tive saco pra terminar. Depois joguei o 5, mas perdi o save na metade do jogo, e fiquei mó triste. Recentemente analisei o 7, fiquei empolgado e comecei a jogar o 6, mas depois de terminar a campanha do Leon eu parei. Eu até comecei a jogar o 1, mas mano, passei muita raiva com o save. Esse esquema de salvar só em certas salinhas enche o saco... e pior que tem isso no Fatal frame e eu nem me incomodei.

      Vish, dei um passo pra trás com relação a The Evil Within agora...

      O game mais assustador... em tensão, Super Metroid (não ria) e em medo, Fear (tanto que nem zerei por medo). A franquia Silent Hill me marcou muito, principalmente pelo enredo complexo e mal compreendido, mas o que marcou minha memória foram esses dois jogos...

      Brow, no meu caso parece até doença. Um tempo atrás eu levei meus dois irmãos (menores de idade) pro cinema, assistir Star Wars 7, e tipo, a gente saiu do cinema em torno da meia noite, pegamos o último ônibus pra casa, e fomos parar numa avenida que eu nunca tinha ouvido nem falar. Sem celular, sozinhos, perdidos... só chegamos em casa às 5 da manhã, andando, porque meu pai foi buscar ainda por cima, quando conseguimos entrar em contato com ele, e mano... foi o cúmulo da perdição kkk.

      Alan Wake... que jogaço. Eu fiquei feliz de mais quando terminei a analise dele e do American Nightmare... que jogo.

      Boa leitura sr Grabriel, e divirta-se!

      See yah.

      Excluir
    4. E ae!
      Sim, conforme vou vasculhando o blog, fica bem evidente o quanto você evoluiu, e que evolução! É sempre bom encontrar o nosso estilo, mas nunca esquecer de buscar a perfeição em cada nosso trabalho, admiro muito pessoas que buscam melhorar sempre o que fazem, mesmo que já tenham feito aquilo várias e várias vezes.

      47 Ronins é um filme excelente, e é um belo exemplo para esse assunto, fiquei bastante chateado no final, mas foi perfeito. Não conhecia o Velberan até pouco tempo atrás, onde passei a ver alguns de seus videos sobre games. nem sabia que ele morou no japão. deve ser massa demais este choque cultural.

      Relaxa, Metroid é tenso pra caramba kkk eu tinha medo de jogar, quando era criança.
      o primeiro Fear eu não tive a chance de jogar, mais testei o segundo quando tive ele em mãos. Me falavam muito que a série era assustadora, mas pelo menos o pouco que joguei do segundo eu não achei tanto como falavam (tinha um amigo que passava longe dessa série, por medo) Mas tive que devolver o jogo sem a chance de zerar, triste.

      FPS de terror que eu zerei e curti, foi Metro 2033 e Metro Last Light. fui até atrás dos livros. você conhece?

      kkkkkkkk, me desculpe cara. Mas eu tive que rir. Cara que perigo que passaram em, se fosse na minha cidade vocês teriam que se preocupar com muito mais coisas além de simplesmente chegar em casa. Na vida real podia ter um desses indicadores de objetivo

      Obrigado!

      Excluir
    5. Heh, eu sempre curti desafiar minha própria capacidade e superar meus limites, e o blog ta me ajudando a concretizar isso. Recebo comentários divididos nos posts, alguns em artigos tão antigos e simples, que eu fico imaginando "Cara, quando essa pessoa chegar em tal post, ela vai ficar boquiaberta" . Os textos melhoraram, minha narrativa melhorou, eu to cuidando mais dos detalhes e apesar de não estar perfeito (nunca estará, a perfeição é apenas uma ilusão que atinge quem cansou de se superar) eu sempre fico feliz, mas não apenas pela publicação em si, ou pelo registro da ideia, mas pelo fato de outras pessoas lerem e gostarem, utilizarem, se influenciarem. Eu amo saber que meu trabalho é útil não apenas pra mim, mas pra todos.

      O tenso de filmes assim é que eu sempre, sempre fico pensando na possibilidade de um final diferente. Alias, sempre que algo termina de forma tão injusta, eu fico pensando dias e perdendo noites de sono, buscando alternativas pra que tudo se resolvesse de forma mais positiva. Acredita que curiosamente, Fatal Frame não me fez pensar nisso? Achei o final perfeito, mesmo sendo cruel... eu não vejo nem imagino final melhor.

      Velberan era legal no japão, ele ainda ta postando alguns vídeos mas todos tão com um tom mais fúnebre, afinal são todos os "últimos" de algo. Eu acho que é bobagem ele voltar pra ca, e é uma perda grande pra mim, pois eu adorava ver a cultura japonesa por outros olhos, restaurantes, ruas, cebos, lojinhas de games... era legal, me ajudava a fugir um pouquinho da minha realidade suburbana.

      Metroid é muito tenso. Penso nele como o primeiro game de terror que zerei... eu quero analisa-lo alias, muito, mas terei de joga-lo 100% de novo antes, e tipo... na época eu tinha zerado ele. Além do mais eu precisarei falar dos anteriores antes, e nesse caso não os conheço (o único da franquia que terminei foi o Super, e ele é o 3°).

      Eu só joguei o primeiro FEAR, e eu cheguei até longe, mas tomei muito susto com os inimigos invisíveis. Imagina a sensação: Você pode a qualquer momento ser levado pra uma realidade com uma menina fantasma e algo assustador, mas quando você ta no mundo normal, você pode tomar tiro de alguém pelas costas. O perigo é iminente, ai se chega numa parte em que essas duas realidades se unem. Bichos invisíveis que podem te matar a qualquer momento... mano! Eu to com o 2 e 3, mas te juro que não to afim de jogar, igualmente to com os Dead Space e não to muito afim não... acho que agora, se eu for jogar algum fps, será o Half-Life 2 mesmo, eu to sonhando com ele as vezes.

      Já vi os Metro, mas nunca joguei. Jogos de terror focados em FPS ou com aquele motor de "fazer coisas flutuarem" parecem genéricos de mais pra mim, então eu nunca curto. O RE7 foi um dos poucos que me agradou muito e é nesse formato, e o Half Life também... mas no segundo eu meio que fui incentivado pelos leitores, caso contrário eu não jogaria.

      Excluir
    6. Sr, meu irmão foi assaltado duas vezes perto de casa. Acredite, é perigoso por aqui também, eu dei muita sorte que não deu nada errado naquele dia, mas me lembro muito bem do medo que passei. Meu irmão maiorzinho queria pegar carona com alguém da avenida, ficava dando joinha como nos filmes, e eu disse "Mano, para com isso, isso é o mundo real". Só que eu mesmo cogitei essa possibilidade. Não tinha ônibus, nem taxi a vista, o motorista do ônibus que estávamos nos deixou no meio de uma avenida (nem pro fi duma mae levar a gente pra rodoviária ou pra garagem, seria mais seguro) e tipo, era muito tarde. Eu e dois pirralhinhos nas costas... o menor tava reclamando que o pé tava doendo... foi uma noite muito longa. Teve uma hora que achamos um cara com o carro reabastecendo (foi o primeiro contato humano que tivemos em horas de caminhada kkk) e eu quase paguei ele pra nos dar uma carona pro centro da cidade, mas ai pensei que ele podia nos sequestrar, matar, esquartejar e vender os órgãos, dai decidi bancar o traficante. Na real eu tava trajado como um bandido, eu acho que não achamos mais ninguém porque a galera tava se escondendo de mim, barbudo, encapuzado, andando no meio da madrugada com dois garotos atrás... é... mas no fim deu tudo certo.

      Só que até hoje, meus irmãos pensam muito bem antes de viajarem comigo, e olha que esses dias fomos no cinema assistir Logan, e perdemos o último metrô, pois esperamos por pós-crédito e era muito tarde, e nem tinha pós-crédito. A sorte foi que estávamos com um amigo meu, e ele sabia como andar por ai, daí fomos na rodoviária e pegamos um ônibus... se ele não tivesse junto, seria "Perdição parte 2".

      Sim sr, deveriam criar um indicador desses... facilitaria muito minha vida kkk... isso porque dia 16 tenho uma festa pra ir, de um colega do trabalho... imagina o medo de me perder... afinal nem sei onde ele mora... mas belê, um dia eu aprendo.

      See yah!

      Excluir
  2. Achei o seu blog enquanto procurava artigos sobre o Silent Hill.
    Continue com o ótimo trabalho,adoro os seus reviews.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado sr... ou lady... eu fico feliz por ter achado e curtido o blog. Pode deixar, e farei meu máximo pra deixar meus textos cada vez melhores. To aprendendo ainda, mas to amando isso tudo.

      See yah! E bem vindo.

      Excluir
  3. Fala aê cara quanto tempo...
    Volto a repetir que a sua análise como sempre está ótima...
    Em questão da série;eu só terminei o 3 com muito cagaço por sinal,no 3 os fantasmas passam a ter assombrar na sua própria casa kkkkk
    O que gostei muito foi a similaridade com SH em se tratando de significado dos inimigos;à lá SH 2,mas acho que FF lançou antes do SH 2...
    A estória desse jogo é legal,mas cara o 3 é mais intimista,já não bastasse a deprê que esses jogos normalmente dão ainda tem uma tristeza que o jogador sente que é inexplicável,jogue e vc verá o que estou dizendo,dizem que o 2 tem uma narrativa melhor tecnicamente né;mas é questão de gosto.
    Man te recomendo muito jogar FORBIDDEN SIREN 2 esse é o europeu;não foi lançado nas Américas.
    Abraço meu amigo,gostei muito da análise.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Hei sr Gabriel!!! Faz tempo hein. Feliz por ter visto a análise, e curtido. Eu to expandindo os horizontes, provavelmente a próxima análise será de Tomb Raider, ou de Half Life 2, ou Donkey Konk Country 3. Dizer a real eu quero fazer de um jogo que desconheço, tipo Prototype ou WatchDogs... ou o Danganronpa. To com todos eles separados, bem como Fatal 2, 3, 4 e um de WiiU... e Bayonetta... to empolgado pra jogar e analisar tudo isso, mas repito que to querendo aumentar a biblioteca de previsões. Tipo... eu até faria de Fatal Frame 2 agora, mas por esse desejo de ter outras franquias listadas ta me fazendo ter dúvida do que jogar agora.

      Maaas... quando menos se espera a vontade vem. Foi o que ocorreu dessa vez, eu tive pesadelos com FF, antes mesmo de jogar, querendo jogar. Eu to muito curioso pra ver o 3... igualmente o 2. Quando eu tava pesquisando pra análise eu evitei pegar spoilers mas, acabei vendo algumas coisas que me deixaram encucado. Tipo... a narrativa vai bem mais longe... as gêmeas por exemplo... eu to curioso pra caramba!

      Enfim, Forbidden Siren 2... acabei de ver o vídeo, se eu tivesse visto de fone teria me cagado todo. Se lascar sr!! O jogo é ao nipe de SH4, aqueles barulhos do trailer são reais mesmo? Porque se forem... vish eu terei de jogar!

      Sr, senti sua falta! Alias, curiosidade: Surgiram outros dois Gabriel, um é o Sr Chaos (mó gente boa) e um que é meu colega do novo trabalho... o colega me recomendou o Danganronpa, dizendo que viu o anime e é algo beeem confuso, e quer que eu explique. Eu pesquisei e vi que é point and click, essencialmente, daí torci o nariz, mas peguei os jogos e comecei... é daora! Ah, eu também inventei de jogar Clock Tower, mas passei raiva com os passos da mina logo no começo... tem alguns point que são legais, outros que não são... eu sou mó frescurento...

      Enfim, resposta viajada essa minha né?! Grila não, eu to todo empolgadão porque o sr leu a analise!!! Eu lembro que o sr foi um dos que mais me cobrou ela... e to realmente feliz!

      See yah... e se não for pedir muito, da uma olhada na análise do Prince of Persia? Eu to mó orgulhoso dela kkk.

      Excluir
  4. Eu me sinto muito feliz,por vc um grande criador de conteúdos me considerar tanto,saiba que vc é muito bom no que faz;coloca paixão nas suas palavras e realmente percebe-se que ama o que faz msm não sendo sua remuneração;pelo menos por enquanto;que talento vc tem de sobra;já tinha falado isso nas primeiras vezes que li suas análises,e saiba que seus textos me ajudaram muito num momento difícil que passei(que vc deve se lembrar),tinha TV,vídeo game,filme mas as únicas coisas que me deixavam feliz naqueles momentos eram suas análises e sua paciência comigo nos comentários,não te conheço pessoalmente mas te considero um grande irmão.
    Fiquei meio longe do blog por conta de problemas e falta de tempo e cansaço,mas volto a repetir o que te falei lá no início;nunca deixarei de acompanhar o seu trabalho,fique sossegado enquanto a isso.
    Viu o siren 2 né kkkkkkkk...Te falei que o negócio era estranho kkkkkkkk

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sr Gabriel, valeu.

      Algo que me empolga ainda mias a digitar é justamente ter gente como você com quem contar.

      Sr, eu vi o Siren 1 e também um outro mais recente, vi o gameplay com um cara pulano num carrinho de mineração e atropelando uns bichos estranhos... mano, joguinho bizarro! Eu to jogando Obscure com meu irmão (alias, eu preciso voltar a jogar, parei depois que a gente saiu na porrada... co-op de survival horror é briga na certa kkk), e acho que vou jogar um pouco de Siren também, mas vou ter de começar pelo primeiro (detalhe, to gravando as reações rs).

      Sr, obrigado por aparecer e por prestar tanta atenção ao meu conteúdo, e por fazer bom uso dele. Espero jamais decepciona-lo, nem aos demais leitores, e vou me empenhar cada vez mais. Quem sabe um dia torno isso minha profissão!!! Seria incrível... perfeito... poxa que sonho kkk.

      Agora, Siren é tipo um battle royale? Pelo que entendi, pelo menos no trailer do 1, é um monte de gente se matando pra sobreviver... é isso mesmo?? Ele é online???? (Pergunta boba, acho que não é online por ser de ps2... mas sei la... ele fez parecer que é multiplayer.)

      Excluir
  5. Vlw man
    Eu acho que vc pode começar por qualquer um,o 2 não é continuação da estória do 1;é tipo SH e SH 2 a msm séries só que com estórias que não são continuação.
    Siren é um Stealth survival horror e foi feito pelo pessoal responsável pela saga SH.
    Eu particularmente acho Siren muito mais assustador que SH;e também muito difícil;cheio de coisas não óbvias no jogo que vc deve procurar...
    E tipo os inimigos não morrem de verdade;eles só ficam incapacitados por um tempo,tu tem que ser muito gelado pra jogar esse jogo além de ter muita estratégia para passar por vários sem alertar.
    O jogo se passa em uma vila japonesa que se perdeu no espaço tempo durante um ritual xintoísta obscuro,ocorreu um terremoto as conexões com o mundo "real" foram cortadas os moradores se transformaram em shibitos e o mar virou um sem fim com cor de sangue e a chuva tbm,se não me engano o que causa essa maldição é um ser meio alienígena meio demônio que transforma as pessoas nessas coisas.
    Eu acho que Siren empata em terror só com FF e as vezes ganha em alguns quesitos,o clima de siren é muito pesado mas muito msm;tu se sente mal em ficar jogando por muito tempo...Tu vai adorar o jogo a estória é muito louca kkkkkkk,eu prefiro o 2 por ser melhor na jogabilidade e ser um pouco menos difícil...lançaram também o Siren blood curse no ps3,mas nunca joguei esse infelizmente.
    Cara um capítulo do siren que nunca esqueço;é um que vc é uma professora e tem que fugir com uma aluna de uma escola totalmente escura e abandonada com um diretor grotesco shibito andando nos corredores e salas estreitos e escuros tendo de carregar uma criança com vc e ele não pode ver a menina senão é game over,já não bastasse isso a porta tá trancada e vc tem que procurar uma chave antes de tentar escapar kkkkkk

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O jogo já me fisgou pela trilha sonora, agora pela história eu to ainda mias empolgado. Vou providenciar.

      Sr descreveu bem, parabéns sr, sem spoilers e claramente, praticamente uma analise. Rs... boa.

      Então, vou começar pelo 2. Se o sr disse que não prejudica nada na interpretação, bora la.

      Vlw pela dica sr Gabriel.

      Excluir
    2. Vlw kkkkkkk
      O primeiro se passa em uma vila chamada Hanuda e o outro em Yamijima eu acho kkkkkk.
      Cara vc irá ficar tenso com certeza ao jogar esse jogo kkkkkk...tem umas partes no 2 que vc pode controlar uma pick up e atropelar os shibitos kkkkk,e a visão é em primeira pessoa dentro do carro,muito da hora.
      Eu irei ler a análise do Prince of Pérsia pode deixar...eu não esqueci do Max Payne 2 não hein rs.

      Excluir
    3. Heh, eu to instalando um monte de jogos agora, já achei os Sirens, então eu vou jogar logo.

      Eu acabei de editar a análise de PoP, adicionei uma mini-analise da versão de GBA, espero que curta.

      E sobre Max Payne 2... eu sei. Eu vou analisar... um dia! rs...

      Excluir
    4. E eu irei jogar sr Gabriel... depois de me recuperar. Aconteceu algo bizarro aqui, fui jogar com um dos meus controles, e assim que peguei, saiu uma enxurrada de formigas. Eu achei que eram aranhas e taquei ele no chão, depois olhei melhor e era uma colônia enorme de formigas.... eu joguei o controle fora, e dei uma mega limpeza no quarto, além de desinfectar a estante do controle... mas mano, como tinha formiga nele viu.

      To meio chocado, vendo vídeos de terror e catástrofes pra me acalmar. Depois vou jogar um pouco, mas acho que vou jogar TB primeiro. Eu sou esquisito quando to chocado. Minha mãe me disse que ontem matou uma formiga do tamanho da ponta do dedo, que tava na casa em construção embaixo da minha. Provavelmente era a rainha delas. Vi em pesquisas que formigas desse tipo (transparentes, pequenas e amareladas) migram durante o frio, e dispositivos eletrônicos em standby são uma preferência. O tenso é que elas infestaram o controle, e o outro tava logo do lado. Eu nem abri ele e saiu muita formiga. To pensando em abrir o outro e ver se não tem uma colônia se formando nele também. O estranho, é que meu irmão mexeu no controle ontem, e eu vi isso, e não tinha nada. Será que as formigas migraram tão rápido assim? Eu também nem achei a rainha (razão pela qual acho que a que a minha mãe matou era ela) mas tipo, eu to com um pouco de medo de abrir o outro controle. Deus... preciso ver mais vídeos de terror.

      Excluir
    5. Huahuahuahua cara se eu fosse vc chamava o dedetizador pode ter outros focos na tua casa,e insetos também danificam televisão vídeo game,aparelhos em geral,mais um motivo pra tu dar uma olhada

      Excluir
    6. É o jeito. Pior que a casa é nova mano... moro menos de 3 meses aqui. Meu que droga kkk.

      Mas vou chamar um dedetizador mesmo... que droga.

      Por outro lado, to com Siren 1 e 2 já!!!

      Excluir
    7. Aí sim kkkkk
      O 2 eu achei melhor,os gráficos são mais polidos e todos os rostos são de pessoas reais,e usam um tipo de captura facial primitiva do ps2
      Man,comece logo a jogar...esse jogo é desesperador,nele vc sente um horror que oprime de verdade.
      Quando jogar fale comigo pelo Facebook posso te dar dicas se travar,e me fale o que vai achando do jogo...até a tela de menu aterroriza com xiado e um gemido horrível.
      Tu tem meu face é só me chamar lá

      Excluir
    8. Sr Gabriel, eu mecho pouquíssimo no facebook mas, farei isso sim.

      Não se preocupe, eu vou jogar. Mas tudo ao seu tempo. Games de terror precisam de constância e clima, e eu to com folga programa pra semana que vem. Daí poderei fazer noitadas com jogatina. Todo mês tenho direito a 2 semanas com 3 dias seguidos de folga. Esses dias eu dedico plenamente aos jogos (razão pela qual to com 6 jogos em análise atualmente kkkk). To jogando em parceria com meu mano o Obscure e o Unravel, mas a gente travou numa parte no Obscure (ele sabe sair mas eu to enrolando porque ele me irritou... ele fica me matando e me ignorando...) e o Unravel é chato (sério, o jogo é lindo mas enjoa fácil). Vou pegar o Siren pra zerar em uma tacada só... e fazer a análise com o hipe pra sair algo bem legal e carregado de emoção.

      Mas pode ter certeza que vou te procurar no caso de problemas, traumas, ou pânico.

      See yah sr!

      Excluir
    9. Tá aí 3 palavras que vc passará com certeza no Siren kkkkkkk...problemas traumas e pânico kkkk
      Vlw man,daqui a pouco leio o PoP rs

      Excluir
    10. Imaginei só pelos trailers. Eu assisti um pouco de gameplay, parece que usaram o mesmo esquema gráfico de Onimusha 3, são como fotos na cara dos personagens, texturizadas. Isso pareceu horripilante. O pior são os barulhos... sr eu vou jogar de fone.

      Bem, boa leitura.

      Excluir
    11. Tem um trailler do 2 que aparece um chefe que é uma cabeça de mulher com pés de galinha...umas das coisas mais estranhas que já vi,pesquisa aí

      Excluir
    12. Comecei a jogar, só pra ver. A animação é realmente única... e a trilha sonora é terrível, no melhor sentido. Poxa, se começa controlando um pirralhinho que acha o pai morto man... que isso. Joguei o tutorial e parei. Vou jogar quando tiver tempo separado.

      Mas é um jogo bem interessante. O esquema de histórias por missão me lembrou Zelda Majora's e o livro de quests...

      Excluir
    13. O 2 é da hora msm,se eu não me engano vc começa em primeira pessoa com a criança né?
      Vc vê um cara cego e um cachorro perto do corpo né?...te adianto que não foi ele quem matou kkkkkk
      Ele inclusive é jogavel e vc tbm controla o cachorro,tem uma parte com esse cara que tu vai travar com certeza kkkkkk
      E desculpa pelo spoiler,mas era preciso kkkkkk

      Excluir
    14. Eu entendi a jogabilidade... são histórias que se conectam no final, e você verá tudo pela perspectiva dos envolvidos. Pelo que vi o cara com o cachorro é o cara de óculos que começa o "Tutorial", e eu não tinha reparado que ele tava cego (eu não tenho problemas com spoiler, mas esse foi de matar... eu sou teórico então, juntei as peças... provavelmente o cara ficará cego por causa de um evento e o cachorro será seu guia, razão pela qual se joga com o animal. Quando ele chega na casa do pirralho, é pra "ajuda-lo", e deve ter algo haver com as várias vozes que o moleque escutou. Se bobear, na parte que a criança foge, ela vai de encontro a alguma criatura... pif... posso tar absurdamente errado, mas também posso estar certo... não deixa de fazer me empolgar e ficar curioso com atrama).

      See yah sr Gabriel... E ta mais empolgado com a analise de Syren do que Fatal frame 2... kkkk... isso é bom, vou poder aumentar minhas séries.

      Excluir
    15. Cara;ele não fica cego no jogo,ele já era cego antes kkkkkk

      Excluir
    16. Errei feio então kkk. Mas okay, já comecei outra analise.

      Excluir
  6. Mano eu sempre ficava longe desse jogo por causa do tensao nao e nem pelo fantasma do kamikaze samurai (esse bicho me fez quase dar aqueles peido que borra a cueca kkk o bicho e chato pra mandar)e pelo cenario e background do game que dava uma sensação de solidao tipo quando joguei o 2 tem um easter egg que se vc ficar parado por muito tempo aparece uma jumpscare (nao e exatamente uma mais e tipo isso)quase forçando o jogador a ficar sempre em movimento.
    E cara nunca pensei que alguem ficaria horas atras do buda kkkk
    E aquela parte do numeros invertidos me fez ver gameplays no youtube,raramente faço isso (mais o Puzzlevania realmente me fez perder a cabeça que desisti.)

    E cara aguardo sua gaymeplay de obscure deve ta foda ate agora nao sei qual é o seu canal se der manda o nome ou link.

    Entao aguardo a proxima analise, Ms.Deathnote

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sem dúvidas, Fatal Frame deixa uma sensação macabra de vazio e solidão. É um jogo tenebroso, ao bom e velho estilo do terror japonês... eu fiquei apavorado com a moça do pescoço quebrado... tipo, ela só aparecia pra me fazer rever a necessidade de jogar. Cheguei em uma parte do jogo, num armazém, que eu literalmente fechei os olhos de medo, algo que não faço desde meu último passeio num "Trem do Terror" em parques de diversão, que foi se não me engano a 12 anos atrás... Eu nem mencionei isso na análise, mas existe um armazem que a gente precisa visitar várias vezes (é o que tem atrás do primeiro puzzle de relógio invertido). Nele aparecem fantasmas, sempre, independente de quantas portas você passou, e tipo, nessa parte, por puro reflexo, eu fechei os olhos e sai martelando o controle por uns 5 segundos, até lembrar que era um jogo. Parece pouco tempo mas acredite, eu fiquei com vergonha por ter chegado a esse cúmulo.

      Esse é um daqueles jogos que te traumatiza, mesmo que só um pouquinho. Minha tolerância pra terror é alta, e eu já to bem mais anestesiado com certas coisas (jumpscary ainda funciona que uma beleza, mas terror psicológico não) agora, confesso que to levemente traumatizado com Fatal Frame, ao ponto de tar evitando jogos de terror no mesmo nipe (e o sr Gabriel ainda veio me recomendar um que é ainda mais bizarro... kkk, eu to ferrado). Detalhe: Esses dias meu irmão colocou o carregador de pilha na tomada do lado da porta, e ele acende duas luzes vermelhas... sr, era de noite, eu que tinha pedido pra ele por mas havia me esquecido, estava eu vendo vídeos engraçados no youtube e dei uma leve olhada periférica... eu literalmente gritei, um esganiçado gritinho feminino... e depois morri de vergonha, torcendo pra ninguém ter ouvido... tudo que passou pela minha cabeça na hora foi "Eta to morto, fantasma!".

      Enfim, eu realmente travei no buda. Foi muito azar eu ter derrotado o tio Taka na frente do mesmo local da foto, daí eu imaginei que era uma imagem do local da morte dele ué... foi a primeira "imagem substituída" do jogo, e me pegou de jeito. Mas eu superei, agora a do relógio foi complicada. Eu quase descobri... foi um quase quase mesmo, mas eu também apelei pra gameplay... foi uma das pouquíssimas vezes que fiz isso... mó vergonha... eu sou horrível com puzzles mas sempre faço o possível pra descobrir, nem que custe horas... mas as vezes cansa.

      O gameplay ta legal até, gravei 1 hora e cheguei até uma parte com um puzzle num mapa, com duas bússolas de longitude e latitude. Mas, nessa mesma parte eu fiquei irritadíssimo com meu irmão e a gente parou, sem contar que ficamos vários minutos perambulando sem entender o puzzle. Pedi pro meu irmão pesquisar pra que a gente não enrole na próxima jogatina, e vou esperar minha próxima folga pra gravar mais um pouco. Agora... sobre edição... eu to bem ferrado. Usei o Fraps pra gravar, converti o vídeo pelo Vegas e deixei menor em tamanho de arquivo, mas os pequenos vídeos 10 minutos cada se somaram em um grande arquivo de 1 hora. Eu não sei se posto ele assim mesmo ou se edito, tirando partes enroladas ou deixando o material bruto, ou simplesmente encurtando mesmo... eu sei la...

      Sobre meu canal... ele é muito amador ainda, nem tenho o que divulgar nele. Uso pra postar alguns pouquíssimos vídeos pra suporte nas análises mas é algo bem bobo, eu nem edito então é realmente amador... mas, quando eu me decidir como postar o vídeo de obscure, vou linkar aqui no blog com uma descrição prévia.

      Ms Deathnote ou sr Vini? Bem... até a próxima analise e pode crer que, não vai demorar muito não.

      Excluir
  7. Blz cara e meu,tinha um papel com o a latitude numa porta em que tinha que quebrar o vidro kkk

    E na vdd era vc que eu chamei de DEATHnote pelo nome morte l

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Man,já jogou Siren? Kkkkkkk
      Chega ser mais horroroso que o Fatal Frame

      Excluir
    2. Sr Vini, imaginei que eu seria o DeathNote... mas como tava no final do texto achei que era uma assinatura, algo que me confundiu afinal, seu nome já é bem daora como assinatura. Mas obrigado pela formalidade rs...

      Meu irmão descobriu como passar pela parte no Obscure, mas eu to enrolando. Quando eu tirar folga vou guinar nos dois jogos...

      Siren... meu deus eu to totalmente atraído de tanto falar do jogo... saco eu queria voltar a dormir direito mas pelo jeito, terei de jogar o quanto antes ou vou ter pesadelos, igual o que houve com Fatal Frame... aff, pior que o jogo é daora, e igualmente assustador... meu deus eu preciso jogar Kirby.

      Excluir
    3. Assim que eu postar a próxima analise... vou jogar Siren.

      Excluir
    4. Aê kkkkkkk
      Tô querendo ler a do Prince of Pérsia,mas não estou concentrado o suficiente,ainda mais aqui no RJ nego faz barulho pra caralho,ninguém merece...
      Tô doido pra ler sua análise do Siren

      Excluir
    5. O sr vai gostar da análise de PoP, eu adorei digita-la.

      Sobre Siren... medo kkk, repito que assim que publica a próxima analise eu garanto que em seguida será Siren.

      Excluir
    6. Vou jogar o 2. Eu testei o 1 e o 2 pra ver como rodavam, e tão jogáveis. Meu controle tem problema no analógico da câmera mas, acho que não vai atrapalhar. Eu joguei até a terceira história, mas parei. Porém, hoje, daqui a pouco, vou começar pra zerar. Creio que segunda feira já terei terminado.

      A análise do próximo jogo já ta sendo feita, eu vou terminar a digitação amanhã no trabalho.

      Excluir
    7. Cara no momento eu tô jogando Resident Evil Revelations,é muito bom ele balanceia o suspense e ação de forma bem agradável,tem uns jumpscares,mas tem partes em que vc realmente fica tenso...ele lembra muito o Dead Aim e o primeiro da franquia.
      Cara eu acho que vc não vai terminar o Siren até segunda,ele é difícil é muita tentativa e erro e é impossível jogar direto ele tem uma aura muito pesada e sombria,não aconselho jogar direto;vc irá se sentir mal.

      Excluir
    8. Concordo contigo sobre as duas coisas. O RE Revelations é bem legal, eu também já joguei ele (um pouco) e me lembro que tanto o 1 quanto o 2 (principalmente o 2º) eram pesados pra 3º configuração do meu pc. Mas na 4º (atual) ambos rodam perfeitamente (instalei pra testar o poder da máquina, mas por incrível que pareça, instalei tanto jogo que RER1 e 2 ficaram de lado.)

      Sobre o Siren, realmente não deu. Ontem tente jogar ele, coloquei fone e tudo mais, passei pelo tutorial dos militares e sei la, fiquei meio zonzo. Não creio que seja pelo jogo, acho que é por causa da minha saúde mesmo. Tomo antidepressivo diariamente (aumentei a dosagem recentemente), e acredita que engordei pra caramba? Eu tava achando que era única e exclusivamente por conta da minha rotina atual, mas inventei de ler a bula e descobri que o remédio tem como efeito colateral justamente o aumento de peso, fadiga e pior, aumento de apetite (bem que percebi que to me cansando facil, eu fico fadigado tomando banho man... isso não é normal, e eu to comendo horrores, principalmente de noite, e não fico satisfeito... ta tudo errado)! Tipo... eu já tenho tendencia pra engordar, somando com isso e meu trabalho mórbido atual (fico 12 horas sentado na frente de um pc autorizando entrada e saída de carro ¬¬) eu simplesmente to ficando bem mal. Mas nunca mais tive enxaqueca ou depressão ^^"... pelo menos não num nível alarmante (depressão nunca some...), enfim... eu fiquei mal de fato e tive de parar. Reconheço que o clima de Siren é desagradável, e eu preciso animar um pouco a vida... mas eu quero e irei jogar, pouco a pouco, paralelo a outros jogos. Assim, mantenho-me bem rs.

      Vlw a dica sr, eu fiquei preocupado, achei que o problema em jogar tava em mim, mas sabendo que é algo comum e que preciso dosar, fica mais fácil.

      Enfim, vlw sr Gabriel.

      Excluir
    9. Caramba,força aí pra vc,man não exagera em remédio controlado não,fala com teu médico do que se passa contigo;não dá pra ficar assim não.
      Cara existem jogos pesados que vc se sente bem em se sentir "triste",vide SH 2,3,shatered memories,Gta 4,Fear 3,Max Payne 1 e 2,RE 1,2,3,code verônica,revelations...mas existem os tristes Doentios/depressivos,nesses se encaixam:Siren 1 e 2,Manhunt 1 e 2,Fatal Frame saga,Outlast,Hungry Ghosts,Kuon,Dead Space 1 e 2,Echo Night Beyond...É uma coisa diferente que vc sente ao jogar esses;pode ser pela tensão excessiva,pelo terror incrível,pela sensação de solidão e incapacidade...

      Excluir
    10. Então, eu já troquei a receita, mas o único remédio que me ajuda é esse. Claro que tem o efeito colateral mas, eu vou preparar uma dieta e rotina que contorne esse problema...

      Acabei de sair de Fatal Frame então eu to meio que acostumado ao estilo, ainda assim quero jogar Siren o quanto antes. Mesmo que de pouquinho em pouquinho... eu vou jogar.

      Excluir
    11. Flw,mas se cuida...já que teu trabalho é sedentário;pratique algum exercício;saia um pouco do pc

      Excluir
    12. Eu vou analisar Super Smash Bros de WiiU, daí tenho de jogar os jogos referências. Tem o Wii Fit, eu vou jogar ele, criar o hábito de joga-lo frequentemente. Também vou jogar Donkey Kong Barrel Blast, Zelda Skyward Sword e Dance Dance Revolution no knect. Acho que jogando isso tudo umas 3 horas por dia já entro em forma de novo kkk.

      Melhor que pagar pra fazer academia, eu odiava... e na minha rua não da pra fazer caminhadas ou sou assaltado. Também não tenho espaço em casa pra equipamentos de ginástica... mas tenho video games!!! Então, hora de fazer bom uso deles kkk.

      Sem contar que vai servir pro blog... quanto mais jogos, mais analises... e acho que será engraçado me gravar dançando... e se surtir resultados, pode ser um ótimo conteúdo também, um tipo de recomendação com prova real.

      Bem, vlw sr.

      Tomb Raider a caminho...

      Excluir
    13. Tomb Raider é legal...
      Cara lembra da recomendação que eu fiz de RE Dead Aim?...então queria muito ver uma análise dele,é nos moldes do RE Survivor;também é um spin off,mas muito melhor que o primeiro,vc poderia fazer uma "saideira"dele;seria da hora...
      Vlw

      Excluir
    14. Eu comecei a jogar o Dead Aim, mas foi no processo de troca de configuração do meu PC. Perdi o hd com o jogo e o save. Tentei encontrar a mesma versão mas não achei, e a única que consegui não funciona no emulador. Mas não grila, eu não esqueci. Só ter paciência sr, uma hora a análise sai.

      Excluir
  8. Seu blog éo melhorzin que tá tendo,sempre perco umas horas.
    Faz ai a continuação do half life que é um puta jogo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Heh, isso que faz valer a pena digitar e jogar bastante. Meu tempo se torna aproveitável pros leitores. Obrigado sr.

      Bem, eu comecei a jogar Half Life 2, eu tava ansioso pra ver os "tripodes" e tava até tendo pesadelos com isso, mas ai passei a ter pesadelos com Fatal Frame, e troquei o jogo. Agora, eu já to terminando uma analise sobre Tomb Raider, e já comecei uma outra sobre Kingdom Hearts... é muito jogo e muita vontade de falar de todos eles, o bom é que eu tenho tempo ainda.

      Mas, HL2 já foi bastante cobrado então, em respeito, vou reorganizar minha agenda e falar dele o quanto antes. Acho que consigo escrever sobre TB, KH e HL2 ainda em Agosto. Na real eu já teria terminado o texto de TB, mas meu chefe no trabalho meio que encasquetou comigo e ta pegando no meu pé quando digito la, então to maneirando e ao mesmo tempo, demorando um pouco mais.

      Enfim, sr Wallace, bem vindo ao blog, e pode crer que não vou decepciona-lo.

      See yah!

      Excluir
  9. Respostas
    1. Valeu digo eu sr Wallace, sua leitura me motiva a digitar. Eu já me organizei pra atender alguns dos principais pedidos pra esse mês, e HL2 ta na lista, alias, é uma das próximas 6 postagens do blog.

      See yah sr! E quando tiver pronta e postada, conto com sua leitura e crítica hein. Garanto que farei jus ao jogo!

      Excluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Seguidores do Google+