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domingo, 15 de maio de 2016

AnáliseMorte: Half-Life! O pouco que aprendi sobre HL.

E chegamos a mais uma análise.

HL, um jogo famoso, que eu nunca havia jogado... pois bem, ele é um jogaço que merece toda a reputação que possui... entretanto...




Não sei porque, eu não achei ele tão misterioso quanto os jogadores, sites e fan pages apontam... Na real encontrei respostas até bem simples pra algumas questões milenares e tipo... estou com medo de compartilhar isso. Eu não sou nenhum fan, conheço HL ao que... 1 mês? Acho que menos... porém eu fiz essa análise com muito cuidado, atenção e respeito... só torço pra não pisar no calo de ninguém, e pra não desrespeitar o brilhantismo desse jogo e sua franquia. Repito: Half-Life é um jogão! Mas tentarei analisar à minha maneira e torço, apenas torço, pra que minha interpretação não atropele a realidade dessa inquestionável obra de arte (dos tirinhos!).

Essa análise, terá spoiler, imagens, interpretações, teorias, resenhas, curiosidades, 1 vídeo e... um monte de cores! Então senhoras e senhores, preparem-se!

Boa leitura!


Começando então.



Half-Life é um jogo de Tiro em Primeira Pessoa (FPS - First Person Shooter). Eu já declarei em outras análises o quanto não curto jogos desse estilo... porém há algumas exceções que não da pra recusar, que me atraem pelo visual, atmosfera ou história (nunca pela jogabilidade... odeio tiro). Então, por pedido e recomendação, eu me fiz o favor de jogar HL, e não me arrependo nem um pouco disso.



Antes de falar da história, é justo falar um pouco da parte técnica.

Como todo FPS, aqui tudo te leva a atirar em tudo. O esquema de mirar, puxar o gatilho, atirar, recarregar, mirar... mirar... m-i-r-a-r... Ah é, não há a necessidade de "mirar". 



Eu fiquei meio perplexo com isso, pois tecnicamente um dos maiores atrativos pra FPS é justamente acertar alvos com balas. Porém, em HL, o jogo faz boa parte do trabalho por você, com uma mira automática dependendo da arma que se utiliza. 



A mira simplesmente trava no alvo, sendo necessário apenas apontar a arma pra direção certa, e o tiro sempre é mortal. As armas com uma capacidade de mira gritante são as Pistolas (e ai entra a Magnum) que simplesmente miram na cabeça mesmo, dando headshots a quilômetros de distância.


Acredite, tem um cara ali embaixo, ele me matava com seus tiros de metralhadora (veja o HP!) mas passei dele graças a "Mira Automática" da Pistola.
Uma mira automática faz uns 80% do trabalho, considerando que o jogo em si se resume a FPS. Em HL, só é preciso andar, ativar botões e atirar. Então tipo, com o jogo praticamente atirando por você, só é preciso se preocupar com andar e ativar botões... se bem que as vezes os npcs ativam botões por você.

É, ao longo do jogo são encontrados npcs: Cientistas e Seguranças. 



Esses carinhas, se sobreviverem a situação em que são encontrados, passam a seguir o jogador, oferecendo suporte médico (os Cientistas e suas seringas) ou cobertura (os Seguranças e suas pistolas), até determinadas partes dos cenários onde eles não conseguem passar.



Além de ajudar na ação, esses npcs também são extremamente necessários pra abrir algumas portas ou ativar certos dispositivos. Por exemplo, os Seguranças tem acesso a salas com armas, que não é possível entrar a menos que eles insiram as senhas. Os Cientistas também, as vezes tem acesso a certas partes dos laboratórios que só são disponibilizadas caso um deles insira a senha. Enfim, ambos tem códigos que o protagonista não pode ter.



Certo, o jogo mira por você, o jogo abre portas por você, o que resta? Andar certo? Em algumas partes o jogo faz isso por você também.



Sem piada, as vezes o jogo oferece meios de transporte que te levam pros lugares exatos. Inicialmente isso passa meio batido, apesar de você já começar em um meio de transporte (um tipo de vagão que te leva pra base subterrânea onde tudo começa), mas ao longo do jogo, surgem esteiras...




 Carrinhos de trilho... 


Elevadores... 




E principalmente Portais. Tudo isso te leva pros lugares certos.



Mas, estou sendo desonesto ao dizer que o jogo se resume a algo que ele faz pelo jogador. Muitos dos desafios em HL são voltados a jogabilidade, e caso o jogador não tenha certa... "maestria"... não tem como avançar. Não há muitos segredos nos cenários, poucas coisas são interativas, e apesar de não haver um mapa, não é difícil encontrar o caminho certo e seguir em frente (tirando a fase do deserto... aquilo la é tenso). Então tudo que resta pra dificultar é a forma como se chega até esses locais.


Nessa parte por exemplo, é preciso descer a escada no tempo certo, antes das hélices do ventilador pegarem no protagonista, pois não da pra para-lo.
O principal desafio de HL são os Saltos. O jogador pula pra tudo, mas são pulos especiais, combinados com outros movimentos, o que dificulta bastante. 

Além do Salto Comum, tem o Salto Agachado, o Salto Comum com Agachamento, o Salto Longo, o Salto Muito Longo e o Salto Suicida.

Basicamente é tudo a mesma coisa, mas na jogabilidade faz uma enorme diferença.



Dependendo da combinação de movimentos, um pulo diferente ocorre: Se o jogador pressionar o botão de salto junto com o de agachar, ele pula porém abaixado, podendo entrar em lugares pequenos porém no alto (ou acima do solo, como essa entrada da imagem abaixo, onde da pra entrar sem tocar na água, usando o Salto Agachado).



Se o jogador pressiona o pulo, e depois o botão de agachar, é possível subir em locais que não da pra subir pulando normalmente... é como se ele encolhesse as pernas pra subir um pouco mais alto que o normal (em um vídeo mais abaixo eu mostro esse movimento...)



A partir de certa parte no jogo, se o jogador pressionar o botão de salto exatamente ao mesmo tempo em que pressiona o botão de andar lento junto com o direcional (pro lado que se quer pular) o personagem da um salto turbinado, que vai bem mais longe.


Fiquei um bom tempo travado nessa parte até entender que tinha de pular com dois botões juntos.
O salto suicida seria quando o jogador pula muito alto, ou de um lugar alto, morrendo com o impacto da queda. Isso entra na jogabilidade pois calcular a distancia dos pulos é crucial pra sobrevivência, onde é importantíssimo analisar muito bem todo o cenário, pra não acabar morto por uma queda inesperada.


Olha o HP... um ventinho no pé já mata, e eu tive de pular isso tudo pra chegar la embaixo, vivo.
Ah, o botão de "andar lento" é aquele que faz o personagem parar de correr e começar a andar um pouco mais devagar (não tanto) enquanto pressionado. É contrário ao comum de outros jogos, onde há um botão que faz o personagem andar mais rápido. Em HL, o personagem já anda na velocidade máxima, correndo muito (o que atrapalha um pouco a jogabilidade as vezes) e tem um botão (Ctrl nos PCs, mas é possível personalizar) que permite caminhar.


No comecinho do jogo, Gordon sai correndo feito louco, enquanto o Segurança anda de boa. Foi nessa parte que descobri o botão de andar, pra acompanhar o cara.
Antes de mais nada, o jogo te oferece níveis de dificuldade, e eu joguei no modo normal (Medium), pois na minha concepção é o modo de jogo ideal, sempre, em todos os jogos (exceto aqueles em que finais secretos são revelados ao se jogar na maior dificuldade...) e mesmo assim, o jogo pareceu bem fácil, com a presença inclusive da mira automática. Creio eu que no modo "difícil" o esquema da mira é retirado e o jogo se torna um FPS "real", mas se no modo normal a mira auto é comum, significa que é parte do jogo tamanha facilidade... enfim...


Modo treinamento (Training Room)... vou dar uma olhada nele e falo disso no final.
O personagem conta com um arsenal bem variado de armas, indo de um simples Pé de Cabra até um Lança Mísseis. Acho que isso acontece em todo FPS, onde ao longo do jogo novas armas são encontradas e somadas ao inventário.



Em HL, existe limite pra munição, variando de arma pra arma. Dentre as muitas armas, há duas que independem de munição: o Pé de Cabra e a Mão de ET.

O Pé de Cabra é uma arma branca, a única que o protagonista carrega, e serve pra descer o porrete em geral, além de quebrar janelas ou caixas, sem o gasto de munição. Detalhe: Não da pra atacar com as mãos vazias.



A "Mão de ET" na real é uma arma alienígena retirada de um dos inimigos e adaptada pro uso militar humano. Ela é uma arma biológica que joga "abelhas espaciais", um tipo de mini parasita que os alienígenas usam pra atacar. Essa arma tem munição máxima de 8 insetinhos, mas eles se reproduzem de forma a-sexuada (eu acho kk), logo, a arma se recarrega automaticamente, gerando 1 inseto por segundo.



Tirando essas duas armas, o resto tudo depende de munição. Enquanto há munição, perfeito, se acabar, a arma se torna inútil até ser recarregada... nenhuma novidade.



O problema é que existem criaturas que só podem ser derrotadas por determinado tipo de arma, e se a munição acaba, a coisa fica tensa. Digo isso por causa dos dois últimos "chefes" que pelo que entendi, só podem ser derrotados pela Balesta (arma que lança flechas, e pode ser usada embaixo d'água) e um lançador de plasma elétrico do mal, que vaporiza tudo que toca (mas tem um limite de 100 pontos de energia).



Isso é bem frustrante, e apesar do jogo ser sim bem "fácil" ele também consegue oferecer desafios em certos enigmas... como a forma de derrotar o último chefe, que demorou um bom tempo pra eu entender o que e como fazer.



Bem, falando em "pontos de energia", devo mencionar que a energia vital do personagem é mostrada através de um marcador em sua Armadura. Ah é, o personagem se equipa com uma armadura especial, tal qual permite realizar saltos altos e resistir melhor à dano, veneno, falta de oxigênio, coisas assim. Ela também marca suas condições atuais, como a energia vital, porém isso tudo é monitorado e apresentado por um visor no capacete... se bem que ele não usa capacete... talvez seja um Google Glass ou algo do tipo...



Como o jogo é em primeira pessoa, não da pra ver a armadura em uso, também não há nenhum ponto com reflexo para enxerga-la, porém na própria abertura do jogo, no menu principal, o protagonista aparece sem seu capacete. Entretanto, durante o jogo, tudo leva a crer que ele está com capacete... alias também tem a Lanterna, que ao que parece também fica no capacete... E mesmo ele não usando capacete, todos os outros que são vistos de armadura (mortos) usam capacete...



Mas indiferente se ele usa ou não um capacete, você enxerga a energia vital, marcada com até 100 pontos, e a energia da armadura, marcada da mesma forma (mas com outro simbolo indicador). Ambas podem ser recuperadas, com Kits de Primeiros Socorros presos nas paredes dos mapas (Vital)...




E um tipo de Reabastecedor de Energia que também é encontrado em paredes (H.E.V. é nome do escudo de energia)... 


Ou ambos em forma de maletas/cápsulas no chão.


Viu, um dos corpos com Capacete!
A energia vital é a vital, não tem o que explicar. A da armadura (H.E.V. ou "Hazardous Environment") é um tipo de escudo que impede que a energia vital seja drenada. Ele funciona bem melhor contra envenenamento, elementos tóxicos e falta de oxigênio, e uma quantidade bem maior de energia é perdida com impactos ou dano direto ao corpo do personagem.



Ou seja, se tiver energia na armadura, primeiro ela é perdida pra depois a energia vital ser perdida, caso contrário, a vital é drenada até chegar a zero e o personagem morrer.



Mas, não há "game over". Ao morrer, o personagem retorna pro último ponto salvo. O jogo, é FPS então tem esse esquema de "salvar" a qualquer momento e voltar pro ponto que desejar. Automaticamente, o jogador vai pro último ponto salvo, mas é possível carregar um salvamento anterior.




E bem, é isso. 

Falta falar da história, personagens e inimigos, se bobear falo das armas também, porque não?

Em resumo, a história é a seguinte:

Você é um cientista que durante uma de suas pesquisas provoca uma destruição em massa e a partir de então, precisa fugir do laboratório, de alienígenas, do exercito, de uma guerra entre aliens e a humanidade, do exercito de aliens e no final, do mundo dos aliens, pra enfim descobrir que foi tudo um grande teste pra te contratar.



Sim, essa é a história... mas não, não foi tudo ilusão. De fato, ocorre uma guerra provocada pelo próprio cientista, e de fato uma penca de gente e alienígenas morrem, mas era tudo parte de um tipo de "programa controlado" em uma região desértica estilo "área 51".



O projeto que deu muito errado era a tentativa de gerar portais, e assim desenvolver formas de teletransporte... era isso que eu achava quando joguei mas depois pesquisei um pouco e entendi que na real os caras estavam realizando pesquisas em diferentes materiais desconhecidos e devido a alguns erros ao manipular a matéria acabam gerando portais por toda parte...



O problema é que eles já faziam isso antes de acontecer o "erro"... a pesquisa real deles era a tentativa de criar portais através de materiais alienígenas de fato... e isso é revelado mais pra frente.



Mais interessante ainda é que o tempo todo tudo no laboratório subterrâneo parecia estar fadado ao erro. Equipamentos falhando, alarmes soando inesperadamente, um monte de coisinhas pequenas que indicavam o caos certo. Ainda assim, o cientista protagonista bota a mão na massa.



Ele veste uma armadura de proteção especial para manipular os desconhecido material alienígena, e por conta dessa armadura ele sobrevive a enorme explosão do mesmo, conseguindo sair vivo e inteiro da grande merd4 provocada.



Esse cientista tenta desesperadamente sair do laboratório subterrâneo, e ai o jogo rola, com sobreviventes aparecendo, aliens aparecendo do nada, portais surgindo com mais aliens, um cara observando o tempo inteiro, soltados do governo tentando matar o cientista e... "um cara observando o tempo inteiro"? Ah é, tem isso!



Não há muitos personagens no jogo, eu diria que não há nenhum além do próprio protagonista e o "Observador". Sendo que os aliens, soldados, cientistas e seguranças são todos praticamente idênticos, nenhum merece ser nomeado ou destacado, tirando os "chefes".

Mas, vamos la...

Gordon Freeman



No começo do jogo uma ficha técnica bem simplesinha aparece dizendo quem esse cara é. Eu, chamo de "cientista" mas na real ele é um "Doutor em Física Teórica" (que não é a mesma coisa... na real é sim kkk) que trabalha num projeto científico secreto para criar dispositivos de teletransporte, através da manipulação de materiais e portais alienígenas. Ahhh... isso tudo não aparece na ficha técnica... na real só aparece o nome dele, a profissão (Doutor em Física Teórica), a idade (27 anos) e o nível de acesso que ele tem no laboratório. 



Algo a destacar, é o fato dele ser um funcionário reconhecido, mas ele não é bem um funcionário regular da empresa, ele é apenas mais um dos doutores ligados a investigação, porém ao longo do jogo é revelado que ele ainda não era exatamente um contratado da empresa que... eu não faço a menor ideia de qual é o nome.


Sim, ao longo dessa análise farei pesquisas, e provavelmente descobrirei uma penca de nomes, teorias, descrições e revelações paralelas ao jogo, mas já adianto que eu costumo considerar apenas aquilo que encontro no jogo, ou que teorizo. Dificilmente uso termos encontrados fora dos jogos, pois acho esse tipo de "informação complementar" uma ofensa ao conteúdo oferecido dentro dos jogos. O problema de Half-Life é que... não tem muito conteúdo encontrado dentro do jogo.



Tá, há diálogos e mais diálogos reveladores que te explicam o que ta acontecendo, mas não há legenda (oficialmente) e isso torna as coisas um pouco mais difíceis de memorizar ou compreender, principalmente quandp o jogo só tem em 2 idiomas (inglês e espanhol) e bem, quem não manja desses idiomas encontra problemas pra entender (tem outras versões como a Russa, mas por certo ângulo são jogos diferentes, por conta da censura.)



Claro que boa parte das informações do jogo são reveladas visualmente. Pequenos ou grandes detalhes nos cenários ou comportamentos dos inimigos contam a história... então é preciso prestar muita atenção em cada detalhe. Uma pena que não há "Documentos", pois a história de HL é bem rica, e seria muito melhor explicada através de documentos naquele estilo "Silent Hill" saca?! No máximo, tem placas...




Mas a textura das coisas é bem ruim, e alguns escritos são totalmente ilegíveis.



Bem, Gordon é um físico teórico, porém no gameplay ele não parece apenas inteligente, ele é um matador supremo! O cara consegue peitar sozinho alienígenas e militares, e não sei se é por causa da armadura, mas ele é o único que consegue vencer geral.



Detalhe, apesar dele ser o único que sobrevive, ele não é o único que usa armadura. Gordon foi o último testado, e vários outros vieram antes dele. No inicio do jogo, existe um armário com o nome de Gordon, ao lado de vários outros, cada um com um nome.



Esse armário guardava pertences de Gordon, então era provável que os demais armários fossem de outros funcionários como Gordon. O estranho é que no laboratório, Gordon só encontra cientistas e seguranças. Ninguém equipado pra pesquisas manuais, ninguém de armadura, mesmo tendo outras armaduras disponíveis. Onde estavam os demais? Seriam eles os caras de jaleco branco mesmo?



Nop! Na real todos eles já estavam mortos, jogados no mundo dos aliens, o último estágio do teste realizado pela empresa estranha... 




Black Mesa, no Novo México (eu achei uma imagem que diz o nome da empresa, viva!)



Inicialmente, Gordon não sabia bem o que estava sendo obrigado a fazer. Ele imaginava, igual a todos os outros cientistas, que estava estudando Materiais Anômalos em uma divisão dedicada a tais pesquisas, o que resultou na criação de um Portal para o mundo dos alienígenas, levando eles direto pro laboratório.



A questão é que ao longo do jogo, Gordon encontra outras instalações da Black Mesa, ainda mais secretas que seu laboratório inicial, e ele encontra locais com jaulas, portais artificiais, armas desenvolvidas a partir da tecnologia alienígena, e por ai vai. A ladainha inicial do estudo de objetos anômalos é bobagem, o objetivo principal da empresa era zoar com tecnologia alien... alias eu diria mais, eu diria que eles só queriam testar o traje, e seu usuário.




Até mesmo o desenvolvimento de portais portáteis era, de certa forma, perda de tempo. 


A história toda gira em torno da capacidade de Gordon Freeman, observada pelo "Observador".

O Observador

Antes de jogar fui avisado para ficar de olho no carinha de terno... então eu fiz isso. Eu fiz todo o possível pra pegar todas as cenas em que ele aparece. Não sei se peguei todas, mas sempre que o encontrei, me certifiquei de registrar.



O que me leva a crer que a "subtrama" de Half-Life é a história real, é o final do jogo, onde o Observador simplesmente contrata Dr. Gordon Freeman, após dizer que o monitorou o tempo todo. É algo curioso pois, em meio a vários fatores da história principal, o jogo finaliza com foco num suposto "easter egg". 



Poxa, o jogo mostra um cara de armadura enfiando pé-de-cabra em tudo que se move, explodindo meio mundo... alias, vários mundos... e no fim, o foco era o cara que aparece uma hora ou outra nos bastidores, tal qual tem total controle sobre os alienígenas e os portais. Tipo, a fuga de Gordon, a batalha contra o exército humano, forças especiais (tipo ninjas) e exército alienígena, além das inúmeras pesquisas, armamentos e equipamentos da Black Mesa, é tudo deixado de lado e a história toda finaliza com um simples contrato, baseado na performance de Freeman!



Em pesquisa eu li um pouco sobre a história de Half-Life. Li os muitos termos inteligentes e falas bonitinhas sobre as pesquisas de Freeman, seu dia a dia, um monte de coisas que na realidade são apenas para desviar o foco. O foco, sempre foi e sempre será o Carinha de Terno, e fiquei super feliz de ter escutado o aviso e observado o Observador. 

A história dele, pela forma como eu vi, é a seguinte:

O Observador, chamado de G-Man ou Government Man (sei la porque afinal não há nenhuma identificação nele, e ele não se apresenta pelo nome em momento algum do jogo... então eu chamarei ele da forma que eu quero: Observador) é visto, pela primeira vez, durante o transporte de Gordon até o laboratório subterrâneo. 



A questão é que ele é visto indo pra direção oposta... mas a segunda vez em que ele aparece é pouco depois, dentro do laboratório de pesquisas onde Gordon chega. De alguma forma ele deu meia volta e pegou algum tipo de atalho pra chegar la antes de Gordon (o que não é nada difícil pois o vagão de Gordon da voltas e mais voltas até chegar ao laboratório). Detalhe: Gordon havia chegado atrasado naquele dia, o que talvez signifique que, cansado de esperar, o Observador havia ido embora mas no caminho viu sua cobaia chegando e voltou.



Ele é visto novamente, batendo um papo com um dos cientistas, dentro de uma sala trancada. Se Gordon fica parado na janela tentando escutar a conversa dos dois, o Observador olha fixamente pra ele, mostrando que sabe muito bem que ele ta la, e volta pra sua conversa, normalmente. 



Depois disso ele é visto novamente após tudo explodir e Gordon ferrar com o laboratório inteiro, e um monte de alienígenas e portais surgirem aleatoriamente por toda parte. Ele aparece paradão, em segurança numa plataforma, observando Gordon lutando por sua vida. Ele sai andando, e some. 



É possível chegar na plataforma em que ele estava, e curiosamente, não há nenhuma saída. De inicio é algo muito misterioso mas no fim fica implícito que o Observador usa um dispositivo de teletransporte pra se mover. Simples não?!



Bem, ao longo do jogo ele faz várias aparições, sempre um passo a frente de Gordon. 



Curiosamente, em algumas das situações (se não todas), o local onde ele aparece é crucial pra resolução de algum problema ocasionado pelos alienígenas ou cientistas. 



Gordon precisa enfrentar grandes desafios pra chegar nos locais em que o Observador aparece, algumas vezes com o intuito de ativar um simples interruptor ou alavanca, que fará toda a diferença. 


Esse guarda é encontrado vivo, porém ferido, na mesma sala em que o Observador apareceu (na imagem anterior). Porém, ele não menciona o cara bem vestido, ele apenas diz o que Gordon precisa fazer pra sair dali...
Ele é visto, pela última vez (em forma de "easter egg"), entrando em um portal, antes mesmo de Gordon encontrar seu primeiro portal. 



Na reta final do jogo alias, os portais se tornam muito, mas muito comuns, e até pra derrotar o último "chefão", Gordon precisa usar portais, gerados pelo próprio "chefão". 



E é possível chegar na mesma sala em que o Observador entrou num portal, tal qual leva pra uma sala padrão cheia de portais (da imagem acima).



Bem, no fim do jogo, assim que Gordon vence o tal "chefão", surge o Observador, tal qual teletransporta ele pelo mundo dos aliens enquanto conversa com ele. 



Frente a frente, ambos trocam uma ideia (enquanto teleportam por vários locais)... 


Com o Observador parabenizando Gordon pelo seu ótimo desempenho. 



No fim, ambos vão parar aparentemente no local onde tudo começou, o vagão que leva pra entrada do laboratório, porém em um tipo de "caminho astral", cheio de estrelas e uma vasta escuridão espacial. 



O Observador oferece emprego nesse momento, dizendo que seus empregadores apostavam nas qualidades do ilustre doutor. Daí, ele diz que se Gordon quiser trabalhar pra eles (o que deixa claro que Gordon não trabalhava verdadeiramente pra Black Mesa) era só entrar no portal, tal qual surge na saída do vagão. 



Ele também ameaça Gordon, dizendo claramente que se ele escolher não trabalhar pra eles, ele o teleportaria pra um local onde ele enfrentaria uma batalha que não poderia vencer.



De fato, Gordon tem todas suas armas confiscadas, pois todas eram propriedade da Black Mesa, e o Observador também deixa isso bem claro. Ele seria mandado pra um local repleto de alienígenas, totalmente desarmado.

Eu fiz as duas escolhas, o que não é difícil com o poder do "save point" e ao escolher "sim", é fim de jogo, com os dizeres "Contratado", os créditos e uma eterna tela preta.



Ao escolher "não", permanecendo no vagão até a porta fechar, o Observador declara que Gordon fez sua escolha, e o teletransporta pro centro de um exército de Aliens, do tipo mais poderoso existente. Daí surgem os dizeres "Observação concluída. Situação postmortem: O sujeito recusou a oferta de emprego" e então os créditos e a eterna tela preta. Detalhe: Gordon morre nesse segundo final ("postmortem" significa "após morrer"...).



Sabendo que existe Half-Life 2, e que Gordon Freeman também o protagoniza, fica óbvio que ele aceitou o emprego... o que me deixou confuso pois eu joguei o segundo jogo... um pouquinho... e parece que Gordon foi "preso"... é estranho mas depois jogarei até o fim, até entender e quem sabe descobrir mais sobre o enredo maravilhoso de Half-Life. (eu li alguns spoilers e vi o esquema da "parada temporal" rs... mas vou jogar pra entender).


Imagem do comecinho do HL2, que tem legenda!
Cara... eu vi que tem teorias bizarras sobre o Observador, e o seu "mistério" é completamente exaltado mas, na real, ele é um personagem bem claro. Ele carrega uma maleta com o simbolo da Black Mesa o tempo inteiro. Em seu dialogo final, ele demonstra submissão à empresa e seus superiores, e ele se comporta de uma forma completamente imparcial. 



Ele não é nenhum "deus" ou uma entidade do futuro, ou um alienígena, ou senhor do tempo... ele só é um dos funcionários de elite da verdadeira Black Mesa, a real faceta da misteriosa empresa, sem fins revelados. O verdadeiro mistério não é ele, mas seus "empregadores", que de fato não são revelados e a própria Black Mesa não tem seu objetivo real mostrado. Isso sim é um mistério.



Alias, eu fiquei tão curioso quanto ao destino do Observador no jogo, que em uma das partes em que o filha da mãe simplesmente saía andando, eu vi que havia uma pequena possibilidade de alcança-lo antes dele sair de cena... daí eu tentei, tentei e tentei... fiz umas manobras ninjas e cheguei até ele! Se eu demorasse muito, eu até conseguia esbarrar nele, mas ele desaparecia do nada, simples assim. Mas, se eu conseguisse alcança-lo rápido, ele permanecia e não desaparecia, porém também não interagia de forma alguma. Bem, eu não usei nenhum hack, nenhuma trapaça, nada do tipo (sou contra coisas assim) eu o alcancei na marra, e gravei! Segue o vídeo (alias, também vou mostrar algumas armas!):



Repare que apesar de ser bem difícil, o acesso à plataforma em que o Observador aparece é um pouco "proposital" e conveniente de mais, como se o próprio jogo quisesse que o jogador chegasse até o Observador. Uma escada escondida atrás de uma caixa em um ponto que só é acessível usando a habilidade de pular agachado (pura play skill)... é bem estranho... sem contar que o acesso padrão envolve ativar plataformas e dar uma volta inteira no mapa... chegar naquela plataforma da forma do vídeo economiza um bom tempo de jogo.

Bem, dito isto, falta falar do resto.

Humanos




Há várias pessoas por todo o jogo... porém boa parte deles são clones. Brincadeira a parte, o designe dos personagens é o mesmo, variando entre um e outro. Pela quantidade de humanos encontrados, é um tanto quanto decepcionante ver que são todos os mesmos personagens, os mesmos npcs. Mesmo isso não fazendo parte da história (Gordon Freeman não trabalha numa empresa de clones... ou será que... ah meu deus...) é algo que prejudica o enredo, uma vez que não há qualquer vinculo duradouro com qualquer outro personagem. Na lógica, há apenas 2 personagens reais, 5 npcs e inimigos. Mas vamos la, afinal da pra justificar esse pecado gráfico pela data de lançamento do jogo, bem como a tecnologia envolvida (Alias, a engine de Half-Life deu vida a vários outros ótimos jogos, mesmo com essa limitação de personagens, que creio eu que seja exclusividade do HL1... espero...)

Cientistas




Existem 4 cientistas diferentes, que se repetem o jogo inteiro. Nenhum tem nome, pois nenhum precisa ter nome, já que todos morrem pouco depois que aparecem. Nenhum desses cientistas é significativo, o que é uma pena pois é através deles que a história é contada, mas o fato de nenhum ser memorável, faz com que automaticamente a história entre no mesmo barco. Eles, sempre que encontrados, reconhecem Gordon e contam uma parte da história do jogo, revelando objetivos, desafios, destinos, caminhos, enfim, eles quem guiam Gordon, além de abrirem portas codificadas e afins. O problema é que eles são tão repetidos que parecem sem importância... o que torna a história automaticamente "sem importância"... mas beleza...



Tem um cientista de cabelo curto...



Um que parece o Einstein



Um negro



E um careca.




Eles aparecem o tempo todo, dizendo o que fazer e pra onde ir, e porque fazer ou ir. Mas, todos eles morrem no fim, pois além de não serem tão habilidosos quanto Gordon, morrendo pra qualquer armadilha, eles também são preguiçosos e burros, evitando avançar além do necessário.


O Elevador caiu...
Os caras simplesmente param e falam "Vou esperar meus colegas" ou algo assim. No final, geral acaba morto de uma forma ou outra.

Seguranças


Só existe um segurança, uma única cara e uniforme, mas eles conseguem ser até mais envolventes que os cientistas. A real é que os Seguranças são uteis, eles atiram bem, e não tem limite de munição. Além disso, em tiroteios, o alvo principal é sempre Gordon, então os Seguranças podem meter tiro a vontade.



Teve uma parte no jogo que eu montei um exército de seguranças (2 ao mesmo tempo... é muito!) e levei pra enfrentar uns militares e um tanque...



Eles mataram todo mundo enquanto eu desviava Gordon dos tiros do Tanque. Uteis não?



Em história, os seguranças são seguranças do laboratório que acabaram presos por conta da manobra militar que isolou tudo como se fosse uma quarentena. Os caras acabaram forçados a lutar contra os militares, pela própria sobrevivência, mas no fim ninguém sobrevive... eu acho... eu deixei todos os que encontrei em locais seguras... mas tem uma parte no jogo que bombas explodem tudo, então acho que todo mundo morreu.


Nessa hora tudo treme e da pra ouvir as explosões... estão todos mortos.
Ah, se você atira em um deles, ele se volta contra Gordon e só um pode viver.



Máquinas




Boa parte do jogo, o inicio pelo menos, consiste em sair vivo de um laboratório repleto de armadilhas. 


A principal e mais perigosa é a Máquina de Disparo Automático, ativada quando alguém, seja Gordon, npc ou monstro, passa por um dos lasers de segurança. 


Pois bem, essas máquinas atiram muito, e acertam fácil, mas podem ser destruídas com alguns bons tiros. Elas também atiram em qualquer coisa que se mova, seja humano ou alien.



Uma característica bem interessante do jogo, pois todos podem se matar. Humanos matam Humanos, Aliens matam Humanos, Aliens matam Aliens, Máquinas matam Aliens, Máquinas matam Máq... não, elas não se matam... mas todo mundo, tirando as máquinas, se matam (ou podem se matar).

Bombas



Não são inimigos, mas são um tipo de armadilha que merece destaque.




No caso, são minas ou explosivos que ficam no caminho. Eles também tem um ativador em forma de laser como as máquinas (só que azul) e eles simplesmente explodem quando algo cruza. Tem uma parte no jogo que tem um monte deles numa sala com um míssil armado... qualquer pequena explosão significa morte certa pois gera uma reação em cadeia que detona o míssil... tirando isso, são apenas explosivos mesmo.


Militares
Um pé-de-cabra na nuca... ai...

Os humanos inimigos são os Militares, formados por carinhas de máscara equipados pra matar aliens, sobreviventes e Gordon Freeman.




É interessante essa parte do Gordon ter virado um alvo... 



Por alguma razão os militares queriam a todo custo acabar com ele, e há diálogos que mostram que eles tinham ordens bem específicas para matar todos ali, mas principalmente Gordon...




Fato é que os Militares foram enviados para "Queimar Arquivos". Eles inicialmente são apresentados como uma força de resgate, mas não demora e começam a metralhar os sobreviventes, então... eles eram maus.

Soldados


Corre, Gordon ta armado!
O primeiro tipo são os soldados, simples personagens armados que atiram em tudo que se move. 




Alguns usam mascaras, outros não, mas no final todos tem o mesmo significado (Alvos para Gordon).

Tanques de Guerra




Os tanques não andam, mas atiram e explodem tudo. Eles são mortais, mas o fato de não se moverem facilita esquivar dos tiros. 



Infelizmente não da pra entrar neles, mas tem uma parte no jogo que da pra usar a metralhadora instalada em um tanque pra matar alienígenas!

Agentes Especiais



Existem mulheres ninjas da morte que aparecem com silenciadores e pulam muito, mas muito alto.



Elas parecem agentes especiais, enviadas pra apagar qualquer sobrevivente da catástrofe da Black Mesa.



Depois de vencer um pequeno grupo delas, Gordon é capturado pelos militares, o que significa que elas fazem parte deles, como mencionei, uma força especial talvez.

Chefão dos Militares


Só tem um boss que representa os Militares vulgo Humanos, que é um Helicóptero chato pra caramba que lança mísseis, atira com metralhadora, traz soldados, faz o caos!


Na real quem traz soldados são umas naves estranhas, mas aparecem junto com o Helicóptero... 



Então da tudo na mesma... tem também uns aviões que atiram contra as naves espaciais e explodem tudo. Porém...

Helicóptero
(AH-64 Apache)




O único "chefão" enfrentado é o Helicóptero, tal qual fica boa parte do jogo perseguindo Gordon, mas quando este se equipa com uma bazuka, a coisa fica justa, e com dois tiros certeiros, o Helicóptero "some" (depois de explodir em pedacinhos).




O que mais achei estranho é que, em uma das aparições do Helicóptero, ele ataca Militares que estavam de tocaia ... 


Então ele era um tipo de Queima de Arquivo da Queima de Arquivo... vai entender!?



Alienígenas

O inimigo real, são os alienígenas, que aparem aos montes por portais que surgem por toda parte. Apesar de serem todos do mesmo "mundo", não são todos aliados. Alias, em pesquisas vi que "Xen", o mundo de onde todos eles saíram, é na real uma outra dimensão... mas tanto faz, eles permanecem sendo alienígenas.


O universo dos aliens, "Xen"... é bonito visto pelo angulo certo.
Polvo Parasita Alien
(HeadCrab)




O primeiro que aparece, é um tipo de polvo pequeno que se esgueira e pula direto na cabeça das vítimas. 




Ele é aparentemente o tipo mais comum de aliens, que se reproduz fácil e constantemente. 




Ele aparece o jogo inteiro, e por ser pequeno aparece em toda parte... 


Ele também é o responsável por uma mutação importante... e apesar de não ser uma criatura mortal, é praticamente o inimigo principal do jogo.

Cabeça de Polvo / Vilgax Genérico / Filhote de Davy Jhones / Zumbi Alienígena
(Zombie)




Quando um Polvo Parasita Alien pega um ser humano, nasce essa coisa, que é tecnicamente um zumbi alienígena muito assustador, mas igualmente fraco.




Pena que da metade pro fim da aventura eles somem, afinal não tem mais humanos pra se infectar...



Ah é! As vezes é possível encontrar esses caras enraivados e quebrando tudo...




Ou simplesmente parados, diante corpos humanos. Inicialmente eu imaginei que eles estavam se alimentando ou simplesmente estavam propagando a "infecção zumbi alien". Mas... entendi que no primeiro caso, da agressividade, eles ainda estavam sujeitos as emoções humanas, agindo com violência como resposta ao controle alienígena. No segundo caso... parecia que eles estavam estudando os humanos... ou só tavam comendo mesmo, tanto faz.


Buldog Versão Alien
(Houndeye)




Uma variação alienígena que parece um tipo de cachorro... acho que é basicamente isso mesmo, mas ele tem todo um sistema de auto defesa com um rugido espacial que cria uma descarga de energia em expansão, ou seja, ele grita e destrói tudo.

Alien Esquisito Que Também Lembra Cachorro Mas Solta Ácido
(Bullsquid)




Esse alien é bem agressivo, e algo que me chamou a atenção em sua primeira aparição, foi o fato dele atacar, sem pensar duas vezes, os pobres e indefesos aliens polvo.



Na real ele mata todos antes mesmo de atacar Gordon, o que indica que, ou ele é um predador natural dos polvinhos no universo alien, ou ele não gosta nenhum deles.



Esses "cães" também suportam ficar no ácido... oque casa com a habilidade de jogar ácido deles.


Alien do Teto
(Barnacle)




Existe um alienígena que fica pendurado nos tetos e deixa a língua esticada até o chão. 



Qualquer um que encosta na língua fica preso e é puxado lentamente até a boca dele, que devora em poucos segundos... e cospe os ossos.



Essa criatura é meio pacífica e bem, parece um tipo de "planta carnívora" de Xen.

Baratinhas Aliens




A mesma pessoa que me pediu pra observar o Observador, também pediu pra ficar de olho nas "baratinhas", e assim o fiz.



Mas apesar de tudo eu não reparei em nada especial no comportamento delas. Elas aparecem em lugares escuros e úmidos e também surgem onde tem o Polvo Alien. De inicio eu até imaginei que eram filhotes deles mas, mais pra frente surgem filhotes de polvo que são bem diferentes delas, então esse alien pequeno que pode ser esmagado não passa de um inseto alien mesmo... a menos que eu não tenha reparado que eles brotam de corpos mortos, ou que se alimentam de restos dos aliens mortos... eu acho que eles até fazem isso, não sei, não reparei o suficiente pois é muito fácil esmaga-los! Quando eu via um, me virava pra fotografar e só tinha gosma... mas de fato eles sempre estão perto de corpos.



Alien dos Raios Verdes
(Alien Slave)




Esse é um Alien Militar, que equivale aos Soldados Humanos, porém do mundo dos Aliens...




É evidente isso, pois ao longo do jogo Gordon entra no meio da troca de tiros entre o exercito humano e o exercito alienígena, e os aliens que encaram os disparos das metralhadoras humanas são esses, com seu equivalente: Raios.



Os aliens usam armas totalmente biológicas, como raios ou parasitas. Eles geram com o próprio corpo suas armas, e atacam com a mesma capacidade ou até superior a dos humanos e suas armas de fogo.



Esse é especialista em disparar Raios, e na maioria das vezes consegue matar com um único disparo.

Alien Fortão Atirador de Insetos
(Alien Grunt)




Em uma parte do jogo, Gordon encontra um laboratório de pesquisas biológicas com base nos aliens, e um dos alienígenas que ele descobre la, é um tipo de "Soldado de Elite". Um alien poderosíssimo, resistente e mortal.




Ele ataca usando uma arma biológica que lança insetos ilimitadamente. Como mencionei la em cima, Gordon chega a obter uma dessas armas. Elas são fortes, e junto ao alien resistente, ficam ainda mais fortes. Ao longo do jogo, mais e mais desses fortões aparecem e no final em que Gordon não aceita o emprego, ele é transportado para o meio de um exército desse tipo de alien.




Mas, ao que tudo indica, ele não é um tipo natural de alienígena. Quando Gordon entra no universo de Xen, ele encontra uma fábrica desses caras, que são criados em barris. O fato deles serem fabricados indica que não são nada naturais, indicando que os aliens não eram apenas inteligentes, mas também astutos na arte da guerra.



Bolha Alien Criadora de Insetos 




Em uma parte da história, Gordon encontra uma arma especial que permite lançar insetos grandes. Essa arma é na verdade uma variação de um tipo de "Chocadeira Alienígena", uma verdadeira Bolha que da vida a esse tipo de inseto alien grande. Se a bolha fica "livre" por muito tempo antes de Gordon pegar, ela solta insetos grandes que atacam Gordon.



O ruim dessa arma é que os insetos criados avançam nos inimigos, mas caso não haja inimigos, eles avançam no próprio Gordon, então é um tipo de arma suicida.



Ela também mostra que os aliens nascem de formas diferentes, e não são todos da mesma raça, comprovando que no jogo, os Alienígenas se distinguem melhor que os humanos. 



Filhotes de Polvos Parasitas Aliens
(Baby HeadCrabs)




Como mencionei, há um tipo de filhote dos Polvinhos Aliens, que nascem de um dos chefes, e apesar de não serem letais, eles causam um pouco de dano ao avançarem direto na cabeça, bem como suas formas mais evoluídas.

Enguias Aliens




Na água, só há 2 inimigos, um é chefão, e outro são essas enguias. Elas são fracas, mas também são animais alienígenas, aparentemente filhotes do "chefão" das águas.

Alien Cabeçudo Que Voa
(Alien Controller)




O último alienígena encontrado, de classe "simples", é um cabeçudo que voa. Ele não apenas é o único capaz de voar, como também joga bolas de energia bem fortinhas. Eles aparecem pela primeira vez em uma sala com um Gerador de Portal que levaria Gordon direto pra Xen. Gordon precisa impedir que eles matem o cientista que vai gerar o portal, caso contrário tudo sai de controle e explode.



Eles são cabeçudos mas não parecem mais inteligentes que os soldados aliens, apesar de serem também parte da artilharia alienígena, e o maior diferencial deles é a capacidade de voar.



Nave Alien
(Alien Aircraft)




Bem, apesar de não ser um inimigo derrotável, as Naves Espaciais Aliens existem e dão as caras durante a guerra entre humanos e aliens que Gordon testemunha ao sair do laboratório. É interessantíssimo isso, pois é justamente pelo fato de haverem naves espaciais na Terra, que a "Guerra" se torna certa. 


Alguns aviões atacam as naves... e Gordon consequentemente.
Enquanto Gordon estava fazendo o possível pra sair vivo do laboratório secreto da Black Mesa, com agentes militares tentando isolar as consequências das pesquisas, os Aliens estavam guerreando e atacando os humanos, com naves, armas pesadas e muito mais. Gordon tem uma palinha do que está ocorrendo em seu planeta mas não fica claro se a guerra estava ocorrendo apenas na região da Black Mesa, ou já havia se espalhado pelo mundo, mas pelo nível de fogo usado, a coisa tava séria.



Em uma parte do jogo, Gordon consegue tomar o controle de um satélite que lança laser e destrói tudo o que é indicado em um mapa virtual. É assustador o poder dessa arma, e era apenas uma das armas que os humanos estavam usando contra os aliens.


Quando Gordon chega em Xen, tem um monte de naves dessas voando de um lado pro outro, e até teletransportando. Da pra subir nelas (e é preciso pra avançar) e elas não reagem de forma agressiva... apesar de trazerem inimigos. É estranho... elas parecem até meio pacíficas.



Só lembrando, Gordon havia deixado um portal instável, tal qual gerou vários outros que foram se expandindo pra todas as direções em um verdadeiro efeito "Cascata", trazendo cada vez mais aliens pra Terra. Essas Naves vem junto, e apesar de serem lentinhas, são naves! Onde tem nave, tem possibilidades de invasão e elas eram capazes de desembarcar aliens!

Chefões Aliens


Eu chamo de "chefões" mas na real não há tantos chefes no jogo. A maioria deles são inimigos mais fortinhos ou raros, que aparecem pouco e fazem grande estrago. Eu separei os mais difíceis de abater e os considerei "chefões".

Garras Gigantes Verdes Aliens
(Tentacle)




O primeiro é na verdade um bicho mortal e chato formado por tentáculos verdes gigantes. Eles são vistos pela primeira vez bloqueando uma passagem que Gordon precisava acessar pra sair do laboratório.



Daí, Gordon é obrigado a ativar essa passagem (que era na real um local de testes para foguetes ou algo assim) para assim chegar ao subterrâneo e encontrar o sistema ferroviário pra dar no pé.



Ativar o lança foguetes pra queimar o chefão em forma de garras é um saco, demora, mas assim que ele frita, Gordon consegue passear de trem novamente!




Digo "novamente" pois antes dessa parte Gordon passa rapidamente por um Carrinho de Trilhos, mas esse vai bem mais longe.


Depois disso, outras Garras grandonas aparecem, principalmente quando Gordon consegue sair pra superfície e é atacado pelo Helicóptero... aparece uma Garra pra atrapalhar legal, considerando que o local já tava lotado de minas.



Depois, aparece um monte em Xen, mostrando que esse era apenas mais um "animal" comum do universo Alien... 



Peixão Alien Tunado
(Ichthyosaur... nome feio da por4)



Pouco depois de começar a dar mergulhos, Gordon tem sua diversão prejudicada por conta de um Peixão enorme que surge nas águas. Ele era mais um tipo de Alien, tal qual era fortíssimo e mortal.




Gordon precisa matar um antes de prosseguir, e usa uma Balesta pra atingi-lo, visto que era a única arma até então que funcionava embaixo d'água. 




Mas, posteriormente aparecem outros peixões, inclusive em Xen.

Alien Grandão
(Garg)




Existe uma besta enorme, que solta fogo e mata rapidinho, que eu chamo apenas de "Alien Grandão". Só um já é o suficiente pra gerar muito desafio, e rola um episódio inteiro pra derrotar um único Alien Grandão. Gordon precisa ativar uma verdadeira usina pra eletrocutar o alienígena e só assim derrota-lo. 



Mais pra frente, outros aparecem, mas fugir ou se esconder sempre é a melhor opção.



Ao que parece, ele é um animal comum de Xen, que vive em cavernas.

Alien Parasita Mãe
(Aka Gonarch)




Ao entrar em Xen, o universo dos Aliens, Gordon não demora muito pra encontra um Alien bem poderoso... Sabe aqueles Aliens em forma de polvos? Então, aparece a mãe deles. A mãe sempre é a mais fod4 logo, não é nenhuma surpresa que seja um alien osso duro de roer.



Mas, ela chega a ser forte até de mais, demorando muito pra cair. Ela foge 3 vezes durante a luta, e não há "barra de HP" então não tem como saber como ela está em questão de vitalidade. É atirar e torcer pra ela ta morrendo, o que chega a ser um pouco angustiante. Ela é forte, não pula na cara de Gordon como suas crias, porém joga uma bola de baba ácida do mal, além de dar vida a centenas de pequenos polvinhos que se arremessam contra a napa de Gordon, o tempo todo. Apesar de fracos, são muitos, e junto da mamãe, fica bem desafiador.



Por sorte, nesse trecho tem umas poças de água especiais que ajudam na regeneração vital de Gordon, escondidas em pequenas cavernas, então é possível se recuperar, lutar, recuperar, lutar, até a mamãe morrer. Mas isso demora viu...



Com a morte dela, um portal se abre e Gordon é levado para o território do grande chefão real.

Alien Cabeçudo Que Voa Mãe
(Nihilanth)





Numa arena doidona cheia de naves, aliens que soltam raio e cabeçudos que voam, Gordon precisa se enfiar num buraco e explorar. Ele passa pela mencionada fábrica de soldados e no fim, encontra o chefão. 




Gordon precisava derrota-lo, pois aparentemente ele quem estava mantendo os portais abertos, devido sua constante energização com base no mesmo minério que Gordon explodiu bem no começo do jogo (o material que ele estava estudando).



Pois bem, esse Alien na real é uma versão grande do Alien Cabeçudo que Voa, e apesar de não jogar filhotes de aliens cabeçudos, ele invoca soldados aliens e aliens cabeçudos o tempo todo, além de criar portais com seu próprio corpo.



Ele é difícil, e é ainda mais difícil descobrir como derrota-lo. No final, só é preciso usar a baixa gravidade da região pra subir beeeem alto e destruir os cristais que energizam o cabeçudo. 



Daí é preciso enfraquece-lo, fazendo ele usar vários ataques diferentes, tais quais gastam energia, que não se repõem (caso os cristais sejam destruídos). No final, tem que acertar o etezão até ele abrir a mente (ele abre a cabeça) e pra finalizar, é preciso acertar um tiro num portal dentro da cabeça do infeliz, por cima, usando o Canhão Laser que mencionei anteriormente... é muito doido.



Mas bem, matando a criatura, os portais se fecham, e fica tudo bem... é ai que o Observador aparece e contrata Gordon.



Detalhe, esse chefão fala!


Durante a fase dele, uma voz muito bizarra pode ser ouvida falando com Gordon. Era o Cabeçudão, mandando mensagens ameaçadoras... ou apenas avisos... bem... eu não consigo esquecer a frase "Você não está sozinho" (em espanhol rs) o que me deixa bem encucado. 





O chefão dizia isso mas, não tinha nada no mapa além dos corpos e aliens... o que me faz pensar rapidamente no Observador... então ele estaria avisando Gordon?!




Talvez tanto os humanos quanto os aliens estavam sob controle do Observador. Considerando a ordem que os Militares seguiam, com a prioridade em acabar com Gordon e os agente secretos que pareciam querer apenas acabar com Gordon, é possível deduzir que o Observador estava por trás deles, visto que no fim era tudo um grande teste.


Um dos seguranças tenta avisar alguma coisa pra Gordon e é apagado por um silenciador... logo em seguida aparecem as Mulheres Ninjas... suspeito não?
Alias, em uma parte da história, Gordon é capturado pelos militares, que não o matam, não... eles o jogam num esmagador de lixo, de onde ele foge e encontra uma fábrica tóxica de... toxinas...



Ou água verde... sei la. O porquê deles não matarem Gordon? Talvez o Observador não quisesse que isso ocorresse, não de uma forma "desonesta"... alias Gordon recupera seu Pé-de-Cabra ali mesmo... tal qual estava jogado na única saída possível dessa armadilha... estranho não?!



E, ver que o Observador tinha total controle sobre os portais, sugere que ele também estava por trás dos alienígenas e suas aparições, e não era tudo ao acaso. Gordon não havia sido responsável pela criação da "Cascata", ele apenas foi manipulado para acreditar nisso, o que o forçou a buscar não apenas por uma saída, mas por uma solução para por fim à situação desesperadora dos muitos portais surgindo. 



Na história, Gordon sai da base, assiste a guerra e escolhe voltar pra base da Black Mesa, e buscar meios para desfazer tudo. Ele lança um míssil que supostamente destruiria a "cascata" e toda sua radiação e portaizinhos, mas por causa do Cabeçudão, o negócio não funciona e ele precisa ir até Xen e acabar com tudo direto da fonte.




Tudo, guiou ele a sua grande batalha final, e foi tudo só pra avalia-lo.

Esse portal leva pro último chefe.
Como eu disse, a história gira em torno do contrato de Gordon Freeman... só isso.

Vejamos... o que falta... hmm...


O jogo não tem trilha sonora. Eu não sei se é defeito da versão que joguei, mas boa parte do jogo é sem música... o que deixa certo "vazio"... ou uma sensação de algo faltando. Mas também acredito que faça parte do "clima" do jogo, pois ele fica meio tenso pelo excesso de sons ambientes e falta de musiquinha.




É possível pichar paredes com a marca do jogo! O símbolo da pichação (letra grega "Lambda") é do "Half-Life" não da "Black Mesa" e pelo que entendi, serve pra demarcar lugares por onde o jogador já passou, se ele quiser. Alias, "Half-Life" significa "Meia-Vida" e pelo que entendi, é o tempo que um elemento leva pra ter sua massa reduzida pela metade... Isso é usado pra calcular por exemplo o tempo de existência de algo, possibilitado por um calculo baseado na radiação emitida por esse algo, e um calculo feito em cima da meia-vida dessa radiação... eu não entendo física... desculpe.

Bem... contar a história não seria tão viável pois acho que já revelei tudo que dava ao falar dos personagens e inimigos, então... encerro por aqui a análise!

Espero que tenha ficado legal, espero que tenha sido decente... mesmo demorando um pouco pra sair.

Reconheço que demorei bastante, bem mais do que eu precisava, mas foi por conta do trabalho... esta cansativo e tudo que quero fazer ao chegar em casa é descansar. Amo o que faço aqui, mas escrever de qualquer jeito não é a forma como eu faço as coisas. Prezo e zelo pela qualidade dos meus textos, então jamais irei apenas escrever pra encher linguiça. Enfim... digo isso pois mesmo demorando, posso garantir que sempre sairão textos no mínimo interessantes e originais rs. Eu agradeço muito por sua espera e leitura... e bem...

Até a próxima!

35 comentários:

  1. HL é com toda certeza um dos meus jogos favoritos. Recomendo que antes de jogar o HL2, jogue HL Blue Shift.
    Sobre GMan, eu gostei de ver sua opinião, mas eu não acredito que ele use tecnologia pra teleporte ou que trabalhe para a Black Mesa (acho q o símbolo é um enfeite, n sei), acho q deve ser uma habilidade dele, pois creio q ele não é humano. ( De uma olhada em outras falas do último chefe).
    E sobre os aliens q soltam raios, vale destacar as algemas q eles usam. Esta análise foi ótima...
    Ass.: NewEl

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    1. Sr El... ou "ninguém" (rs), to feliz por ter gostado, mesmo não concordando... é normal, choque de opiniões... e na boa, eu to entrando num campo que desconheço completamente, é normal errar! Entretanto estou confiante em minha interpretação e até empolgado pra jogar os demais. Pesquisei um pouco, vi que tem uma versão com um dos Soldados e um dos Seguranças e seus pontos de vista... eu vou jogar sim... mas não sei se o farei antes do 2... eu to empolgado pra ver Tripods cara... realmente empolgado!

      Cara, eu não conheço nada de Half-Life e o jogo já tem décadas de existência e aclamação... na real agora eu posso dizer que conheço tudo sobre o primeiro jogo, mas é claro que ainda há muito do título pra descobrir... mas fiquei realmente revoltado em pesquisas, por ver que ninguém, em tanto tempo de existência, se atreveu a tentar explicar o carinha de forma simples e concreta... ah sei la, eu precisava fazer isso, precisava por um pouco de lógica e simplicidade nesse exagero teórico. O jogo inteiro foi feito, creio eu, com o intuito de fazer geral pensar nesse personagem como secundário mas poxa, ele se tornou o protagonista então, façam dele o protagonista, mas sem desmerecer o que o próprio jogo implica. Isso porque, eu nem fiz o que disse que faria, de jogar no modo treinamento, pois na real prefiro continuar pensando que tudo pelo que Gordon passou, não passou de mera simulação... mas isso fica pra quando eu realmente entender e conhecer tudo o que preciso conhecer sobre Half-Life, jogando, finalizando e interpretando a minha própria maneira.

      De toda forma, foi legal!!! E mesmo que não tenha ficado algo perfeito... você leu e curtiu! Pra mim, é uma vitória completa.

      See yah sr! E na boa... você é alguém pra mim S2 (Isso pegou meio mal?)

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    2. Pra mim não pegou mal, pois deve se ter mesmo um amor aos leitores.
      Eu adoro quando um jogo gera várias teorias, seja por sua história ou personagens, pois nesse momento notamos que tudo o que sabemos não é uma verdade absoluta.
      Sobre o HL com um dos soldados eu achei fraco, acho q nem faz parte da cronologia, nele aparece aliens de uma outra espécie e eles nem são citados novamente, mas vale a pena pesquisar sobre.
      Agora o do policial é importante, já q o policial aparece no segundo game. Outra coisa q cabe destacar é q aqueles cientistas genéricos aparecem também, vale a pena comparar as duas versões dos personagens na análise do segundo game.
      Sobre outras coisas:
      Vc deu uma jogada no Hotline Miami? Se não jogou é realmente bom jogar, quando estiver no clima.

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    3. Valeu as dicas sr El... e eu que achava que só tinha o 1 e o 2, e o resto era dlc... mas nah, tem bastante jogo com o título HL.

      Enfim, Hotline Miami... puro point&click... me lembra até os jogos que viam nos CDs das revistas de jogos... caraca deixei o gameplay rolando aqui e a música... eu conheço ela! Não sei de onde mas eu conheço!!! Meu deus eu quero jogar só pela música kkkk

      Mas, eu tenho que fazer logo a analise de Mega Man ZXA... então por hora vou focar tudo nele.

      Mas quem sabe eu jogue!

      Vlw sr!

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  2. Muito completo, percebi coisas que não havia percebido quando joguei a tempos atras, me trouxe uma nostalgia muito boa . vlw pelo seu trabalho e continue sempre assim!!!

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    1. Valeu mano! Fico feliz por você ter lido... eu já imaginava que ia gostar, mas não ao ponto de usar a palavra "nostalgia". Obrigado mesmo por ter lido, e gostado. Vou buscar me aprofundar cada vez mais na história de HL.

      Ps.: Desculpe por não logar no Tree of Savior, é que eu to realmente cansadão, e to tentando manter o passo no MMZXA. Prometi analise pra sexta... então preciso correr. Mas depois eu logo mais... aproveitar enquanto você ainda tem net =/

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  3. Iai Shady, aqui quem fala é o mesmo que indicou o jogo para você naquele post do megaman. Vi o post agora e gostei demais que você fez a analise do jogo, não li ainda pois tenho prova de penal terça feira e tem coisa demais para estudar ainda, mas daqui para quarta eu vou ler e fazer os meus comentarios a respeito.

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    1. Espero que curta sr! E bons estudos, se esforce pra tirar a nota máxima!

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    2. Antes de tudo você não faz ideia de como isso vai ficar grande, fui lendo o texto e anotando os principais pontos para falar neles um por um(estou fazendo no word pois vai ficar grande, foi mal ai mas e muita informação). Vou falar primeiro sobre as partes mecânicas depois parto para a historia.(resolvi dividir em duas partes pois se não ficaria gigante)
      Sobre a mira automática eu sempre joguei todos os jogos de half life no modo difícil, nunca nem testei outra dificuldade, mas pelo menos no difícil não tem essa mira automática que você citou e que além de facilitar bastante para mim perde muito a graça de um fps.
      Sobre o salto em distancia ele tem uma pegada na historia(se você viu o treinamento vai se lembrar também) que acontece naquela sala de munição antes de você ir para ativar o portal com o cientista e ir para Xen se lembre que tem tipo uma mochila que você pega, é ela que permite esse salto. Aqui nas minhas configurações o Ctrl abaixa e eu uso esse pulo apertando para frente na mesma hora aperto o ctrl e o pulo, tudo bem rapidao.
      Voce pode ter achado o jogo fácil pois jogou na dificuldade mediana, mas se for para o difícil vai ver o terror que é(acho o half life 1 o mais difícil de toda a franquia). 90% dos combates contra os vortigaunts(nome dos aliens que dão choque) os aliens grunts e contra os soldados você sai com a vida ali pelos 30 ou 20, ate você pegar a manha de cada um e for usando o cenário a seu favor vai morrer muito e passar muita raiva fora que 1 rajada de raios daquela tira quase 80 de sua vida. O jogo e bem difícil sim, la pela 2 vez que você finaliza que já conhece os cenários e já tem a manha das lutas e aprende as melhores horas para usar o seu arsenal de armas vai ficando mais fácil, lembrando que tudo isso e na dificuldade difícil e que não tem a mira automática que você citou.
      Por causa das limitações gráficas da época o jogo não tem essa variedade de personagens e por isso são todos “iguais”. Voce vai descobrir no HL2 que cada um tinha sua própria personalidade e como tinha, e aliás faça que nem eu e muitos outros jogadores de HL, deixe a imaginação correr solta nessas horas, nenhum dos npcs são iguais! Lembrando também que isso faz parte do headcannon de muita gente, inclusive o meu.
      O jogo tem trilha sonora sim, bem despercebida e rara mas tem. E há pouca frequência tem sua explicação, muito por causa da audição usada mas também por causa da imersão que o jogo quer proporcionar. Há proposito alguma vez durante o jogo você já sabia o que estava lhe esperando ou que alguém se aproximava apenas pelo som? Isso sempre me ajuda quando jogo. Já no Half life 2 tem mais musicas( mas continuam com a pouca frequência, o que não significa que e algo ruim), e são bastante marcantes alias, peço que quando for jogar atente para essas 3 principalmente e o contexto em que envolve elas: a que toca quando você recebe o pé de cabra, a que toca na entrada da temida ravenholm(pelo que já li no seu blog, você vai gostar demais dessa parte) e a melhor delas que toca na parte em que você encontra o Winston baleado no chão. Cito essas 3 pois elas dao uma imersão massa demais.
      Sobre os besouros e por que sempre fico impressionado com a riqueza de detalhes e de inteligência artificial que a valve dá para coisas que passam totalmente despercebidas e que isso e um ponto muito bom da empresa. Olhe esses vídeos e perceba o grau de detalhes(principalmente para um jogo de 98) que a valve se preocupou em colocar. Aliás TODOS os jogos da valve tem essa riqueza enorme de detalhes, coisas que o pessoal nos fóruns e comunidade vao descobrindo ate hoje.
      Bom a 1° parte ta aqui, a 2° mando daqui para amanha e acho que vai ser o dobro do tamanho desse pois tem muita coisa para falar. E so uma duvida você já começou a jogar o HL2? Se não recomendo você jogar as expansões da guearbox o Blue Shift e o Opposing Force, que são outros pontos de vista da mesma historia e que acrescentam bastante ao enredo principal).

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    3. Esqueci de colocar os links do youtube kkkkkkkkk
      Mas aí vai:
      https://www.youtube.com/watch?v=Elwb2lV88hM
      https://www.youtube.com/watch?v=RV9ooD5rx1o
      https://www.youtube.com/watch?v=9jO-P3kXlCI

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    4. Hoo...

      Eu não gosto de FPS então, eu jogaria no fácil se precisasse kkk, mas no "médio" ou "normal" é o que eu acho justo. Não imaginava que era obrigado a jogar no difícil pra ter uma experiência real de FPS... mas nem grila, eu imaginava que fosse assim, o esquema da mira auto era uma mera facilidade mesmo.

      Sobre os personagens, eu já imaginava, porém em teoria isso faz sentido, em execução não. Eu não consegui diferenciar os personagens "importantes" pois todos tinham a mesma cara e voz. Isso pode até ser por conta da limitação gráfica da época ou da capacidade da engine... mas é um vacilo incluir tantos personagens diferentes se todos teriam a mesma cara. Não importa muito se no futuro eles foram destacados por determinados momentos, no jogo em si, no primeiro, não vi destaque algum... pelo menos não válido. Eu vi cientista escondido no lixo, cientista tentando salvar segurança, cientistas morrendo na queda do elevador, cientistas abrindo portas com acesso partilhado, cientista sendo devorado por bicho aquático, cientista morrendo de tudo quanto é forma... porém todos tinha crachá sem nome, todos não tinham nenhum diferencial, até mesmo em ações. Infelizmente eles não são importantes no primeiro jogo, talvez nos demais recebam destaque, mas inicialmente não foi isso que observei então, é justo mencionar rs. Eu pensei em jogar o remake de HL 1, mas eu queria pegar a experiência original antes, já que nem conhecia o HL1 (o que eu joguei e fiquei preso no passado foi o 2... percebi ao jogar).

      Trilha sonora, eu até reparei que tinha em alguns poucos momentos, as vezes justamente pra causar imersão e ampliar o terror do momento. Mas algo que também percebi é que, se o jogador reseta a situação, morre ou algo do tipo, a música não volta. Isso parece até um bug chato, mas fazia parte do jogo. Infelizmente, boa parte do jogo é no silencio mesmo, com os sons dos inimigos e cenário apenas. Isso é bom, torna tudo mais "real", mas não deixa de provocar a dúvida de "É proposital?" afinal, já joguei games com problemas de música que sumia do nada... mas de toda forma, essa característica, pelo que vi em sua descrição, se tornou "patenteada" da franquia... então na próxima vou destacar os pontos com musica.

      Bem, os detalhes de cenário são memoráveis mesmo, mas achei que tinha "algo mais" nas baratinhas rs. Mas quando esmagadas o sangue permanece no local, isso é muito show...

      Bem, to focando o tempo que resta em MMZXA mas, posteriormente terei alguns outros jogos pra fechar antes de voltar pra HL, mas seguirei seu conselho.

      Sobre a análise em si... espero que apesar de tudo, tenha ficado decente e respeitosa, e que o sr tenha curtido (afinal, foi basicamente por sua causa que fiz kkk).

      Sr, see yah.

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    5. Vamos lá, como prometido está aqui a parte 2, devia ter postado antes mas acabei me esquecendo.

      Sobre a questão do capacete levanto aqui 3 pontos e suas contradiçoes, o 1° em que ele não usaria capacete, mas se ele não usasse como ele suportaria passar por todos os ambientes que vemos no jogo, principalmente nas partes radioativas, e como ele escutaria a voz de atualização da armadura(seria só sua imaginação?) logo não podemos assumir que ele esta sem capacete. O 2° em que ele usa o capacete, logo ele suportaria todos os ambientes e campos de batalha e poderia ouvir a voz da armadura e ver o visor com sua saúde e quantidade de defesa, mas então como quase todos os cientistas e guardas reconheceriam ele se ele nunca retira o capacete, logo não podemos afirmar que ele está com capacete. E a 3° que também e a que eu acredito( e uma boa parte da comunidade) é que sua armadura e acoplada com uma espécie de capacete retroativo e que nos momentos de perigo, tiroteios e radiação o capacete envolvia-se na sua cabeça, já em momentos em que está calmo ou ele está conversando com outras pessoas esse capacete se retrai de volta para a armadura.

      A questão de quanto tempo ele já está em black mesa e algo a ser discutido também, alguns acreditam que aquele era seu primeiro dia de trabalho, enquanto outros acreditam que ele já tinha um certo tempo trabalhando lá. Eu sou adepto da 2° pois além de ser mais logico tambem há em HL2 evidencias de que ele já trabalhava por lá há algum tempo, a maior delas e o Barney falando que ainda vai pagar uma cerveja para ele por causa de uma aposta dos tempos da black mesa, e também o laço de amizade que ele tem com os 2 cientistas principais do HL2, o que e impossível de ter acontecido em apenas 1 dia ou uma 1 semana de trabalho.

      Todo o efeito da ressonância em cascata e a guerra que você ve no 1° jogo fica restringida apenas aos arredores de Black mesa, que também e explicado nos outros jogos, e que algo bem pior e mais catastrófico do que você vê no 1° jogo acontece alguns meses depois após HL1...

      Xen seria uma dimensão que seria uma espécie de terminal onde vivem varias tipos de alienígenas(e onde Nihilant e os vortigaunts se refugiam), e por estarem concentrados lá são conhecidos como a raça de Xen, embora tenham aliens bastante diferentes um dos outros.

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    6. Agora o mais complexo e que tem milhares de paginas internet afora sobre isso:

      Freeman não provoca a guerra, ele sem saber e meio que usado como um meio para se atingir os fins(Conforme você jogar HL2 e seus episódios você ira compreender isso, acredite é um verdadeiro quebra-cabeça e tem peças variadas e complexas começando pelo G-man, os Combine, a raça dos vortigaunts, Nihilant, Advisors, Wallace breen, a união universal, Eli Vance, etc... não saia por ai pesquisando sobre sem ter finalizado toda a saga, finalize, tire suas próprias conclusões e depois pode sair pesquisando que nem louco e ficando sem reação quando as peças começarem a se encaixar).

      Sobre o G-man e muito mas muito mais complexo do que se parece, afirmo com toda a certeza que ele não trabalha para black mesa( o símbolo que você achou se trata mais de um easter egg mesmo, tanto é que nas versões iniciais do jogo o símbolo era outro e tambem apenas em half life 1 e suas expansões que eles são vistos) seus reais objetivos, intenções e para quem ele trabalha(se é que ele trabalha) vão muito mais além disso(você vera no 2 e nos episódios como vai muito mais além).

      Freeman virou o alvo principal pois ele era o único ser humano que estava conseguindo fazer estragos consideráveis aos HECU, tanto que a sua “fama” correu por ai, não somente entre o HECU mas também entre os guardas e cientista sobreviventes que se encontram com ele ao longo do jogo.
      Por causa da determinação e “sorte” do Freeman que muitos falam que foi o motivo que ele foi contratado por g-man(jogue opposing force para uma visão mais profunda sobre isso), e de certa forma pode sim se dizer que a historia final do 1 se resume ao desencadeamento dos fatos que Gordon provocou com suas atitudes e a sua obstinação, e que acarretaram fatos gigantescos vistos nos jogos seguintes.

      Outra coisa que você falou no texto mas acredito que não percebeu claramente e o fato das vozes ouvidas quando se esta em Xen. Elas não estão ali por acaso, e o próprio nihilant querendo se comunicar com Gordon, aconselho antes de você prosseguir colocar no youtube ou no google “Nihilant quotes” e analisar bem as falas ditas.
      E lembrando que a serie também sofre Retcons ao longo dos anos.

      Bom, acho que por hora era tudo que tinha a falar sobre, gosto de ler suas análises elas são muito bem escritas e detalhadas além de prenderem a atenção.

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    7. Ok sr... vou conhecer mais HL ao jogar os próximos jogos. Mas, pelo menos registrei minha ideia inicial... pode ser algo útil no futuro.

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    8. Tomara que você nao tenha me levado a mal. Não quis refutar sua opiniao ou seu texto, só mesmo me expressar. Foi mal qualquer coisa.

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    9. Heh, confesso que fiquei meio sem graça, mas é porque se manja muito do assunto e eu ainda to começando a conhecer... daí nem sei como responder... só os nomes já me deixaram boquiaberto. Se sabe tanto do assunto que fiquei até meio envergonhado... mas nem grila isso vai acabar quando eu conhecer e analisar a série toda! Ai se ta lascado kkk

      Mas sr, eu só tenho a agradecer pelas dicas, incentivação e poxa, sei que se eu escrever alguma bobagem se vai me dar um toque... isso me deixa seguro.

      Vlw sr! E não grila, eu só fiquei impressionado mesmo kkk. Mas eu to ligado que meu texto te agradou, você deixou isso bem claro. Mas é só o começo... pode demorar mas um dia analisarei todos os Half Lifes!

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  4. Hm...ainda está difícil jogar esse jogo,tenho certeza que se eu gostasse do dois,eu pegaria esse com muito prazer.
    Mas Shady,se você realmente gostou desse,quando tiver um tempo pegue o dois,vai ajuda a elucidar questões como a do G-Man(ou no seu caso,piorar ainda mais),pois mesmo não gostando muito do jogo eu me interessei bastante pela história.
    Enfim cara....cheers!!!

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    1. Cheers Sr Will.

      To jogando o 2... mas ainda não comecei a analisa-lo. Na real quero terminar MMZXA logo, daí vou focar em algum Survival da vida... tipo Evil Within ou Alan Wake "2". To com saudade do gênero. Depois to até pensando em jogar um Hack&Slash, talvez Byonetta.

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  5. Cara muito boa análise me amarro nos seus textos.
    E por falar em texto eu me interesso muito por esse jogo,mas nunca joguei,por não encontrar em lugar nenhum para PS2,e não sei passar ele para a midia,pois é em CD e não em DVD como a maioria dos jogos de PS2 kkkkk
    Gostei bastante das imagens do jogo que você colocou,com destaque para as imagens do "Observador" em que vc desfoca o cenário para dar enfase no personagem misterioso,gênial sem precisar colocar aqueles circulos vermelhos na imagem.
    Falando em cenários;não gostei dos cenários de "Xen" achei muito estranho até para mim,parece um lugar sem saída sem começo nem fim,deve ser proposital rs.
    Pesquise mais sobre a "Black Mesa" ela existiu;ou será que ainda existe?,eu vi que é um programa americano real super secreto,se não me engano vi no History kkkkk.
    Eu te recomendo Red Faction de 2001,um jogo bem parecido que se passa em Marte no futuro,ele tem referencias em Half Life,e foi um dos primeiros a terem cenários destrutíveis,inclusive tem mira automática que vc tanto gosta.
    A estória do jogo é mais ou menos assim...Vc é um mineiro que trabalha para uma empresa de minérios de marte,mas como a empresa não paga salários e mantêm os empregados em regime de escravidão além de trata-los com extrema violência.Derrepente os mineiros entram em rebelião,e aí começa o pesadelo,passando por varios cenários de Marte,desde bases,dormitórios,cavernas,estações de metrô,lagos,desertos marcianos,escritórios da empresa,naves espacias,inclusive matando soldados,civis,aliens armados e não armados,chefões,pilotando submarinos,naves e etc...É uma verdadeira ode a HL,só que com gráficos melhores,vc irá gostar bastante.
    E falando nisso o jogo tem mais 3 sequencias,mas só joguei até o 2.
    o Red Faction 2 se passa na Terra no futuro tambem,e é igualmente bom,mas o 1 tem um clima bem mais surreal e estranho pro lado bom é claro.
    e falando nisso tô jogando F.E.A.R 3;muito bom kkkkkkk.
    Desculpa por ficar muito grande,pois estava há muito tempo sem falar contigo e tava com saudade da nossa resenha kkkk.

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    1. Obrigado sr Gabriel... isso significa muito pra mim.

      Hei, viu! Os textos até que são bem úteis! Já me perguntaram porque eu não faço um Vlog, porque seria "mais fácil assistir do que ler" mas eu juro que me sinto muito mais confortável em escrever e ler, apesar de também adorar ver vídeos. Sei la, textos são cosias mais... sólidas... do que simples palavras registradas em vídeo... por isso eu prefiro focar o máximo em textos e imagens e melhorar a forma como os apresento. Mas só to aprendendo...

      O esquema do desenfoque rs... que bom que percebeu e curtiu... na real em cada análise to fazendo novos testes e usando novas técnicas... com o Windows 10 eu tive a porcaria do "Ativar o Windows - Acesse Configurações para ativar o Windows." como marca d'água permanente na tela, o que simplesmente atrapalha de mais na hora de tirar fotos da tela (eu não quero um aviso de win pirata no canto das imagens... é feio!) mas, a única forma de arrumar seria voltando pro 7, ou formatando e instalando uma versão original do Windows 10, que eu até tenho, mas to com receio de perder meus arquivos... de novo (eu perdi tudo da área de trabalho na migração por erro do sistema ¬¬)... mas enfim, eu disse tudo isso porque o editor do Win10 tem um esquema de desenfoque e enfoque de imagem, bem útil justamente pra situações como essas. O photoshop também tem, mas te juro que prefiro mexer com paint do que usar programas chatos ou complexos de mais... um dia eu provavelmente vou usar photoshop por praticidade, após entender e aprender a usar ele (eu odiava Excel quando não conhecia, mas agora que monto planilhas e edito documentos com frequência no trabalho, peguei um amor pelo Office e principalmente o Excel e o Word, o que significa que é questão de tempo até eu ser atraído pra programas como o photoshop). Eu sempre achei o esquema de circular a imagem meio ruim... riscar a foto deixa uma marca amadora de mais e tipo, mesmo sendo de fato amador, é algo meio feio de se ver.

      Pelo que li em pesquisa, sobre Xen, de fato é proposital. Quiseram mostrar que os aliens vem de uma outra realidade, diferente da nossa em que planetas se separam pelo universo. Uma realidade sem bolas voando, mas sim terra aleatória e sei la mais o que... mas realmente é esquisito... e eu fiquei um bom tempo perdido até entender o mapa.

      Red Faction... certo eu posso jogar. Infelizmente eu estou triste por não trabalhar somente com o blog rs... meu sonho, maior sonho, supremo e soberano sonho, é trabalhar com jogos, jogando, analisando, jogando, fotografando, jogando, estudando... ah cara como eu amaria minha vida ainda mais se tudo se resumisse ao "próximo jogo"! Mas, infelizmente tem o lado do trabalho que estressa, cansa, exausta e tipo, tira o tempo pra jogar... isso porque eu nem jogo mais por diversão (ta eu me divirto mas é consequência!) eu jogo porque acho muito interessante observar os detalhes e desenvolver teorias, ou apenas interpretar. Enfim, eu tenho uma enorme lista, e to com muitas, mas muitas pastas lotadas de jogos pra jogar feito louco... mas terei de fazer tudo com calma... só que nem grila, eu vou jogar tudo (as vezes me arrependo de na época da escola não ter me aprofundado mais nos jogos, eu sempre tive esse gosto mas perdi muito tempo com mmorpgs... pif... tem tanta coisa que desconheço!)

      Depois dessa resenha sobre o jogo, dificil não querer jogar kkk.

      FEAR3... FEAR alias, todos, são épicos. No primeiro até hoje eu tenho raiva do "cara da esquina"... rs... manja, do prédio que te ataca do nada bem no começo?!

      Enfim, eu senti saudades também sr... na real bateu mó depre pela falta de comentários... que bom que voltou. Eu prometo que tentarei demorar menos entre uma postagem e outra... e agora com a pagina do face, tenho mais formas de entrar em contato com os leitores.

      Bem sr Gabriel... see yah!

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    2. Eu sou meio lento nessa história de computação,eu não aprendi até hoje usar esses "Offices" da vida aí kkkk
      Em referência a questão de vídeo ou escrito;de vc eu prefiro em textos mesmo;pois estou mais acostumado assim,e ler coisas que te agradam é bem melhor do que ver vídeos,os seus textos são bem legais pra que vídeo?kkkkk.
      Eu tambem só jogo uma vez por semana,no dia da minha folga kkkk
      falando em F.E.A.R eu só joguei o 3 então eu não sei do "cara da esquina" rs
      jogue Red Faction ele é bem legal,assim como vc poderia se interessar por Area 51 que é muito estranho tambem kkkkk.
      E o Fatal Frame como é que tá ?rs
      Vlw shady.

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    3. Heh, por isso continuarei nos textos... até achar algo diferente pra fazer vídeos.

      Bem, vejamos... eu tenho alguns textos pra preparar ainda então por hora, sem fear, sem Fatal Frame. Alias, percebi que no FF terei de me focar muito, muito mesmo. É o tipo de jogo que eu precisarei conhecer totalmente pra poder falar sobre... e ele é bem intenso.

      Mas nem grila, um dia sai!

      Flw sr Gabriel! E tipo, eu vou manter o blog da melhor forma que puder!

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    4. Tá bom,mas vc tá perdendo um grande jogo de terror rs

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    5. Pior que eu sei, ele é bem bizarro... eu peguei o 1, 2 e 3, ta tudo até configurado no emulador, tão perfeitos pra jogar. Porém tudo a seu tempo. O ruim dele é que é japonês kkk, eu terei dificuldade pra entender a história ingame. Se bem que peguei com legenda em inglês...

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    6. Tá bom então.
      Acabei de zerar fear 3 hehehe,muito bom

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    7. Parabéns... da até um pouco de raiva quando a galera zera os jogos que eu queria zerar kkk... meu irmão acabou de fechar um Castlevania (Aria of Sorrow) do meu lado, enquanto eu me mato no MMZXA. ¬¬ Mas bele, parabéns pela conquista... um dia eu zero!

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    8. E o Max Payne 2 tem previsão?

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    9. Ah antes que eu esqueça.
      Tem como depois de vc terminar Mega Man,fazer a análise "saideira"rs de Resident Evil Dead Aim.
      Ele é mais um spin-off e é do mesmo jeito do RE Survivor,mas só que é muito melhor em tudo;principalmente no gore rs.
      POR FAVOR kkkkkk

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    10. Gostei do Survivor então, não me custa nada jogar sr Gabriel.

      Terminando faço a analise.

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    11. Max sai depois do Alan Wake.

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  6. Iai Shady.
    Primeiramente quero pedir desculpas por não ter lhe respondido no post do megaman original.
    E em segundo...

    Saiu... Finalmente saiu... depois de quase 10 anos, várias especulações, rumores, descaso, silêncio e muita tristeza, Marc Laidlaw o principal escritor da saga half life e que saiu da valve no inicio do ano passado postou o que seria a história de half life 2 episode 3(ou Half life 3 mesmo). Sim!!!
    Enfim descobrimos como termina a saga e o que acontece após o final do episode 2 que deixa um mundo de dúvidas e expectativas. A comunidade de half life está em caos, o reddit tá explodindo em post(que antes tinha uma media de 500 pessoas online, hoje já chegou às 3000). Ansioso para ver como o Gabe Newell responderá a isso.
    Enfim, não posso me aprofundar muito no debate contigo porque você ainda não terminou a saga, mas vi o seu cronograma e sei que está perto de você lançar a analise do 2, foi mais para te manter informado sobre esse dia histórico para comunidade gamer.
    https://www.youtube.com/watch?v=urza2sbU68Q
    https://www.reddit.com/r/HalfLife/comments/6vvn00/a_laidlaw_thing_that_you_might_want_to_see/

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    1. Valeu pela novidade sr Gladiador... mas será que vão transformar o roteiro em jogo pra finalmente matar a pau? Tomara...

      Sobre a análise do 2, sim, ela pra próxima, talvez eu até tome uma carona nessa hype atual...

      Eu to meio chateado, acabei de terminar a análise de MegaMan Legends e preciso esperar 2 horas pra poder por fotinhas. Mó tristeza...

      Enfim, sr, obrigado pela informação.

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    2. Acredito que não. Muitas pessoas da equipe que faziam Half Life saíram da Valve nos ultimos anos, inclusive o próprio Marc Laidlaw. E isso se deve ao fato da Valve ter parado de produzir jogos singleplayer e ter esquecido suas franquias, o último foi portal 2 em 2011, e ter se dedicado exclusivamente a Dota, Cs go, Steam, sistema de realidade virtual. Junte a isso com o silêncio e descaso de 1 década, onde parece que se tornou proibido falar sobre Half life e agora o Laidlaw(esse sim se importa com os fãs, sempre respondeu tweets e emails sobre quase tudo do game) solta o que seria o enredo do episode 3. Tanto HL como HL2 foram revolucionários e divisores de água para sua época e que trouxeram bastante inovação e ambos lançaram motores de jogo que mudaram o rumo dos games.

      De se falar também que a Valve se tornou refém do próprio hype do jogo, que foi tão alto e foi aumentando ao longo dos anos que ainda que fizessem o jogo temeriam lança-lo pois a realidade poderia nao corresponder a expectativa.

      No momento a valve está criando o Source 2 e daí alguns especulam que quando ele estiver pronto sairá um novo HL, mas diante dos fatos acho bem improvável, acredito que esse foi o final da franquia ao menos nas versões oficiais pois a comunidade de HL é muito apaixonada e já fizeram e continuam fazendo mods adoidados na internet que vão de personagens secundarios a historias criadas ou imaginadas sobre o game, e no reddit já estão falando em fazer um mod da versão lançada do episode 3, ou seja poderemos ver com nossos próprios olhos o que seria um HL2: episode 3.

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    3. Hm, que droga... eu não sou um grande seguidor de HL mas to conhecendo conforme jogo e fico triste em saber que a possibilidade dele continuar (com o mesmo nível dos anteriores) é tão vaga.

      Mas, eu me pergunto se agora que estamos na onde do Kick Starter, não há a possibilidade dos membros principais e mais dedicados se unirem e formarem um projeto do game. Sei que tem o esquema dos direitos autorais que provavelmente estão com a Valve mas, poderiam negociar isso ai. Claro que,eu sei que no mundo real as coisas nunca são tão simples assim, mas, podiam arriscar tomar uns processos pelo bem dos fans (kkk).

      Recentemente eu vi um vídeo falando sobre Caverna do Dragão e a razão do último episódio nunca ter saído, o que é explicado por uma série de problemas comerciais, e na boa, eu enxerguei a realidade e fiquei bem triste...

      Passou muito tempo mas talvez, os caras arrisquem trazer HL de volta, ou deem um suporte anônimo aos fans, tipo vazar um roteiro, oferece uma engine... a internet ta ai rs.

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